Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Recomendação do MP sobre a Guarda Municipal gera reações da comunidade

Opine também!

Quarta, 25/4/2018 18:08.
Divulgação PMBC

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As reações sobre a decisão da 8ª Promotoria de Justiça de Balneário Camboriú, para que a Guarda Municipal não atue mais diretamente contra a criminalidade, continuam movimentando a opinião pública.

De acordo com a recomendação ministerial, a promotoria considerou, entre outros pontos, os “reiterados casos de abuso de autoridade” envolvendo a GM, para instaurar o inquérito civil para apurar um “possível desvio de função” da Guarda.

O prefeito Fabrício Oliveira disse ao Página 3 na terça-feira (24) que não cumprirá a recomendação porque entende que os serviços prestados pela Guarda Municipal são essenciais à segurança da população.

As manifestações nas redes sociais se multiplicaram rapidamente e a comunidade foi incisiva no apoio ao prefeito e à Guarda.

“Se cabem diferentes interpretações sobre as atribuições das Guardas Municipais, a Sra Promotora está escolhendo interpretar de forma que atrapalhará um serviço público que está sendo muito bem desempenhado e faz diferença para todos em Balneário Camboriú. Parabéns ao Prefeito pela firmeza na decisão”, disse um leitor.

“É muito importante que a guarda municipal também ajude a combater a criminalidade juntamente com a polícia militar e civil. Quanto mais pessoas cuidando da segurança da população, melhor para todos. Concordo com o Prefeito de BC. SOMOS TODOS PELA SEGURANÇA!”, complementou outro.

Os partidos da base do governo também saíram em defesa da decisão de Fabrício. O PSB escreveu que “a Guarda Municipal vem fazendo um excelente trabalho contra a criminalidade, realizando operações e constantes rondas ostensivas”.

A ala jovem do Partido da República foi mais ousada na defesa e no primeiro momento emitiu uma nota afirmando que em anos “jamais vimos o Ministério Público exigindo do Estado, a garantia de segurança dos cidadãos, muito pelo contrário, o MP assistiu passivamente o desmonte de um batalhão que já foi um dos maiores de Santa Catarina”.

O promotor Rosan da Rocha, atento às manifestações nas redes, confrontou a afirmação. Entre outros pontos contraditórios da nota, ele demonstrou que sim o MP atua neste sentido, tanto que foi ajuizada uma ação pública após um inquérito de 2015, pedindo a recomposição dos efetivos das forças policiais frente ao desaparelhamento do Estado. No ano seguinte o MP obteve medida liminar para aumento do efetivo.

Hoje, o vice-prefeito Carlos Humberto, presidente da Executiva do Partido da República de Balneário, publicou nota “puxando a orelha” publicamente da ala jovem e pedindo a edição da nota, o que foi feito no meio da tarde.

Matéria publicada pelo Página 3:

Fabrício disse ao Página 3 na tarde desta terça-feira (24) que não cumprirá a recomendação. Leia na íntegra.

Publicado por Jornal Página 3 - Balneário Camboriú emTerça-feira, 24 de abril de 2018


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Quarta, 25/4/2018 18:08.

As reações sobre a decisão da 8ª Promotoria de Justiça de Balneário Camboriú, para que a Guarda Municipal não atue mais diretamente contra a criminalidade, continuam movimentando a opinião pública.

De acordo com a recomendação ministerial, a promotoria considerou, entre outros pontos, os “reiterados casos de abuso de autoridade” envolvendo a GM, para instaurar o inquérito civil para apurar um “possível desvio de função” da Guarda.

O prefeito Fabrício Oliveira disse ao Página 3 na terça-feira (24) que não cumprirá a recomendação porque entende que os serviços prestados pela Guarda Municipal são essenciais à segurança da população.

As manifestações nas redes sociais se multiplicaram rapidamente e a comunidade foi incisiva no apoio ao prefeito e à Guarda.

“Se cabem diferentes interpretações sobre as atribuições das Guardas Municipais, a Sra Promotora está escolhendo interpretar de forma que atrapalhará um serviço público que está sendo muito bem desempenhado e faz diferença para todos em Balneário Camboriú. Parabéns ao Prefeito pela firmeza na decisão”, disse um leitor.

“É muito importante que a guarda municipal também ajude a combater a criminalidade juntamente com a polícia militar e civil. Quanto mais pessoas cuidando da segurança da população, melhor para todos. Concordo com o Prefeito de BC. SOMOS TODOS PELA SEGURANÇA!”, complementou outro.

Os partidos da base do governo também saíram em defesa da decisão de Fabrício. O PSB escreveu que “a Guarda Municipal vem fazendo um excelente trabalho contra a criminalidade, realizando operações e constantes rondas ostensivas”.

A ala jovem do Partido da República foi mais ousada na defesa e no primeiro momento emitiu uma nota afirmando que em anos “jamais vimos o Ministério Público exigindo do Estado, a garantia de segurança dos cidadãos, muito pelo contrário, o MP assistiu passivamente o desmonte de um batalhão que já foi um dos maiores de Santa Catarina”.

O promotor Rosan da Rocha, atento às manifestações nas redes, confrontou a afirmação. Entre outros pontos contraditórios da nota, ele demonstrou que sim o MP atua neste sentido, tanto que foi ajuizada uma ação pública após um inquérito de 2015, pedindo a recomposição dos efetivos das forças policiais frente ao desaparelhamento do Estado. No ano seguinte o MP obteve medida liminar para aumento do efetivo.

Hoje, o vice-prefeito Carlos Humberto, presidente da Executiva do Partido da República de Balneário, publicou nota “puxando a orelha” publicamente da ala jovem e pedindo a edição da nota, o que foi feito no meio da tarde.

Matéria publicada pelo Página 3:

Fabrício disse ao Página 3 na tarde desta terça-feira (24) que não cumprirá a recomendação. Leia na íntegra.

Publicado por Jornal Página 3 - Balneário Camboriú emTerça-feira, 24 de abril de 2018

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