Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Técnicos da Emasa descartam estação de esgoto para o Marambaia

Obra é cara e mal explicada 

Terça, 13/11/2018 11:36.
Google.

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A reportagem do Página apurou que técnicos da Emasa descartaram a implantação de uma estação de tratamento de esgoto no trecho final do canal do Marambaia porque existem outras alternativas mais baratas e lógicas para sanear aquele curso d´água.

De imediato, devido ao prazo até a temporada, deverá ser usado um biorremediador na esperança que reduza a poluição e o cheiro desagradável.

O sucesso da iniciativa, com custo estimado em R$ 20 mil, é improvável porque biorremediadores exigem tempo e pesquisa de campo para darem resultados.

Em paralelo a Emasa pretende implantar um novo emissário pressurizado de esgoto, aliviando o emissário existente cujas falhas são apontadas como um dos principais fatores de poluição do Marambaia.

Também será feito o trabalho de reparar o emissário antigo; executar melhorias na rede; combater as irregularidades nas ligações de esgoto e construir o molhe da Barra Norte.

ESTAÇÃO É MAU NEGÓCIO

A estaçao da tratamento de esgoto para o Marambaia é mau negócio para a cidade pelos seguintes motivos:  

O preço não é claro: o primeiro orçamento era de R$ 25 a R$ 28 milhões e agora caiu para R$ 12 milhões.

O custo anual de manutenção na primeira estimativa era R$ 1 milhão e na segunda proposta aumentou para R$ 3 milhões.    

É suspeita uma solução técnica cujo custo de implantação cai mais de 50% e o de manutenção triplica em poucos meses.

A estação custa quase o dobro do preço para implantar um novo emissário de esgoto, obra apontada pelo corpo técnico da Emasa como solução ideal e que terá que ser feita com ou sem a estação.

A estação não funciona sob chuva. No verão, período que a cidade mais precisa de boas condições de banho, costuma chover quase todos os dias.

Se o argumento principal é qualidade da praia para banho, o molhe cuja construção iniciará em breve, tende a garantir isso.

 


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Técnicos da Emasa descartam estação de esgoto para o Marambaia

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Terça, 13/11/2018 11:36.

A reportagem do Página apurou que técnicos da Emasa descartaram a implantação de uma estação de tratamento de esgoto no trecho final do canal do Marambaia porque existem outras alternativas mais baratas e lógicas para sanear aquele curso d´água.

De imediato, devido ao prazo até a temporada, deverá ser usado um biorremediador na esperança que reduza a poluição e o cheiro desagradável.

O sucesso da iniciativa, com custo estimado em R$ 20 mil, é improvável porque biorremediadores exigem tempo e pesquisa de campo para darem resultados.

Em paralelo a Emasa pretende implantar um novo emissário pressurizado de esgoto, aliviando o emissário existente cujas falhas são apontadas como um dos principais fatores de poluição do Marambaia.

Também será feito o trabalho de reparar o emissário antigo; executar melhorias na rede; combater as irregularidades nas ligações de esgoto e construir o molhe da Barra Norte.

ESTAÇÃO É MAU NEGÓCIO

A estaçao da tratamento de esgoto para o Marambaia é mau negócio para a cidade pelos seguintes motivos:  

O preço não é claro: o primeiro orçamento era de R$ 25 a R$ 28 milhões e agora caiu para R$ 12 milhões.

O custo anual de manutenção na primeira estimativa era R$ 1 milhão e na segunda proposta aumentou para R$ 3 milhões.    

É suspeita uma solução técnica cujo custo de implantação cai mais de 50% e o de manutenção triplica em poucos meses.

A estação custa quase o dobro do preço para implantar um novo emissário de esgoto, obra apontada pelo corpo técnico da Emasa como solução ideal e que terá que ser feita com ou sem a estação.

A estação não funciona sob chuva. No verão, período que a cidade mais precisa de boas condições de banho, costuma chover quase todos os dias.

Se o argumento principal é qualidade da praia para banho, o molhe cuja construção iniciará em breve, tende a garantir isso.

 


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