Jornal Página 3

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Estacionamento rotativo deveria iniciar hoje em Balneário Camboriú
Google.
A bagunça vai continuar.

Segunda, 18/3/2019 6:13.

Venceu nesta segunda-feira o prazo para a empresa Rizzo Parking and Mobility S/A. ativar o estacionamento rotativo nas ruas de Balneário Camboriú e nenhum dos 140 parquímetros foi instalado.

Além dos parquímetros a Rizzo teria que oferecer aplicativo de celular e pontos de venda para créditos do estacionamento.

Desde que o resultado da licitação foi conhecido, em 3 de janeiro, o Página 3 informou aos leitores que dificilmente o rotativo seria implantado porque a conta não fechava.

A empresa se propôs a cobrar R$ 1.350.000,00 pelo aluguel dos 140 parquímetros que custam cerca de R$ 3 milhões.

Provavelmente a Rizzo será multada em 20% do valor do contrato, conforme previsto naquele documento.

Se chamar a segunda colocada na licitação, o prefeito estará arranjando um problema político para si mesmo porque o diretor da empresa é acusado pelo Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Lava Jato, de lavagem de dinheiro oriundo de propinas.

Após dois anos e três tentativas frustradas a administração da cidade não conseguiu implantar o estacionamento rotativo porque falta clareza de objetivo e capacidade técnica ao Fundo Municipal de Trânsito.
 

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Estacionamento rotativo deveria iniciar hoje em Balneário Camboriú

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Segunda, 18/3/2019 6:13.

Venceu nesta segunda-feira o prazo para a empresa Rizzo Parking and Mobility S/A. ativar o estacionamento rotativo nas ruas de Balneário Camboriú e nenhum dos 140 parquímetros foi instalado.

Além dos parquímetros a Rizzo teria que oferecer aplicativo de celular e pontos de venda para créditos do estacionamento.

Desde que o resultado da licitação foi conhecido, em 3 de janeiro, o Página 3 informou aos leitores que dificilmente o rotativo seria implantado porque a conta não fechava.

A empresa se propôs a cobrar R$ 1.350.000,00 pelo aluguel dos 140 parquímetros que custam cerca de R$ 3 milhões.

Provavelmente a Rizzo será multada em 20% do valor do contrato, conforme previsto naquele documento.

Se chamar a segunda colocada na licitação, o prefeito estará arranjando um problema político para si mesmo porque o diretor da empresa é acusado pelo Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Lava Jato, de lavagem de dinheiro oriundo de propinas.

Após dois anos e três tentativas frustradas a administração da cidade não conseguiu implantar o estacionamento rotativo porque falta clareza de objetivo e capacidade técnica ao Fundo Municipal de Trânsito.
 

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