Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Assinada a licitação para alargar a praia central de Balneário Camboriú

Intenção é iniciar obra em abril, mas falta uma licença. Veja o vídeo de divulgação

Quinta, 19/12/2019 7:27.
Renata Rutes Henning.
Presidente da Câmara Omar Tomalih, Luciano Hang, o vice-prefeito Carlos Humberto, o prefeito Fabrício e o empresário Chjco Graciola.

Publicidade

A licitação para o alargamento da faixa de areia da praia central de Balneário Camboriú foi lançada no fim da tarde desta quarta-feira em evento público no Atracadouro Barra Sul, reunindo empresários e autoridades.

A coordenadora do projeto de recuperação da praia central, Deisi dos Santos, “puxou brasa para sua sardinha” citando que desde 1999 três projetos de alargamento da faixa de areia foram apresentados, mas que o atual é diferente por ter como objetivo resgatar a praia original, tentando melhorar a estrutura de forma ‘mais amigável’ e se adaptando à natureza.

Segundo ela, a requalificação acontecerá através de aterro hidráulico com areia do mar de uma jazida que fica a 15km da costa. O projeto deverá ser finalizado em nove meses, com o aterro propriamente dito demorando até sete meses.

A abertura das propostas das empresas interessadas em tocar a obra está marcada para 28 de janeiro. O valor é estimado em R$ 85 milhões.

Para a obra iniciar falta a Licença Ambiental de Instalação (LAI) cuja liberação por parte do Instituto do Meio Ambiente (IMA) é aguardada desde outubro.

O empresário Luciano Hang, dono da Havan, hoje provavelmente o maior investidor na cidade, disse ao Página 3 que o alargamento é ‘imprescindível’. “É um passo importante para a qualidade de vida, tenho certeza que Balneário Camboriú será outra cidade após esse alargamento e torcemos que isso aconteça o mais rápido possível”, afirmou.

O prefeito Fabrício Oliveira disse que temos “a praia mais linda do Brasil” e que se sente muito feliz e honrado em ser o responsável por esse momento – já que é algo aguardado há mais de 20 anos.

TÓPICOS SOBRE A OBRA

O valor é estimado em R$ 85 milhões e a abertura das propostas está prevista para o dia 28 de janeiro.

O alargamento da faixa de areia -que o atual prefeito prefere chamar de requalificação-, integrou os projetos de todos os prefeitos desde o primeiro governo de Leonel Pavan.

Em 2001 aconteceu um plebiscito que aprovou a obra e em 2014 uma audiência pública reforçou a intenção. O alargamento chegou a ser anunciado para 2015, mas dificuldades com as licenças ambientais retardaram até esse momento.

A obra prevê que a faixa de areia passe a ter cerca de 100m. Uma draga deve transportar o material até as proximidades da praia e dali bombeá-lo com água através de canos.

Com a areia alargada, a avenida Atlântica ganhará um novo visual, com calçadas mais largas, áreas de serviço e três faixas para veículos, além da ciclofaixa e uma pista para corridas.

Engorda 90 metros que se somam aos 30 metros existentes em média. Descontada a parte submersa, tende a sobrar cerca de 90m de faixa útil de areia.

As árvores saem?Não, as amendoeiras da Avenida Atlântica serão mantidas, formando uma “ilha” entre as pistas de rolamento.

O alargamento elimina a sombra causada pelos edifícios na praia?Não, a sombra não tem solução.

Quanto demora a obra?Depende da capacidade da draga, mas os técnicos estimam em seis meses no máximo.

Quem ganha?Todos. Acredita-se que a valorização dos imóveis será imediata e acima de 20%, trazendo um novo ciclo de progresso econômico a Balneário Camboriú como ocorreu quando a Avenida Atlântica foi repaginada duas décadas atrás.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade


Publicidade














Página 3
Renata Rutes Henning.
Presidente da Câmara Omar Tomalih, Luciano Hang, o vice-prefeito Carlos Humberto, o prefeito Fabrício e o empresário Chjco Graciola.
Presidente da Câmara Omar Tomalih, Luciano Hang, o vice-prefeito Carlos Humberto, o prefeito Fabrício e o empresário Chjco Graciola.

