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Prefeitura compra R$ 11 milhões de empresa acusada de corrupção
Thiago Santos/PMBC

Quarta, 17/8/2016 8:24.

A situação das ruas de Balneário Camboriú está vergonhosa e não é de hoje. São buracos, desníveis, remendos e muita reclamação do contribuinte. Parte deste descaso ainda é consequência da Operação Trato Feito, deflagrada em setembro de 2014. Mas o que deveria ser solução se tornou mais uma ação questionável da administração.

Há pouco mais de uma semana, a prefeitura concluiu uma licitação para comprar R$ 11,4 milhões em asfalto da empresa PLM Construções e Comércio Ltda., justamente a empresa apontada pelo Ministério Público como uma das principais envolvidas nas fraudes descobertas pela Trato Feito do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO).

Na documentação da Operação Trato Feito, que é do conhecimento do prefeito Edson Renato Dias e de vários dos seus assessores, há provas concretas de que a PLM praticou crimes ao fornecer para a prefeitura e existem robustas suspeitas de pagamento de propina a funcionários do município.

O secretário de compras da prefeitura, Mário Teixeira, que não ocupava o cargo quando estourou a Operação Trato Feito, disse que é “ruim” ter que contratar a empresa, mas lembrou que não existe impedimento legal, porque não foi feito processo administrativo para investigá-la e até hoje a justiça não se manifestou sobre os fatos.

Sem definição

A reportagem tentou por várias vezes nesta semana contato na secretaria de obras para esclarecer detalhes sobre o projeto de pavimentação. Apesar de ter registrado quantidade expressiva de asfalto na licitação, a prefeitura comunicou apenas que ainda não tem todas as ruas definidas. Também não há informações sobre os prazos, somente que seria um pacote grande, com dezenas de ruas em todos os bairros.

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Prefeitura compra R$ 11 milhões de empresa acusada de corrupção

Thiago Santos/PMBC

A situação das ruas de Balneário Camboriú está vergonhosa e não é de hoje. São buracos, desníveis, remendos e muita reclamação do contribuinte. Parte deste descaso ainda é consequência da Operação Trato Feito, deflagrada em setembro de 2014. Mas o que deveria ser solução se tornou mais uma ação questionável da administração.

Há pouco mais de uma semana, a prefeitura concluiu uma licitação para comprar R$ 11,4 milhões em asfalto da empresa PLM Construções e Comércio Ltda., justamente a empresa apontada pelo Ministério Público como uma das principais envolvidas nas fraudes descobertas pela Trato Feito do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO).

Na documentação da Operação Trato Feito, que é do conhecimento do prefeito Edson Renato Dias e de vários dos seus assessores, há provas concretas de que a PLM praticou crimes ao fornecer para a prefeitura e existem robustas suspeitas de pagamento de propina a funcionários do município.

O secretário de compras da prefeitura, Mário Teixeira, que não ocupava o cargo quando estourou a Operação Trato Feito, disse que é “ruim” ter que contratar a empresa, mas lembrou que não existe impedimento legal, porque não foi feito processo administrativo para investigá-la e até hoje a justiça não se manifestou sobre os fatos.

Sem definição

A reportagem tentou por várias vezes nesta semana contato na secretaria de obras para esclarecer detalhes sobre o projeto de pavimentação. Apesar de ter registrado quantidade expressiva de asfalto na licitação, a prefeitura comunicou apenas que ainda não tem todas as ruas definidas. Também não há informações sobre os prazos, somente que seria um pacote grande, com dezenas de ruas em todos os bairros.

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