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Promotor pede que Bondindinho tenha porta dos dois lados
Renata Rutes/Página 3

Quarta, 26/10/2016 8:34.

Hoje, para embarcar no Bondindinho na Avenida Atlântica o público precisa atravessar e esperar em cima da ciclofaixa. Como existe risco de acidentes, o promotor Rosan da Rocha entrou com uma ação pedindo que a Expressul tenha porta dos dois lados. O pedido não foi bem aceito pela empresa responsável. Para saber a opinião do público, o Página 3 embarcou no coletivo turístico e conversou com algumas pessoas. 

A ação do MPSC

Rosan encaminhou uma ação civil pública à Justiça para que o Bondindinho pare de circular pela cidade caso não coloque portas dos dois lados. “Pedi que a Expressul adicione outra porta para que o pedestre suba sempre pela calçada (pela esquerda na Avenida Atlântica e pela direita na Brasil). Inicialmente tive uma resposta positiva, mas depois esse cenário mudou. Não aceito isso, e por isso entrei com a ação”, informa.

O diretor da Expressul, Evandro Ern, explica que a empresa está se defendendo, mas que a Expressul não concorda e não quer colocar as duas portas. “Não temos nada a ver com a ciclovia, não fomos nós que a implantamos. Sempre circulamos dessa forma, então por que agora temos que parar? Diversos outros veículos também sofrem com isso, como os caminhões do coco e do milho e outros coletivos”, diz.

Com a palavra, o público

Maria Júlia Soares Rosa, 73 anos, aposentada, conta que pega o Bondindinho com frequência e diz que, em sua opinião, não seria preciso colocar duas portas no transporte.

“Vejo que o pessoal que usa a ciclofaixa é que precisa respeitar mais quem vai no Bondindinho. Acho que é perigoso embarcarmos e descermos em cima dela e penso que poderiam fazer um local elevado especial para os coletivos pararem”.

Osvaldo e Gabriela Farias, 33 e 32 anos, estavam visitando Balneário, eles são de Londrina/PR

“Visitamos Balneário sempre que podemos, e achamos muito estranho o Bondindinho parar em cima da ciclofaixa, até comentamos isso com amigos, porque é muito perigoso. Apesar de ser caro, acreditamos que a colocação da outra porta seria uma opção e solucionaria esse problema”.

Vanessa Facchini, 22 anos, estudante, pega o Bondidinho para voltar pra casa, porque trabalha na Barra Sul e mora na Barra Norte.

“Realmente é bem ruim e eu já vi vários quase-atropelamentos por conta de precisarmos atravessar a ciclofaixa para embarcar. Acho que essa segunda porta seria uma boa, já que embarcaríamos com segurança na calçada, assim como acontece na Brasil”.

 

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Promotor pede que Bondindinho tenha porta dos dois lados

Renata Rutes/Página 3
Quarta, 26/10/2016 8:34.

Hoje, para embarcar no Bondindinho na Avenida Atlântica o público precisa atravessar e esperar em cima da ciclofaixa. Como existe risco de acidentes, o promotor Rosan da Rocha entrou com uma ação pedindo que a Expressul tenha porta dos dois lados. O pedido não foi bem aceito pela empresa responsável. Para saber a opinião do público, o Página 3 embarcou no coletivo turístico e conversou com algumas pessoas. 

A ação do MPSC

Rosan encaminhou uma ação civil pública à Justiça para que o Bondindinho pare de circular pela cidade caso não coloque portas dos dois lados. “Pedi que a Expressul adicione outra porta para que o pedestre suba sempre pela calçada (pela esquerda na Avenida Atlântica e pela direita na Brasil). Inicialmente tive uma resposta positiva, mas depois esse cenário mudou. Não aceito isso, e por isso entrei com a ação”, informa.

O diretor da Expressul, Evandro Ern, explica que a empresa está se defendendo, mas que a Expressul não concorda e não quer colocar as duas portas. “Não temos nada a ver com a ciclovia, não fomos nós que a implantamos. Sempre circulamos dessa forma, então por que agora temos que parar? Diversos outros veículos também sofrem com isso, como os caminhões do coco e do milho e outros coletivos”, diz.

Com a palavra, o público

Maria Júlia Soares Rosa, 73 anos, aposentada, conta que pega o Bondindinho com frequência e diz que, em sua opinião, não seria preciso colocar duas portas no transporte.

“Vejo que o pessoal que usa a ciclofaixa é que precisa respeitar mais quem vai no Bondindinho. Acho que é perigoso embarcarmos e descermos em cima dela e penso que poderiam fazer um local elevado especial para os coletivos pararem”.

Osvaldo e Gabriela Farias, 33 e 32 anos, estavam visitando Balneário, eles são de Londrina/PR

“Visitamos Balneário sempre que podemos, e achamos muito estranho o Bondindinho parar em cima da ciclofaixa, até comentamos isso com amigos, porque é muito perigoso. Apesar de ser caro, acreditamos que a colocação da outra porta seria uma opção e solucionaria esse problema”.

Vanessa Facchini, 22 anos, estudante, pega o Bondidinho para voltar pra casa, porque trabalha na Barra Sul e mora na Barra Norte.

“Realmente é bem ruim e eu já vi vários quase-atropelamentos por conta de precisarmos atravessar a ciclofaixa para embarcar. Acho que essa segunda porta seria uma boa, já que embarcaríamos com segurança na calçada, assim como acontece na Brasil”.

 

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