Jornal Página 3

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Maior problema da Praça do Cidadão é o custo de meio bilhão de reais
Reprodução.

Quarta, 7/3/2018 7:26.

O maior obstáculo à construção da Praça do Cidadão, na rua Aqueduto em frente ao Balneário Shopping, é encontrar alguém disposto a investir cerca de R$ 500 milhões.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) considera que construir naquela região uma loja da Havan sem fazer a praça é nocivo ao interese da cidade, mas tornar viável essa vontade parece difícil.

A estimativa do custo do complexo Praça do Cidadão foi feita ontem (6) ao Página 3 por seu idealizador, o arquiteto Ênio Faqueti.

(Atualizada) Além da dificuldade financeira, uma parte da área não pode ser mexida porque se trata de um morro conforme informou o Ministério Público nesta quarta-feira (7).

O terreno esteve envolvido em pendência judicial devido a danos ambientais. Em janeiro foi homologado acordo entre Ministério Público e os proprietários que se comprometeram a adquirir 10.000 m2 de reserva florestal legal, mas isso aparentemente não lhes deu o direito de remover o morro.

Esta área, de propriedade da Orion Administração e Participações Ltda., assim como a contígua, pertencente à família Caseca, estava reservada no Plano Diretor para uma parceria público privada.

Uma das propostas, surgida em 2015, foi implantar um shopping, um hotel, um edifício de escritórios, um prédio para o centro administrativo da prefeitura, uma praça (a do cidadão) e uma loja da Havan.

Os processos decorrentes dos danos ambientais no terreno da Orion; a falta de clareza sobre prazos e outras polêmicas envolvendo a Praça do Cidadão resultaram no cancelamento do projeto e no final de 2016, através de lei proposta pelo ex-prefeito Edson Piriquito e aprovada pelos vereadores, os terrenos deixaram de ser reservados para parcerias público privadas.

Com isso os proprietários ficaram livres para negociar seus terrenos da forma que quisessem desde que dentro das regras do Plano Diretor e das leis ambientais.

A família Caseca decidiu alugar sua área para a construção da segunda loja da Havan, projeto aprovado na semana passada pelo Conselho da Cidade e contestado pela CDL que alega ser o local nobre e que deveria ter melhor aproveitamento.

O advogado da Orion, José Gilmar Bertolo, disse ao Página 3 na tarde desta terça-feira que seu cliente está disposto a ceder a área para a Praça do Cidadão desde que algum investidor chegue a um acordo financeiro que lhe seja vantajoso.

O Plano Diretor estabelece que se aquela área for ambientalmente livre será possível construir cerca de 30.000 m2 e só o prédio para o centro administrativo da prefeitura consumiria 10.000 a 12.000 m2.

Além da praça (10.000 m2) os outros volumes previstos no projeto seriam um hotel (10.000 a 15.000 m2); 90.000m2 de estacionamento; prédio de escritórios com 25.000 m2 e shopping com 40.000 m2.

Com isso, onde é possível construir 30.000 m2 seria permitido o triplo e essa seria a grande motivação para quem quisesse investir no local.

A construção ou não da Praça do Cidadão não influi na loja da Havan, são terrenos separados e de proprietários distintos.

Ênio Faqueti destacou que aquele local no final da Avenida das Flores dentro de poucos anos será um ponto de conflito no sistema viário e que seu projeto contemplava soluções que diminuiriam essas dificuldades.

Ele disse lamentar que a Praça do Cidadão não tenha saído do papel, mas admite que o investimento é alto e encontrar um investidor não é tarefa simples.

Faqueti: o idelizador do projeto Praça do Cidadão.

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Maior problema da Praça do Cidadão é o custo de meio bilhão de reais

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Quarta, 7/3/2018 7:26.

O maior obstáculo à construção da Praça do Cidadão, na rua Aqueduto em frente ao Balneário Shopping, é encontrar alguém disposto a investir cerca de R$ 500 milhões.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) considera que construir naquela região uma loja da Havan sem fazer a praça é nocivo ao interese da cidade, mas tornar viável essa vontade parece difícil.

A estimativa do custo do complexo Praça do Cidadão foi feita ontem (6) ao Página 3 por seu idealizador, o arquiteto Ênio Faqueti.

(Atualizada) Além da dificuldade financeira, uma parte da área não pode ser mexida porque se trata de um morro conforme informou o Ministério Público nesta quarta-feira (7).

O terreno esteve envolvido em pendência judicial devido a danos ambientais. Em janeiro foi homologado acordo entre Ministério Público e os proprietários que se comprometeram a adquirir 10.000 m2 de reserva florestal legal, mas isso aparentemente não lhes deu o direito de remover o morro.

Esta área, de propriedade da Orion Administração e Participações Ltda., assim como a contígua, pertencente à família Caseca, estava reservada no Plano Diretor para uma parceria público privada.

Uma das propostas, surgida em 2015, foi implantar um shopping, um hotel, um edifício de escritórios, um prédio para o centro administrativo da prefeitura, uma praça (a do cidadão) e uma loja da Havan.

Os processos decorrentes dos danos ambientais no terreno da Orion; a falta de clareza sobre prazos e outras polêmicas envolvendo a Praça do Cidadão resultaram no cancelamento do projeto e no final de 2016, através de lei proposta pelo ex-prefeito Edson Piriquito e aprovada pelos vereadores, os terrenos deixaram de ser reservados para parcerias público privadas.

Com isso os proprietários ficaram livres para negociar seus terrenos da forma que quisessem desde que dentro das regras do Plano Diretor e das leis ambientais.

A família Caseca decidiu alugar sua área para a construção da segunda loja da Havan, projeto aprovado na semana passada pelo Conselho da Cidade e contestado pela CDL que alega ser o local nobre e que deveria ter melhor aproveitamento.

O advogado da Orion, José Gilmar Bertolo, disse ao Página 3 na tarde desta terça-feira que seu cliente está disposto a ceder a área para a Praça do Cidadão desde que algum investidor chegue a um acordo financeiro que lhe seja vantajoso.

O Plano Diretor estabelece que se aquela área for ambientalmente livre será possível construir cerca de 30.000 m2 e só o prédio para o centro administrativo da prefeitura consumiria 10.000 a 12.000 m2.

Além da praça (10.000 m2) os outros volumes previstos no projeto seriam um hotel (10.000 a 15.000 m2); 90.000m2 de estacionamento; prédio de escritórios com 25.000 m2 e shopping com 40.000 m2.

Com isso, onde é possível construir 30.000 m2 seria permitido o triplo e essa seria a grande motivação para quem quisesse investir no local.

A construção ou não da Praça do Cidadão não influi na loja da Havan, são terrenos separados e de proprietários distintos.

Ênio Faqueti destacou que aquele local no final da Avenida das Flores dentro de poucos anos será um ponto de conflito no sistema viário e que seu projeto contemplava soluções que diminuiriam essas dificuldades.

Ele disse lamentar que a Praça do Cidadão não tenha saído do papel, mas admite que o investimento é alto e encontrar um investidor não é tarefa simples.

Faqueti: o idelizador do projeto Praça do Cidadão.

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