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Diagnóstico vai apontar necessidades da Educação Especial na rede municipal
Divulgação PMBC

Terça, 17/1/2017 5:54.

A secretaria da Educação está trabalhando na reestruturação da Educação Especial, para melhorar o atendimento aos mais de 300 estudantes especiais que a rede municipal abriga. Uma das partes mais importantes desse trabalho será o diagnóstico, que vai mostrar a situação atual do setor.

“Este levantamento vai dizer quem são alunos especiais, quantos são deficientes visuais, auditivos, cadeirantes, com Transtorno do Espectro do Autismo, vamos saber sobre a estrutura física, o atendimento, se o quadro de professores que os atendem é suficiente ou não, enfim teremos um raio-X da situação”, disse a diretora do Departamento de Educação Especial, Adriana dos Santos.

No ano passado entidades que trabalham com estas questões, como a AMA Litoral, Amor pra Down e APAE realizaram um questionário com 10 perguntas respondido por 600 professores, que nas respostas demonstraram as dificuldades em lidar com a Educação Especial em sala de aula. “Nós já recebemos este questionário, ele fará parte do diagnóstico”, acrescentou Adriana. Até junho o levantamento estará pronto e em julho será traçado o plano de trabalho para a Educação Especial.

Outro investimento será na ampliação do Atendimento Educacional Especializado (AEE): haverá um coordenador por zona de atendimento, para acompanhar de perto a necessidade de cada aluno e levar essas informações para a equipe multidisciplinar (psicólogo, assistente social, pedagogo, fonoaudiólogo e fisioterapeuta).

A secretaria da Educação também quer aproximar e envolver mais as famílias dos alunos especiais e fortalecer o vínculo com as redes de apoio, como a APAE, AMA Litoral e Amor pra Down, entre outras.

A presidente da AMA Litoral Santa Catarina, Cátia Franzoi defende a realização de capacitações para os professores que trabalharão com alunos especiais no início do ano letivo. “Todos serão beneficiados com esses cursos, estamos há três anos tentando que eles aconteçam antes de começar as aulas”, disse.

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Diagnóstico vai apontar necessidades da Educação Especial na rede municipal

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Terça, 17/1/2017 5:54.

A secretaria da Educação está trabalhando na reestruturação da Educação Especial, para melhorar o atendimento aos mais de 300 estudantes especiais que a rede municipal abriga. Uma das partes mais importantes desse trabalho será o diagnóstico, que vai mostrar a situação atual do setor.

“Este levantamento vai dizer quem são alunos especiais, quantos são deficientes visuais, auditivos, cadeirantes, com Transtorno do Espectro do Autismo, vamos saber sobre a estrutura física, o atendimento, se o quadro de professores que os atendem é suficiente ou não, enfim teremos um raio-X da situação”, disse a diretora do Departamento de Educação Especial, Adriana dos Santos.

No ano passado entidades que trabalham com estas questões, como a AMA Litoral, Amor pra Down e APAE realizaram um questionário com 10 perguntas respondido por 600 professores, que nas respostas demonstraram as dificuldades em lidar com a Educação Especial em sala de aula. “Nós já recebemos este questionário, ele fará parte do diagnóstico”, acrescentou Adriana. Até junho o levantamento estará pronto e em julho será traçado o plano de trabalho para a Educação Especial.

Outro investimento será na ampliação do Atendimento Educacional Especializado (AEE): haverá um coordenador por zona de atendimento, para acompanhar de perto a necessidade de cada aluno e levar essas informações para a equipe multidisciplinar (psicólogo, assistente social, pedagogo, fonoaudiólogo e fisioterapeuta).

A secretaria da Educação também quer aproximar e envolver mais as famílias dos alunos especiais e fortalecer o vínculo com as redes de apoio, como a APAE, AMA Litoral e Amor pra Down, entre outras.

A presidente da AMA Litoral Santa Catarina, Cátia Franzoi defende a realização de capacitações para os professores que trabalharão com alunos especiais no início do ano letivo. “Todos serão beneficiados com esses cursos, estamos há três anos tentando que eles aconteçam antes de começar as aulas”, disse.

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