Jornal Página 3

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Ministério Público quer que feira da Rua 200 seja transferida de local
Renata Rutes/Página 3

Segunda, 21/3/2016 8:49.

O Ministério Público despachou o caso da feira da Rua 200 e deve marcar reunião com o secretário de Planejamento Fábio Flor e com a procuradoria do município para discutir o assunto nos próximos dias. O Página 3 denunciou há um mês a situação que vive a feira.

As denúncias sobre as irregularidades do comércio foram encaminhadas ao MP há dois anos e somente agora serão discutidas. Casos de venda de vidros de palmitos não rotulados (caracteriza crime ambiental), armazenagem incorreta de carnes e ausência de água corrente para a higiene dos pontos foram constatados pela reportagem in loco.

A assistente de promotoria, Carolina Borella Barros, conta que de fato confirmaram que os feirantes não possuem alvará e que o problema de falta de estrutura é grave. “Realmente não tem água e nem banheiro público. Vamos realizar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao município. A prefeitura é quem tem competência de fiscalizar, mas estão sem fazer nada, e caso a situação permaneça assim iremos entrar com uma ação civil pública”, conta.

Carolina salienta que em 2009 foi feita a concessão da Praça Bruno Nitz, e que um dos pedidos era de que a feira acontecesse nela. Hoje o local é usado como estacionamento. “Tem espaço para isso. Nosso plano é tirar a feira da rua e colocar lá”, diz.

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Página 3

Ministério Público quer que feira da Rua 200 seja transferida de local

Renata Rutes/Página 3
Segunda, 21/3/2016 8:49.

O Ministério Público despachou o caso da feira da Rua 200 e deve marcar reunião com o secretário de Planejamento Fábio Flor e com a procuradoria do município para discutir o assunto nos próximos dias. O Página 3 denunciou há um mês a situação que vive a feira.

As denúncias sobre as irregularidades do comércio foram encaminhadas ao MP há dois anos e somente agora serão discutidas. Casos de venda de vidros de palmitos não rotulados (caracteriza crime ambiental), armazenagem incorreta de carnes e ausência de água corrente para a higiene dos pontos foram constatados pela reportagem in loco.

A assistente de promotoria, Carolina Borella Barros, conta que de fato confirmaram que os feirantes não possuem alvará e que o problema de falta de estrutura é grave. “Realmente não tem água e nem banheiro público. Vamos realizar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao município. A prefeitura é quem tem competência de fiscalizar, mas estão sem fazer nada, e caso a situação permaneça assim iremos entrar com uma ação civil pública”, conta.

Carolina salienta que em 2009 foi feita a concessão da Praça Bruno Nitz, e que um dos pedidos era de que a feira acontecesse nela. Hoje o local é usado como estacionamento. “Tem espaço para isso. Nosso plano é tirar a feira da rua e colocar lá”, diz.

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