Jornal Página 3

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Kratz diz que Praça do Cidadão ainda pode sair do papel

Quinta, 8/3/2018 8:11.

O secretário do Planejamento, Edson Kratz, disse ao Página 3 ontem (7) que a Praça do Cidadão ainda pode se tornar realidade, independente da instalação de uma loja da Havan no terreno do empresário Jorge Caseca.

A Praça, com o centro administrativo da prefeitura, seria construída no futuro alinhamento entre a Avenida Martin Luther e a Quarta Avenida, por cima de onde hoje existe o antigo quartel do Corpo de Bombeiros e imóveis vizinhos.

A Emasa é dona do terreno acima da Rua Aqueduto onde passaria o prolongamento da Martin Luther. O maior entrave é de ordem ambiental, um dos terrenos (da Orion Empreendimentos) tem um morro e há conversações com o Ministério Público para rebaixá-lo 15 metros.

Consultado, o Ministério Público informou que o morro não pode ser mexido.

Alguns imóveis em torno do antigo Quartel já são do município e outros serão desapropriados.

Kratz acredita que uma Operação Urbana Consorciada permitindo edifícios altos naquela área possa gerar os recursos suficientes para tornar viável a construção do centro administrativo e a Praça do Cidadão.

Seja qual for a solução encontrada, é improvável que ela ocorra antes de dois ou três anos, prazo necessário para definir projetos, aprovar legislações, lançar as Operações Urbanas Consorciadas e obter a adesão de empresários interessados.


 

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Página 3

Kratz diz que Praça do Cidadão ainda pode sair do papel

Quinta, 8/3/2018 8:11.

O secretário do Planejamento, Edson Kratz, disse ao Página 3 ontem (7) que a Praça do Cidadão ainda pode se tornar realidade, independente da instalação de uma loja da Havan no terreno do empresário Jorge Caseca.

A Praça, com o centro administrativo da prefeitura, seria construída no futuro alinhamento entre a Avenida Martin Luther e a Quarta Avenida, por cima de onde hoje existe o antigo quartel do Corpo de Bombeiros e imóveis vizinhos.

A Emasa é dona do terreno acima da Rua Aqueduto onde passaria o prolongamento da Martin Luther. O maior entrave é de ordem ambiental, um dos terrenos (da Orion Empreendimentos) tem um morro e há conversações com o Ministério Público para rebaixá-lo 15 metros.

Consultado, o Ministério Público informou que o morro não pode ser mexido.

Alguns imóveis em torno do antigo Quartel já são do município e outros serão desapropriados.

Kratz acredita que uma Operação Urbana Consorciada permitindo edifícios altos naquela área possa gerar os recursos suficientes para tornar viável a construção do centro administrativo e a Praça do Cidadão.

Seja qual for a solução encontrada, é improvável que ela ocorra antes de dois ou três anos, prazo necessário para definir projetos, aprovar legislações, lançar as Operações Urbanas Consorciadas e obter a adesão de empresários interessados.


 

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