Jornal Página 3

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Após cinco anos de promessas, abrigo para crianças pode sair do papel
Reprodução
Planejamento fez um esboço de como será o projeto

Quarta, 14/9/2016 6:45.

A prefeitura lançou um termo de referência para elaborar os projetos (de arquitetura e engenharia) para construção de uma instituição municipal de acolhimento a crianças. A “iniciativa” na verdade responde um Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público, decorrente de ação civil pública ajuizada em 2011 e que culminou com o fechamento da antiga Casa da Criança. Desde então, Balneário mantém suas crianças abrigadas em uma instituição de Camboriú e promete que vai construir a sua própria.

Na época da intervenção judicial, quem presidia o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA) era Jade Martins, atual candidata à prefeitura. Ela chegou a traçar um projeto de institucionalização do abrigamento, mas a iniciativa nunca foi tirada do papel pelo prefeito Edson Renato Dias, exceto agora, na véspera das eleições.

O novo projeto

O secretário de Compras, Mário Teixeira adiantou que este novo projeto foi desenvolvido diretamente pela Secretaria de Planejamento e que a intenção é começar a construir ainda este ano. Ele explicou que além das vagas para crianças, a estrutura vai receber mulheres vítimas de violência doméstica e não tenham onde ficar provisoriamente.

Conforme o termo de referência, a estrutura tem 565m2 e será edificada em frente à 6ª Avenida. Haverá uma base da Guarda Municipal, pequenas casas contendo cozinha, escritório, dormitório, alojamentos, berçário e espaço de lazer, além da área administrativa com recepção, escritórios e sala de reuniões. Do lado de fora, playground com quadra e horta.

A única estimativa que existe até agora é o investimento inicial de aproximadamente R$ 80 mil, só com o projeto. A presidente do CMDCA, Karina Dias Heil informou apenas que o lar municipal será administrado pela Secretaria de Inclusão Social, mas não divulgou detalhes sobre os custos de manutenção do abrigo. Hoje, o Conselho repassa através de convênio com o Lar Bom Pastor, de Camboriú, R$ 450 mil por ano, para atender em média 10 crianças/mês.

A abertura das propostas está marcada para dia 22. O prazo para execução e entrega do serviço será de 30 dias a partir da emissão da ordem de serviço

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Após cinco anos de promessas, abrigo para crianças pode sair do papel

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Planejamento fez um esboço de como será o projeto
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Quarta, 14/9/2016 6:45.

A prefeitura lançou um termo de referência para elaborar os projetos (de arquitetura e engenharia) para construção de uma instituição municipal de acolhimento a crianças. A “iniciativa” na verdade responde um Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público, decorrente de ação civil pública ajuizada em 2011 e que culminou com o fechamento da antiga Casa da Criança. Desde então, Balneário mantém suas crianças abrigadas em uma instituição de Camboriú e promete que vai construir a sua própria.

Na época da intervenção judicial, quem presidia o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA) era Jade Martins, atual candidata à prefeitura. Ela chegou a traçar um projeto de institucionalização do abrigamento, mas a iniciativa nunca foi tirada do papel pelo prefeito Edson Renato Dias, exceto agora, na véspera das eleições.

O novo projeto

O secretário de Compras, Mário Teixeira adiantou que este novo projeto foi desenvolvido diretamente pela Secretaria de Planejamento e que a intenção é começar a construir ainda este ano. Ele explicou que além das vagas para crianças, a estrutura vai receber mulheres vítimas de violência doméstica e não tenham onde ficar provisoriamente.

Conforme o termo de referência, a estrutura tem 565m2 e será edificada em frente à 6ª Avenida. Haverá uma base da Guarda Municipal, pequenas casas contendo cozinha, escritório, dormitório, alojamentos, berçário e espaço de lazer, além da área administrativa com recepção, escritórios e sala de reuniões. Do lado de fora, playground com quadra e horta.

A única estimativa que existe até agora é o investimento inicial de aproximadamente R$ 80 mil, só com o projeto. A presidente do CMDCA, Karina Dias Heil informou apenas que o lar municipal será administrado pela Secretaria de Inclusão Social, mas não divulgou detalhes sobre os custos de manutenção do abrigo. Hoje, o Conselho repassa através de convênio com o Lar Bom Pastor, de Camboriú, R$ 450 mil por ano, para atender em média 10 crianças/mês.

A abertura das propostas está marcada para dia 22. O prazo para execução e entrega do serviço será de 30 dias a partir da emissão da ordem de serviço

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