Jornal Página 3

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Prefeitura vai licitar espaços de milho, churros, cadeiras e guarda-sol
Adriane Paupério

Sexta, 12/8/2016 8:14.

Por exigência da lei e pressão do Ministério Público a prefeitura pretende licitar os 154 pontos de venda de milho, churros, aluguel de cadeiras e guarda-sóis da Praia Central de Balneário Camboriú.

O espaço público não pode ser concedido da forma como ocorreu, sem licitação, embora isso tenha sido feito durante três décadas.
Ao longo dos anos houve toda sorte de abusos na titularidade desses pontos, comprados e vendidos abertamente e tratados por diferentes administrações como moeda de troca política.

No projeto enviado aos vereadores para que autorizem a concessão, foi proposta uma transição, com os atuais concessionários explorando a atividade por mais três anos.

O que pensam os candidatos

Por exigência do Ministério Público a prefeitura terá que licitar os espaços de milho, churros, cadeiras e guarda-sóis. O Jornal Página 3 é contra o loteamento indiscriminado do espaço na Praia Central e gostaria de saber a opinião da Sra. pré-candidata e Srs. pré-candidatos a este respeito. 

Luiz Fernando Ozawa (PSOL)

As barracas de milho e churros representam um patrimônio histórico e cultural, muito mais que econômico. Tem o elemento nostálgico maior que a própria prestação dos serviços e venda de produtos, um tanto em descompasso com o que se prega de turismo de qualidade. É preciso pensar em superar o turismo quanti-predatório. Evidente que espaço público em uma República amadurecida deve ser melhor aproveitado. Licitação é regra mais que óbvia. Acertada a recomendação.

Fabricio Oliveira (PSB)

Tudo o que diz respeito ao uso dos espaços públicos deve ser tratado com responsabilidade e organização, observando as características do lugar e as demandas que exigem do poder público. Todo processo licitatório deve ocorrer dentro da legalidade, garantindo o direito a quem atender os requisitos necessários, e nesse caso, não é diferente. Precisamos atualizar o layout de toda a Praia Central, repensar a forma que queremos da ocupação e a infraestrutura que ofertaremos, com qualidade e para bem atender aos moradores e turistas. Com certeza, tudo isso ajuda no importante corredor econômico da cidade a ser mais atrativo e rentável. Planejamento com responsabilidade.

Leonel Pavan (PSDB)

Durante meu primeiro mandato na prefeitura de B. Camboriú, por meio de lei municipal, regulamos e regulamentamos o uso e funcionamento dos espaços de venda de milho, churros, aluguel de cadeiras e guarda-sóis, com regras rígidas, mas sem esquecer o caráter social. Tanto que somente eram outorgadas licenças a pessoas comprovadamente residentes no município, justamente para evitar o uso abusivo. A prática precisa ser retomada e reorganizada ainda mais, pois os quiosques e esses serviços já são tradicionais em nossa orla e representam geração de emprego e renda, além de bom atendimento e comodidade a turistas e moradores. Já temos projeto e novas ideias neste sentido.

Jade Martins Ribeiro (PMDB)

A questão da ocupação da orla da Praia Central passa nesse momento por um processo que envolve o alargamento da faixa de areia. A questão jurídica acerca da autorização de uso de espaço público para os pontos de milho e churros deve ser tratada com muito respeito às pessoas que há anos tiram o sustento de suas famílias daquela atividade, devendo haver uma transição para a forma administrativa através de licitação, adequando a legalidade do uso e exploração do espaço público e da regulamentação da atividade a um novo conceito de urbanização da Praia Central.

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Prefeitura vai licitar espaços de milho, churros, cadeiras e guarda-sol

Adriane Paupério
Sexta, 12/8/2016 8:14.

Por exigência da lei e pressão do Ministério Público a prefeitura pretende licitar os 154 pontos de venda de milho, churros, aluguel de cadeiras e guarda-sóis da Praia Central de Balneário Camboriú.

O espaço público não pode ser concedido da forma como ocorreu, sem licitação, embora isso tenha sido feito durante três décadas.
Ao longo dos anos houve toda sorte de abusos na titularidade desses pontos, comprados e vendidos abertamente e tratados por diferentes administrações como moeda de troca política.

No projeto enviado aos vereadores para que autorizem a concessão, foi proposta uma transição, com os atuais concessionários explorando a atividade por mais três anos.

O que pensam os candidatos

Por exigência do Ministério Público a prefeitura terá que licitar os espaços de milho, churros, cadeiras e guarda-sóis. O Jornal Página 3 é contra o loteamento indiscriminado do espaço na Praia Central e gostaria de saber a opinião da Sra. pré-candidata e Srs. pré-candidatos a este respeito. 

Luiz Fernando Ozawa (PSOL)

As barracas de milho e churros representam um patrimônio histórico e cultural, muito mais que econômico. Tem o elemento nostálgico maior que a própria prestação dos serviços e venda de produtos, um tanto em descompasso com o que se prega de turismo de qualidade. É preciso pensar em superar o turismo quanti-predatório. Evidente que espaço público em uma República amadurecida deve ser melhor aproveitado. Licitação é regra mais que óbvia. Acertada a recomendação.

Fabricio Oliveira (PSB)

Tudo o que diz respeito ao uso dos espaços públicos deve ser tratado com responsabilidade e organização, observando as características do lugar e as demandas que exigem do poder público. Todo processo licitatório deve ocorrer dentro da legalidade, garantindo o direito a quem atender os requisitos necessários, e nesse caso, não é diferente. Precisamos atualizar o layout de toda a Praia Central, repensar a forma que queremos da ocupação e a infraestrutura que ofertaremos, com qualidade e para bem atender aos moradores e turistas. Com certeza, tudo isso ajuda no importante corredor econômico da cidade a ser mais atrativo e rentável. Planejamento com responsabilidade.

Leonel Pavan (PSDB)

Durante meu primeiro mandato na prefeitura de B. Camboriú, por meio de lei municipal, regulamos e regulamentamos o uso e funcionamento dos espaços de venda de milho, churros, aluguel de cadeiras e guarda-sóis, com regras rígidas, mas sem esquecer o caráter social. Tanto que somente eram outorgadas licenças a pessoas comprovadamente residentes no município, justamente para evitar o uso abusivo. A prática precisa ser retomada e reorganizada ainda mais, pois os quiosques e esses serviços já são tradicionais em nossa orla e representam geração de emprego e renda, além de bom atendimento e comodidade a turistas e moradores. Já temos projeto e novas ideias neste sentido.

Jade Martins Ribeiro (PMDB)

A questão da ocupação da orla da Praia Central passa nesse momento por um processo que envolve o alargamento da faixa de areia. A questão jurídica acerca da autorização de uso de espaço público para os pontos de milho e churros deve ser tratada com muito respeito às pessoas que há anos tiram o sustento de suas famílias daquela atividade, devendo haver uma transição para a forma administrativa através de licitação, adequando a legalidade do uso e exploração do espaço público e da regulamentação da atividade a um novo conceito de urbanização da Praia Central.

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