Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Definir quem administrará o Centro de Eventos é mais urgente que concluir a obra, diz secretário de Turismo

Segunda, 30/4/2018 7:23.
Divulgação
Na foto, o vice Carlos Humberto, o prefeito Fabrício, o secretário de Turismo Miro com o ministro do Turismo, sexta-feira em Balneário.

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O Centro de Convenções ainda nem está pronto, mas a procura para realizar eventos já é grande. Por isso mesmo, o secretário de Turismo Miro Teixeira acha que, neste momento, mais importante do que terminar a obra, é lançar o edital de licitação, para definir qual a empresa que vai gerir aquele local.

“Hoje lançar o edital é mais urgente que a própria obra. Tem que licitar este ano para poder agendar eventos ano que vem porque a demanda é grande. Já recusamos eventos da construção civil, da moda calçadista, de turismo e até um da Associação Brasileira de Vinicultores”, informou o secretário.

A vinda do ministro do Turismo Vinicius Lummertz na sexta-feira (27) a Balneário Camboriú trouxe uma injeção de ânimo. Miro contou que em uma reunião privada com o ministro, da qual participaram o prefeito Fabrício Oliveira, o senador Dário Berger, os deputados federais Peninha e Edinho Bez e ele, Lummertz reforçou que ele tem duas prioridades para Balneário: o engordamento da faixa de areia e a conclusão do Centro de Eventos. O ministro acredita que antes de acabar o ano, ele voltará para inaugurar aquele espaço.

“Ele reafirmou que o repasse da verba está garantido para a obra do Centro de Eventos e dali mesmo ligou para o BNDES para pedir agilização no andamento do protocolo do alargamento da praia, que só estava esperando o licenciamento da Fatma. Ele disse o engordamento da faixa de areia é uma obra para Santa Catarina e para o Brasil, porque Balneário Camboriú é hoje o principal destino turístico do Estado”, destacou Miro.

Prejuízo

Segundo o secretário, a média de gasto de um convencional é de R$ 280/dia. Mais a hospedagem em torno de R$ 200. Seriam R$ 500/dia. Um evento com oito mil convencionais isso representaria R$ 4 milhões/dia. Se o evento durar cinco dias seriam R$ 20 milhões.

“Cada evento que estamos deixando de fazer aqui porque o Centro de Eventos não está pronto é R$ 20 a R$ 30 milhões que o municipio deixa de arrecadar. Outro fato é que os organizadores normalmente agendam dois, três e até quatro anos antes o evento que querem fazer. Então se queremos eventos no ano que vem, tudo precisa estar pronto esse ano”, afirmou.

O secretário disse que nos próximos dias agendará uma reunião com o secretário de Turismo para tratar desse assunto com urgência.


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 Na foto, o vice Carlos Humberto, o prefeito Fabrício, o secretário de Turismo Miro com o ministro do Turismo, sexta-feira em Balneário.
Na foto, o vice Carlos Humberto, o prefeito Fabrício, o secretário de Turismo Miro com o ministro do Turismo, sexta-feira em Balneário.

Definir quem administrará o Centro de Eventos é mais urgente que concluir a obra, diz secretário de Turismo

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Segunda, 30/4/2018 7:23.

O Centro de Convenções ainda nem está pronto, mas a procura para realizar eventos já é grande. Por isso mesmo, o secretário de Turismo Miro Teixeira acha que, neste momento, mais importante do que terminar a obra, é lançar o edital de licitação, para definir qual a empresa que vai gerir aquele local.

“Hoje lançar o edital é mais urgente que a própria obra. Tem que licitar este ano para poder agendar eventos ano que vem porque a demanda é grande. Já recusamos eventos da construção civil, da moda calçadista, de turismo e até um da Associação Brasileira de Vinicultores”, informou o secretário.

A vinda do ministro do Turismo Vinicius Lummertz na sexta-feira (27) a Balneário Camboriú trouxe uma injeção de ânimo. Miro contou que em uma reunião privada com o ministro, da qual participaram o prefeito Fabrício Oliveira, o senador Dário Berger, os deputados federais Peninha e Edinho Bez e ele, Lummertz reforçou que ele tem duas prioridades para Balneário: o engordamento da faixa de areia e a conclusão do Centro de Eventos. O ministro acredita que antes de acabar o ano, ele voltará para inaugurar aquele espaço.

“Ele reafirmou que o repasse da verba está garantido para a obra do Centro de Eventos e dali mesmo ligou para o BNDES para pedir agilização no andamento do protocolo do alargamento da praia, que só estava esperando o licenciamento da Fatma. Ele disse o engordamento da faixa de areia é uma obra para Santa Catarina e para o Brasil, porque Balneário Camboriú é hoje o principal destino turístico do Estado”, destacou Miro.

Prejuízo

Segundo o secretário, a média de gasto de um convencional é de R$ 280/dia. Mais a hospedagem em torno de R$ 200. Seriam R$ 500/dia. Um evento com oito mil convencionais isso representaria R$ 4 milhões/dia. Se o evento durar cinco dias seriam R$ 20 milhões.

“Cada evento que estamos deixando de fazer aqui porque o Centro de Eventos não está pronto é R$ 20 a R$ 30 milhões que o municipio deixa de arrecadar. Outro fato é que os organizadores normalmente agendam dois, três e até quatro anos antes o evento que querem fazer. Então se queremos eventos no ano que vem, tudo precisa estar pronto esse ano”, afirmou.

O secretário disse que nos próximos dias agendará uma reunião com o secretário de Turismo para tratar desse assunto com urgência.


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