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Marcenaria municipal: um lugar onde se cria e se reaproveita

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Fotos Daniele Sisnandes

Quinta, 12/4/2018 10:43.

No serviço público algumas coisas são mais demoradas como o processo de se desfazer ou adquirir novos bens. Com objetivo de reduzir custos, a atual gestão optou por aproximar dois setores, o de inservíveis e a marcenaria municipal, ambos agora sob responsabilidade de Patrimônio Público.

Desde o começo desse ano foram iniciadas as mudanças desses setores para um galpão situado no bairro Barranco, em Camboriú, logo depois da ponte da Via Gastronômica.

A diretora do Patrimônio Claudineia (Zezé) da Costa Wolff explica que o local foi escolhido por ser mais barato (R$ 7 mil/mês) do que os galpões disponíveis em Balneário. Antes, a prefeitura tinha esses dois setores em locais diferentes.

Marcenaria

A marcenaria, que ficava na Rua Itália e era conduzida pela Secretaria de Inclusão, foi designada ao Patrimônio e desde então vem passando por adequações.

O setor existe na prefeitura há mais de 30 anos e tem hoje cerca de 10 funcionários. Nasceu pra ser uma espécie de escola, mas se tornou uma verdadeira fábrica que atende as necessidades do município, gerando mais rapidez e economia do que se cada setor tivesse que realizar uma licitação por móveis novos.

O setor recebe as solicitações, faz as medições, encaminha os pedidos de material e depois monta. O tombamento (registro no Patrimônio) é feito ali mesmo e depois os móveis são despachados.

Como a marcenaria ficou muitos anos sem investimentos, as máquinas estão velhas e uma licitação está sendo aberta para aquisição de equipamentos mais modernos, que farão todo o serviço de corte, com precisão e segurança.

Dali saem diversos tipos de móveis, de mesas e armários até certos tipos de maca. São simples e funcionais.

“A prefeitura não é a Casa Cor”, frisa Zezé. Pode não ser, mas a prefeitura é a única de toda a região que conta com uma marcenaria própria e isso agiliza muito as necessidades das repartições.

Um estagiário de arquitetura está trabalhando no setor para desenhar os pedidos, algo que era feito até então no “olhômetro”.

Também estão sendo implantados sistemas de controle de materiais novos que chegam (com a verificação constante das notas) e do que é produzido. O objetivo é fazer ao final do ano algo inédito: um balanço para calcular a economia que a marcenaria gerou ao município.

I N S E R V Í V E I S

Quando o atual governo assumiu, encontrou os inservíveis em um depósito abarrotado (que chegou a inundar após chuvas fortes) e muito se perdeu. Para se ter uma ideia do descaso, o leilão de tudo que tinha dentro do depósito chegou a apenas R$ 7 mil e como foi recente, o galpão está quase vazio.

De acordo com Zezé, o Patrimônio vai tentando aproveitar o que chega em outros setores, mas a maioria das coisas já chega em estado avançado de uso ou equipamentos que passaram por vários consertos e não têm mais serventia. “Não são móveis bonitos, mas alguns dá pra usar e é dinheiro público”, argumenta Zezé.

Estão no galpão máquinas obsoletas, ares condicionados e uma montanha de móveis de escritório que sobrou de uma repaginada na Câmara: cadeiras com estofamento avariado e mesas que ficaram no estacionamento do Legislativo e incharam após inundação.

Como o município não pode simplesmente jogar fora o que não tem mais serventia, o material ficará ali até o próximo leilão ou também pode ser doado, mediante autorização em lei.

Maquinário da marcenaria municipal

O estagiário de Arquitetura Matheus Boeing ajuda na criação dos projetos

Materiais inservíveis

 


 

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