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Calçadão da Central poderá ter praça de alimentação coletiva

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Divulgação

Quinta, 19/5/2016 11:03.

O futuro do Calçadão da Avenida Central está começando a ser desenhado. A principal proposta, discutida em reunião na tarde de quarta-feira (18), é fazer uma praça de alimentação compartilhada, no estilo do Passeio San Miguel.

Um dos advogados dos comerciantes que pedem pela organização do local, Lucas Zenatti, conta que a reunião foi produtiva. Além da presença de alguns vereadores, quem também esteve na Câmara de Vereadores foi o secretário de Planejamento Urbano Fábio Flôr e os arquitetos da prefeitura. “Eles reconheceram que a maneira que o Calçadão está hoje está longe de ser o ideal. Eles inclusive pensam em revitalizá-lo novamente. Será tudo planejado em conjunto, entre os comerciantes e o governo municipal”, diz.

Na próxima quarta-feira (25) haverá outra reunião, também na Câmara. O plano é contar com a presença de todos os comerciantes do Calçadão. “A ideia inicial é fazer uma praça de alimentação compartilhada. Para a próxima reunião a vereadora Marisa Zanoni irá convidar o administrador do Passeio San Miguel, que nos falará sobre como administra e o conceito do espaço. Queremos fazer um local aconchegante, onde os moradores de Balneário sintam o desejo de visitar, não só as lojas, mas bares e cafés também”, explica.

Ainda não se sabe se o espaço será delimitado por cordas ou decks, mas, por exemplo, se o cliente comprar uma comida em determinado local e quiser consumi-la em frente a um bar, poderá fazê-lo. Ficou em comum acordo que tudo isso será feito para antes da próxima temporada de verão.

O plano é estar com o projeto pronto para apresentar ao Ministério Público na audiência marcada para o dia 29 de junho. Após a reativação da Associação dos Comerciantes do Calçadão da Avenida Central (ACCBC) a ideia é que a entidade administre o espaço, podendo penalizar os comerciantes que forem contra as regras, assim como acontece no Morro do Careca.

“Estamos buscando uma solução, para que a próxima temporada não seja como foi a última, em que o público não podia nem circular por conta dos excessos (de mesas e cadeiras). Se a prefeitura disser que cada local só pode ter quatro mesas, por exemplo, todos terão que cumprir. Se hoje você solicita para a prefeitura uma autorização para colocar mesas e cadeiras no Calçadão eles nem respondem. Tem um caso de um comerciante que pediu e até hoje não teve resposta – e ele está utilizando (as mesas e cadeiras)”, salienta.

Outra questão que pede atenção são os excessos causados por bares e restaurantes, que principalmente na temporada ficam abertos até tarde, perturbando o sossego dos moradores da localidade. Um morador, via redes sociais, comentou que ‘só delimitar espaço não resolve os problemas que acontecem lá. Eles (os comerciantes) precisam cumprir o horário e não ficar abertos até madrugada’. “Esses excessos também serão analisados. A associação vai determinar um horário limite de funcionamento dos estabelecimentos”, afirma.

Opinião

Um comerciante do local procurou o Página 3 e afirmou que para que a situação seja solucionada é preciso a colaboração de todos os comerciantes. “Não podemos ficar do jeito que estamos hoje. Tem gente que coloca muitas mesas e cadeiras. Não há nenhuma regulamentação e fiscalização”, afirma.

A respeito da questão de horário, ele destaca que na temporada os estabelecimentos ficam abertos até tarde porque o turista circula pela cidade até de madrugada. “Não podemos ficar abertos em pleno verão somente até à 1h. Acredito que deveria ter um horário especial para a temporada, e outro para o resto do ano”, diz.

O estabelecimento dele fica aberto na baixa temporada até à 1h e no verão até às 4h. Na opinião dele, o maior problema são as conveniências e mercados 24h, porque o turista sai do bar e/ou restaurante quando ele fecha e continua bebendo no Calçadão, pois adquire bebida desses outros estabelecimentos.

O comerciante reconheceu o problema com a venda de bebidas para menores de idade e disse que infelizmente não há policiamento no Calçadão hoje. “Acredito que quando a associação assumir isso tende a melhorar. Inclusive já sugeri para a Secretaria de Turismo fazer pulseiras de identificação para os menores. Porém, há o problema dos adultos que compram as bebidas e dão para os adolescentes”, comenta.


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