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Quatro empresas proporão projetos para o mercado público de Balneário Camboriú
Divulgação PMBC

Terça, 22/1/2019 11:10.

Quatro empresas foram habilitadas para desenvolverem estudos para o mercado público de Balneário Camboriú, que será construído no Bairro da Barra.

As empresas terão de desenvolver estudos de modelagem operacional, econômico-financeira, jurídica e de engenharia e arquitetura para a urbanização, operação, gestão e exploração do mercado.

As habilitadas foram: PDBS - Ports Developed by Shiphandlers Participações LTDA (sediada em Balneário, a empresa tentou implementar o BC Port), Imâ Brands (de Curitiba/PR), UNK Group (Balneário Camboriú) e Fernandes Arquitetos Associados (São Paulo/SP).

Os projetos deverão ter, entre outros requisitos: valor total de investimento previsto, custos de manutenção, rentabilidade, período de recuperação de investimento, desembolso do município para a viabilização do projeto e pagamento ao município pela outorga.

A princípio, o custo desses estudos fica por conta das empresas interessadas. Aqueles que forem utilizados para formalizar uma futura licitação terão os valores apresentados ao Conselho Gestor de Concessões e Parcerias Público Privadas (CGP) para eventual ressarcimento. O valor máximo de ressarcimento será de R$ 600 mil.

A prefeitura propõe o desenvolvimento de projetos para o mercado público, um deck de ligação com a Ilha da Barra e para projetos de exploração comercial nas extremidades da Passarela da Barra, espaços que estão ociosos desde a inauguração do equipamento, em 2016.

Segundo o edital, a data limite para apresentação dos estudos é 11 de março de 2019.

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Quatro empresas proporão projetos para o mercado público de Balneário Camboriú

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Terça, 22/1/2019 11:10.

Quatro empresas foram habilitadas para desenvolverem estudos para o mercado público de Balneário Camboriú, que será construído no Bairro da Barra.

As empresas terão de desenvolver estudos de modelagem operacional, econômico-financeira, jurídica e de engenharia e arquitetura para a urbanização, operação, gestão e exploração do mercado.

As habilitadas foram: PDBS - Ports Developed by Shiphandlers Participações LTDA (sediada em Balneário, a empresa tentou implementar o BC Port), Imâ Brands (de Curitiba/PR), UNK Group (Balneário Camboriú) e Fernandes Arquitetos Associados (São Paulo/SP).

Os projetos deverão ter, entre outros requisitos: valor total de investimento previsto, custos de manutenção, rentabilidade, período de recuperação de investimento, desembolso do município para a viabilização do projeto e pagamento ao município pela outorga.

A princípio, o custo desses estudos fica por conta das empresas interessadas. Aqueles que forem utilizados para formalizar uma futura licitação terão os valores apresentados ao Conselho Gestor de Concessões e Parcerias Público Privadas (CGP) para eventual ressarcimento. O valor máximo de ressarcimento será de R$ 600 mil.

A prefeitura propõe o desenvolvimento de projetos para o mercado público, um deck de ligação com a Ilha da Barra e para projetos de exploração comercial nas extremidades da Passarela da Barra, espaços que estão ociosos desde a inauguração do equipamento, em 2016.

Segundo o edital, a data limite para apresentação dos estudos é 11 de março de 2019.

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