Jornal Página 3

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Balneário Camboriú pressionará Camboriú por tratamento de esgoto

Quinta, 24/1/2019 9:15.

A administração de Balneário Camboriú irá oficiar à prefeitura de Camboriú pedindo que apresente um cronograma da instalação da rede de esgotos na vizinha cidade.

Ganhou força a tese de que Balneário Camboriú deve ir à justiça para exigir que Camboriú implante esgoto porque não há outra forma das duas cidade evitarem o desastre ambiental decorrente da poluição do rio Camboriú.

São relativamente habituais decisões da justiça federal proibindo que prefeituras concedam novos alvarás de construção quando a rede de esgoto não existe e nem há planos para sua implantação.

É exatamente o caso de Camboriú que tem cerca de 82.000 habitantes, viu sua população aumentar 30% nos últimos oito anos e não possui um único metro de esgoto tratado.

No final de 2016 a prefeitura de Camboriú concedeu o serviço de água a uma empresa privada pelo prazo de 35 anos, mas o esgoto não entrou nas obrigações do concessionária que ganhará, a preços e volumes de 2016, um bilhão de reais.

No ano passado a direção da Emasa cogitou de assumir a construção e operação da rede de esgotos em Camboriú, assunto que aparentemente voltará a ser negociados nos próximos dias.

Parque Linear

Balneário Camboriú pretende também acertar com Camboriú o aprofundamento do Parque Linear, localizada naquela cidade na margem do rio Camboriú.

O Parque tem hoje cerca de 2m de profundidade e passaria a 4,5m o que garantiria mais uma semana de reserva de água bruta numa vazão de 300 litros por segundo.

O custo do aprofundamento do Parque Linear seria suportado pela Emasa.

Relações ruins

As relações entre as duas prefeituras ficaram estremecidas porque a presidente da Fundação Camboriuense de Meio Ambiente (Fucam), Liara Rotta Padilha Schetinger, atrapalhou a direção da Emasa que exigia a retirada de barragens e desvios de água para as arrozeiras durante a crise de abastecimento da virada do ano.

Liara ficou do lado dos arrozeiros, colocando em risco o abastecimento de água para mais de 200 mil moradores e milhares de turistas.

Prevalece em Camboriú a ideia, fruto do desconhecimento, que a água do rio pertence a eles e é usurpada por Balneário Camboriú. 

Esse assunto, e a busca da normalização das relações, também deverá ser discutido entre os prefeitos das duas cidades nos próximos dias. 

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Balneário Camboriú pressionará Camboriú por tratamento de esgoto

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Quinta, 24/1/2019 9:15.

A administração de Balneário Camboriú irá oficiar à prefeitura de Camboriú pedindo que apresente um cronograma da instalação da rede de esgotos na vizinha cidade.

Ganhou força a tese de que Balneário Camboriú deve ir à justiça para exigir que Camboriú implante esgoto porque não há outra forma das duas cidade evitarem o desastre ambiental decorrente da poluição do rio Camboriú.

São relativamente habituais decisões da justiça federal proibindo que prefeituras concedam novos alvarás de construção quando a rede de esgoto não existe e nem há planos para sua implantação.

É exatamente o caso de Camboriú que tem cerca de 82.000 habitantes, viu sua população aumentar 30% nos últimos oito anos e não possui um único metro de esgoto tratado.

No final de 2016 a prefeitura de Camboriú concedeu o serviço de água a uma empresa privada pelo prazo de 35 anos, mas o esgoto não entrou nas obrigações do concessionária que ganhará, a preços e volumes de 2016, um bilhão de reais.

No ano passado a direção da Emasa cogitou de assumir a construção e operação da rede de esgotos em Camboriú, assunto que aparentemente voltará a ser negociados nos próximos dias.

Parque Linear

Balneário Camboriú pretende também acertar com Camboriú o aprofundamento do Parque Linear, localizada naquela cidade na margem do rio Camboriú.

O Parque tem hoje cerca de 2m de profundidade e passaria a 4,5m o que garantiria mais uma semana de reserva de água bruta numa vazão de 300 litros por segundo.

O custo do aprofundamento do Parque Linear seria suportado pela Emasa.

Relações ruins

As relações entre as duas prefeituras ficaram estremecidas porque a presidente da Fundação Camboriuense de Meio Ambiente (Fucam), Liara Rotta Padilha Schetinger, atrapalhou a direção da Emasa que exigia a retirada de barragens e desvios de água para as arrozeiras durante a crise de abastecimento da virada do ano.

Liara ficou do lado dos arrozeiros, colocando em risco o abastecimento de água para mais de 200 mil moradores e milhares de turistas.

Prevalece em Camboriú a ideia, fruto do desconhecimento, que a água do rio pertence a eles e é usurpada por Balneário Camboriú. 

Esse assunto, e a busca da normalização das relações, também deverá ser discutido entre os prefeitos das duas cidades nos próximos dias. 

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