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Balneário Camboriú: Projeto revê quantidade de pontos e valores de alvarás para o comércio de temporada
Arquivo PMBC
Comércio na Praia Central de Balneário Camboriú

Terça, 7/5/2019 15:21.

Está na pauta de votações desta terça-feira (7) projeto do Executivo que revê várias leis relativas ao comércio fixo e ambulante nas praias de Balneário Camboriú, além de estabelecer critérios para a venda em situações eventuais.

O projeto tem 13 emendas, feitas por diversos vereadores, que alteram desde a quantidade de alvarás para ambulantes proposta pelo Executivo até o início da vigência das alterações.

O alvará mais caro é para os pontos de milho, churros, cadeiras e guarda-sóis na área central que custaria 12 Unidades Fiscais do Município (UFM), o equivalente a R$ 3.653,28 (uma UFM vale R$ 304,44).

As quantidades de alvarás para ambulantes previstas no projeto são as seguintes:

I – algodão doce e casquinha – tipo biju – 17;

II – amendoim torrado e castanha (em embalagem lacrada) – 05;

III – artigos de bronze – 01;

IV – chapéu e similares – 30;

V – batatinha frita (em embalagem lacrada) – 05;

VI – bijuterias e similares – 39;

VII – cangas e saídas de praia – 51;

VIII – cocada e pé de moleque – 05;

IX – fotografia e similares – 02;

X – pintura de pele com Henna – 22;

XI – refrigerante e cerveja (em lata) / água mineral, sucos e água de coco – 36;

XII – sanduíche natural e salada de frutas – 23 (vinte e três);

XIII – sorvetes e picolés – 39 (trinta e nove);

XIV – toalhas de mesa – 08 (oito).

Para ler o projeto e suas emendas clique aqui

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E TV DA CÂMARA DE VEREADORES

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Balneário Camboriú: Projeto revê quantidade de pontos e valores de alvarás para o comércio de temporada

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Terça, 7/5/2019 15:21.

Está na pauta de votações desta terça-feira (7) projeto do Executivo que revê várias leis relativas ao comércio fixo e ambulante nas praias de Balneário Camboriú, além de estabelecer critérios para a venda em situações eventuais.

O projeto tem 13 emendas, feitas por diversos vereadores, que alteram desde a quantidade de alvarás para ambulantes proposta pelo Executivo até o início da vigência das alterações.

O alvará mais caro é para os pontos de milho, churros, cadeiras e guarda-sóis na área central que custaria 12 Unidades Fiscais do Município (UFM), o equivalente a R$ 3.653,28 (uma UFM vale R$ 304,44).

As quantidades de alvarás para ambulantes previstas no projeto são as seguintes:

I – algodão doce e casquinha – tipo biju – 17;

II – amendoim torrado e castanha (em embalagem lacrada) – 05;

III – artigos de bronze – 01;

IV – chapéu e similares – 30;

V – batatinha frita (em embalagem lacrada) – 05;

VI – bijuterias e similares – 39;

VII – cangas e saídas de praia – 51;

VIII – cocada e pé de moleque – 05;

IX – fotografia e similares – 02;

X – pintura de pele com Henna – 22;

XI – refrigerante e cerveja (em lata) / água mineral, sucos e água de coco – 36;

XII – sanduíche natural e salada de frutas – 23 (vinte e três);

XIII – sorvetes e picolés – 39 (trinta e nove);

XIV – toalhas de mesa – 08 (oito).

Para ler o projeto e suas emendas clique aqui

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E TV DA CÂMARA DE VEREADORES

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