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Prolongamento da Quarta Avenida atrasou por incompetência

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Arthur Miranda/PMBC
O secretário Fábio Flôr com R$ 24 milhões em caixa não conseguiu em um ano abrir 500 metros de avenida

Quarta, 20/1/2016 7:53.

A prefeitura não prolongou a Quarta Avenida até o momento por falta de iniciativa e capacidade administrativa já que o dinheiro para esta finalidade, totalizando R$ 24.225.014,67 está disponível em conta bancária específica desde meados do ano passado.

As desapropriações iniciaram em setembro de 2014, na mesma época em que a prefeitura foi revirada de pernas para o ar pela Operação Trato Feito deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).

O prolongamento da avenida ficou parado cinco meses e depois várias desapropriações aconteceram, mas outras nem foram objeto de negociação com os proprietários.

Trata-se de um incompreensível desperdício de tempo por parte da secretaria do Planejamento, em relação a uma obra prioritária já que o final da Quarta Avenida é um dos principais estrangulamentos do trânsito que leva aos bairros da zona sul.

Na última semana o secretário do Planejamento, Fábio Flor, divulgou que iniciará as negociações para novas desapropriações. Ele declarou aos jornalistas da prefeitura que “os trabalhos estão bem adiantados”, quando na verdade estão bem atrasados.

Na outra ponta, viaduto parado devido à corrupção

Uma obra importante para o sistema viário de Balneário Camboriú, o viaduto da intersecção da Avenida do Estado com Martin Luther e Quarta Avenida, continua sem previsão para execução e quase R$ 32 milhões que poderiam ser usados na construção estão parados numa conta bancária.

O motivo do viaduto não estar quase pronto é corrupção. A ordem de serviço para a Legnet Engenharia Ltda. construir o viaduto, no valor de R$ 17 milhões, foi assinada pelo prefeito Edson Piriquto no dia 29 de agosto de 2014 e duas semanas depois o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, Gaeco, bateu na porta da prefeitura.

Foi preso um engenheiro da empresa que fez o projeto e no mesmo dia ele contou à polícia e ao Ministério Público que havia fraude no projeto e na licitação.

Disse também que o prefeito Edson Piriquito era cúmplice, fato que o acusado sempre negou.

A partir de telefonemas gravados com autorização da justiça foi constatado que cargos de confiança do prefeito envolvidos nos desvios da Passarela da Barra prepararam o terreno para continuar roubando no viaduto.

Faz 15 meses que o assunto está parado, a prefeitura não fez mudanças no projeto que da forma como está, não pode ser licitado porque tem detalhes técnicos que tornam a corrupção possível.


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