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Voos estão suspensos no Morro do Careca
Marcela Viecelli/Página 3

Quinta, 28/4/2016 11:10.

Não estão acontecendo voos de parapente no Morro do Careca. Uma confusão envolvendo oito instrutores que estão se recusando a pagar a taxa de 30% por cada vôo à Associação do Morro do Careca (AMCA) e a falta de fiscalização levaram à suspensão dos voos.

Um dos instrutores e ex-presidente da AMCA, Carlos Alberto Perez, alega que essa taxa é cobrada para a manutenção do local, que é encargo da associação. “Temos que pagar funcionários e manter tudo limpo, além de comprar produtos que são vendidos em nosso quiosque. Os instrutores só querem chegar e voar. Eles não se responsabilizam por nada. Quem cuida de tudo é a AMCA”, diz.

Há oito instrutores que atuam lá. Eles, que são prestadores de serviço e não funcionários da AMCA, cruzaram os braços e decidiram parar de pagar a taxa. “Cobrávamos 25% de cada voo, mas agora aumentou para 30%”, informa. Cada voo, que tem duração de 15 a 20min, custa R$ 250. Ou seja, R$ 75 deveria ser entregue à associação.

Os instrutores se uniram e tiraram Carlos da presidência. E após isso também houve problemas com o fiscal de pista, que estava trabalhando da forma errada, segundo Carlos, e acabou sendo demitido.

“Hoje não tem ninguém presidindo a associação. Está para acontecer eleição no sábado (30) e quem quer concorrer ao cargo é o instrutor Dualci da Silva. Sem presidente e sem fiscal não há voos. Não queremos que nenhum acidente aconteça”, explica.

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Voos estão suspensos no Morro do Careca

Marcela Viecelli/Página 3

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Quinta, 28/4/2016 11:10.

Não estão acontecendo voos de parapente no Morro do Careca. Uma confusão envolvendo oito instrutores que estão se recusando a pagar a taxa de 30% por cada vôo à Associação do Morro do Careca (AMCA) e a falta de fiscalização levaram à suspensão dos voos.

Um dos instrutores e ex-presidente da AMCA, Carlos Alberto Perez, alega que essa taxa é cobrada para a manutenção do local, que é encargo da associação. “Temos que pagar funcionários e manter tudo limpo, além de comprar produtos que são vendidos em nosso quiosque. Os instrutores só querem chegar e voar. Eles não se responsabilizam por nada. Quem cuida de tudo é a AMCA”, diz.

Há oito instrutores que atuam lá. Eles, que são prestadores de serviço e não funcionários da AMCA, cruzaram os braços e decidiram parar de pagar a taxa. “Cobrávamos 25% de cada voo, mas agora aumentou para 30%”, informa. Cada voo, que tem duração de 15 a 20min, custa R$ 250. Ou seja, R$ 75 deveria ser entregue à associação.

Os instrutores se uniram e tiraram Carlos da presidência. E após isso também houve problemas com o fiscal de pista, que estava trabalhando da forma errada, segundo Carlos, e acabou sendo demitido.

“Hoje não tem ninguém presidindo a associação. Está para acontecer eleição no sábado (30) e quem quer concorrer ao cargo é o instrutor Dualci da Silva. Sem presidente e sem fiscal não há voos. Não queremos que nenhum acidente aconteça”, explica.

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