Assinada a licitação para alargar a praia central de Balneário Camboriú

Intenção é iniciar obra em abril, mas falta uma licença. Veja o vídeo de divulgação

Publicidade

Quinta, 19/12/2019 7:27.

A licitação para o alargamento da faixa de areia da praia central de Balneário Camboriú foi lançada no fim da tarde desta quarta-feira em evento público no Atracadouro Barra Sul, reunindo empresários e autoridades.

A coordenadora do projeto de recuperação da praia central, Deisi dos Santos, “puxou brasa para sua sardinha” citando que desde 1999 três projetos de alargamento da faixa de areia foram apresentados, mas que o atual é diferente por ter como objetivo resgatar a praia original, tentando melhorar a estrutura de forma ‘mais amigável’ e se adaptando à natureza.

Segundo ela, a requalificação acontecerá através de aterro hidráulico com areia do mar de uma jazida que fica a 15km da costa. O projeto deverá ser finalizado em nove meses, com o aterro propriamente dito demorando até sete meses.

A abertura das propostas das empresas interessadas em tocar a obra está marcada para 28 de janeiro. O valor é estimado em R$ 85 milhões.

Para a obra iniciar falta a Licença Ambiental de Instalação (LAI) cuja liberação por parte do Instituto do Meio Ambiente (IMA) é aguardada desde outubro.

O empresário Luciano Hang, dono da Havan, hoje provavelmente o maior investidor na cidade, disse ao Página 3 que o alargamento é ‘imprescindível’. “É um passo importante para a qualidade de vida, tenho certeza que Balneário Camboriú será outra cidade após esse alargamento e torcemos que isso aconteça o mais rápido possível”, afirmou.

O prefeito Fabrício Oliveira disse que temos “a praia mais linda do Brasil” e que se sente muito feliz e honrado em ser o responsável por esse momento – já que é algo aguardado há mais de 20 anos.

TÓPICOS SOBRE A OBRA

O valor é estimado em R$ 85 milhões e a abertura das propostas está prevista para o dia 28 de janeiro.

O alargamento da faixa de areia -que o atual prefeito prefere chamar de requalificação-, integrou os projetos de todos os prefeitos desde o primeiro governo de Leonel Pavan.

Em 2001 aconteceu um plebiscito que aprovou a obra e em 2014 uma audiência pública reforçou a intenção. O alargamento chegou a ser anunciado para 2015, mas dificuldades com as licenças ambientais retardaram até esse momento.

A obra prevê que a faixa de areia passe a ter cerca de 100m. Uma draga deve transportar o material até as proximidades da praia e dali bombeá-lo com água através de canos.

Com a areia alargada, a avenida Atlântica ganhará um novo visual, com calçadas mais largas, áreas de serviço e três faixas para veículos, além da ciclofaixa e uma pista para corridas.

Engorda 90 metros que se somam aos 30 metros existentes em média. Descontada a parte submersa, tende a sobrar cerca de 90m de faixa útil de areia.

As árvores saem?Não, as amendoeiras da Avenida Atlântica serão mantidas, formando uma “ilha” entre as pistas de rolamento.

O alargamento elimina a sombra causada pelos edifícios na praia?Não, a sombra não tem solução.

Quanto demora a obra?Depende da capacidade da draga, mas os técnicos estimam em seis meses no máximo.

Quem ganha?Todos. Acredita-se que a valorização dos imóveis será imediata e acima de 20%, trazendo um novo ciclo de progresso econômico a Balneário Camboriú como ocorreu quando a Avenida Atlântica foi repaginada duas décadas atrás.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade