Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Imoralidade imobiliária da FG/Havan foi retirada da pauta do Conselho da Cidade

Querem fazer 1001 apartamentos onde a lei de Balneário Camboriú permite menos de 90

Terça, 1/12/2020 8:44.

Publicidade

A construção de um prédio com 101 andares e 1001 apartamentos, onde a legislação só permite menos de 90 unidades, foi retirada sem maiores explicações da pauta do Conselho da Cidade de Balneário Camboriú que se reunirá no próximo dia 14.

O Conselho não se reúne desde fevereiro, mas alguém da cúpula da administração municipal decidiu convocá-lo para analisar uma imoralidade, o favorecimento estimado em meio bilhão de reais às empresas FG e Havan.

O terreno (foto abaixo)onde pretendem fazer o prédio tem cerca de 3.000 m2 e atualmente é o estacionamento do teleférico. A área foi vendida há alguns anos para a FG/Havan.

Pelas leis da cidade, em terrenos com 3.000 m2 naquela região, é possível fazer 86 apartamentos, independente se destinados a moradia ou hotelaria.

Ao fazer 10 vezes mais unidades que o permitido, os empresários teriam um lucro direto, economizando em terreno, ao redor de meio bilhão de reais.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade


Publicidade














Página 3

Imoralidade imobiliária da FG/Havan foi retirada da pauta do Conselho da Cidade

Querem fazer 1001 apartamentos onde a lei de Balneário Camboriú permite menos de 90

Publicidade

Terça, 1/12/2020 8:44.

A construção de um prédio com 101 andares e 1001 apartamentos, onde a legislação só permite menos de 90 unidades, foi retirada sem maiores explicações da pauta do Conselho da Cidade de Balneário Camboriú que se reunirá no próximo dia 14.

O Conselho não se reúne desde fevereiro, mas alguém da cúpula da administração municipal decidiu convocá-lo para analisar uma imoralidade, o favorecimento estimado em meio bilhão de reais às empresas FG e Havan.

O terreno (foto abaixo)onde pretendem fazer o prédio tem cerca de 3.000 m2 e atualmente é o estacionamento do teleférico. A área foi vendida há alguns anos para a FG/Havan.

Pelas leis da cidade, em terrenos com 3.000 m2 naquela região, é possível fazer 86 apartamentos, independente se destinados a moradia ou hotelaria.

Ao fazer 10 vezes mais unidades que o permitido, os empresários teriam um lucro direto, economizando em terreno, ao redor de meio bilhão de reais.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade