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Resgate Social precisa autorização para interditar sobrado invadido
Divulgação

Quarta, 28/11/2018 10:52.

A equipe do Resgate Social da secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social de Balneário Camboriú recebeu denúncias de uma invasão no sobrado, onde funcionava antigamente a Exatoria Estadual, e na tarde desta terça-feira (27) esteve no local para verificar o problema.

Segundo o responsável pelo Resgate Social, Paulo Roberto de Souza, ao contrário do que denunciavam os moradores da região (na Alvin Bauer, entre a Terceira e a Quarta avenidas) não vivem muitos andarilhos neste local, apenas um casal e mais um rapaz que não estavam no local naquele momento.

“Eles montaram uma estrutura, com móveis, fogão, eletrodomésticos, muitas roupas, várias cestas básicas, um quarto com tapete, só faltou geladeira”, contou Paulo.

Ele disse que para retirar todo esse material precisa de dois a três caminhões e também uma autorização por escrito.

“Estamos aguardando a secretária da Inclusão retornar de Brasília para assinar um documento autorizando a retirada e interditando a invasão que já é bem antiga”, afirmou.

Ele informou que as invasões naquele prédio são antigas e que o governo do Estado foi informado sobre a situação já na administração anterior, mas não tomou qualquer providência até o momento.

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Resgate Social precisa autorização para interditar sobrado invadido

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Quarta, 28/11/2018 10:52.

A equipe do Resgate Social da secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social de Balneário Camboriú recebeu denúncias de uma invasão no sobrado, onde funcionava antigamente a Exatoria Estadual, e na tarde desta terça-feira (27) esteve no local para verificar o problema.

Segundo o responsável pelo Resgate Social, Paulo Roberto de Souza, ao contrário do que denunciavam os moradores da região (na Alvin Bauer, entre a Terceira e a Quarta avenidas) não vivem muitos andarilhos neste local, apenas um casal e mais um rapaz que não estavam no local naquele momento.

“Eles montaram uma estrutura, com móveis, fogão, eletrodomésticos, muitas roupas, várias cestas básicas, um quarto com tapete, só faltou geladeira”, contou Paulo.

Ele disse que para retirar todo esse material precisa de dois a três caminhões e também uma autorização por escrito.

“Estamos aguardando a secretária da Inclusão retornar de Brasília para assinar um documento autorizando a retirada e interditando a invasão que já é bem antiga”, afirmou.

Ele informou que as invasões naquele prédio são antigas e que o governo do Estado foi informado sobre a situação já na administração anterior, mas não tomou qualquer providência até o momento.

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