Jornal Página 3

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Resgate Social aborda 22 pessoas e mesmo com o frio, só duas aceitam ajuda
Divulgação PMBC

Sexta, 10/6/2016 9:53.

Por causa da forte onda de frio que chegou à região, o Resgate Social fez uma operação especial, na madrugada desta sexta-feira (10), junto da Guarda Municipal pelas ruas de Balneário Camboriú. 22 pessoas foram abordadas, mas só duas delas aceitaram ajuda.

O diretor do Resgate, Paulo Roberto de Souza, o Paulão, conta que eles levaram roupas e materiais de higiene pessoal na van, mas nenhum dos andarilhos abordados aceitou. “A grande maioria preferiu ficar no frio. Apesar de ser uma situação triste, estamos acostumados com ela. Porém, continuaremos fazendo essas operações... a abordagem de rua é um trabalho de convencimento e que não pode parar”, explica.

Um caso de uma possível morte por frio repercutiu na quinta-feira (9). Alderino José Kisathwski, 48 anos, foi encontrado morto na esquina da Rua 1.301 com a Avenida Atlântica. Ele não era conhecido do Resgate Social e nunca havia passado por nenhum dos serviços prestados pelo departamento (van, Casa de Passagem ou secretária de Inclusão Social). 

Quando os moradores são abordados, principalmente nesse período do dia, eles estão dormindo e normalmente ficam bravos ao serem acordados. “Um caso diferente aconteceu nessa madrugada. Um uruguaio, que mora no Bairro das Nações com a família, estava bebendo, caiu e se machucou e não conseguiu voltar para casa. Tivemos que levá-lo de van”, conta.

Hoje há cera de 20 moradores de rua fixos em Balneário.

Se você viu uma pessoa em vulnerabilidade social ou sabe de alguém que precisa de ajuda, acione o Resgate Social (8839-7075 ou 3361-7813).

O serviço atua 24h todos os dias, inclusive aos domingos e feriados.

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Resgate Social aborda 22 pessoas e mesmo com o frio, só duas aceitam ajuda

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Sexta, 10/6/2016 9:53.

Por causa da forte onda de frio que chegou à região, o Resgate Social fez uma operação especial, na madrugada desta sexta-feira (10), junto da Guarda Municipal pelas ruas de Balneário Camboriú. 22 pessoas foram abordadas, mas só duas delas aceitaram ajuda.

O diretor do Resgate, Paulo Roberto de Souza, o Paulão, conta que eles levaram roupas e materiais de higiene pessoal na van, mas nenhum dos andarilhos abordados aceitou. “A grande maioria preferiu ficar no frio. Apesar de ser uma situação triste, estamos acostumados com ela. Porém, continuaremos fazendo essas operações... a abordagem de rua é um trabalho de convencimento e que não pode parar”, explica.

Um caso de uma possível morte por frio repercutiu na quinta-feira (9). Alderino José Kisathwski, 48 anos, foi encontrado morto na esquina da Rua 1.301 com a Avenida Atlântica. Ele não era conhecido do Resgate Social e nunca havia passado por nenhum dos serviços prestados pelo departamento (van, Casa de Passagem ou secretária de Inclusão Social). 

Quando os moradores são abordados, principalmente nesse período do dia, eles estão dormindo e normalmente ficam bravos ao serem acordados. “Um caso diferente aconteceu nessa madrugada. Um uruguaio, que mora no Bairro das Nações com a família, estava bebendo, caiu e se machucou e não conseguiu voltar para casa. Tivemos que levá-lo de van”, conta.

Hoje há cera de 20 moradores de rua fixos em Balneário.

Se você viu uma pessoa em vulnerabilidade social ou sabe de alguém que precisa de ajuda, acione o Resgate Social (8839-7075 ou 3361-7813).

O serviço atua 24h todos os dias, inclusive aos domingos e feriados.

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