Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Brasil
Mais de 100 venezuelanos são transferidos para quatro cidades brasileiras

Quarta, 3/10/2018 14:25.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Paróquia de Pacaraima oferece café da manhã para imigrantes venezuelanos diariamente

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(FOLHAPRESS)

Mais um avião da Força Aérea Brasileira decolou nesta quarta-feira (3) do aeroporto de Boa Vista (RR) com mais de 100 venezuelanos que serão transferidos para Caicó (RN), Rio de Janeiro (RJ), Guarulhos (SP) e Brasília (DF). O primeiro grupo (60 venezuelanos) chega ao Rio Grande do Norte às 12h50 e será encaminhado para um abrigo Aldeias Infantis SOS. As informações são da Agência Brasil.

O Boeing 767 segue para o Rio de Janeiro com mais 16 pessoas e, em uma aeronave menor, 40 venezuelanos serão levados a São Paulo. Outros sete desembarcam em Brasília por volta das 21h30. Esse grupo que chega à capital é formado por pessoas que já têm família na cidade e não dependem de auxílio de abrigos para se integrar à sociedade local.

Com mais essa fase do programa de interiorização, iniciado este ano para ajudar pessoas que pedem refúgio e residência no país, 2.451 venezuelanos já foram transferidos para outras cidades brasileiras, segundo as contas do governo. A adesão é voluntária e quem manifesta interesse em participar recebe vacinas, passa por exames de saúde e tem a documentação regularizada, com a emissão de CPF e Carteira de Trabalho.

Equipes do Acnur (Alto Comissariado da ONU para Refugiados) identifica os interessados e o perfil das vagas disponíveis nas cidades que manifestam condições para abrigo, além de apoiar a melhoria da infraestrutura desses locais. A Agência da ONU para as Migrações (OIM) orienta os migrantes. O UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas) e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) trabalham na conscientização das pessoas e mobilização do setor privado para absorver a mão de obra refugiada.

Além dessas ações, as autoridades locais e a coordenação dos abrigos se organizam com integrantes do governo federal para garantir atendimento de saúde, matrícula de crianças em escolas, ensino da Língua Portuguesa e cursos profissionalizantes para essas pessoas.


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Página 3
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Paróquia de Pacaraima oferece café da manhã para imigrantes venezuelanos diariamente
Paróquia de Pacaraima oferece café da manhã para imigrantes venezuelanos diariamente

Mais de 100 venezuelanos são transferidos para quatro cidades brasileiras

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Quarta, 3/10/2018 14:25.

(FOLHAPRESS)

Mais um avião da Força Aérea Brasileira decolou nesta quarta-feira (3) do aeroporto de Boa Vista (RR) com mais de 100 venezuelanos que serão transferidos para Caicó (RN), Rio de Janeiro (RJ), Guarulhos (SP) e Brasília (DF). O primeiro grupo (60 venezuelanos) chega ao Rio Grande do Norte às 12h50 e será encaminhado para um abrigo Aldeias Infantis SOS. As informações são da Agência Brasil.

O Boeing 767 segue para o Rio de Janeiro com mais 16 pessoas e, em uma aeronave menor, 40 venezuelanos serão levados a São Paulo. Outros sete desembarcam em Brasília por volta das 21h30. Esse grupo que chega à capital é formado por pessoas que já têm família na cidade e não dependem de auxílio de abrigos para se integrar à sociedade local.

Com mais essa fase do programa de interiorização, iniciado este ano para ajudar pessoas que pedem refúgio e residência no país, 2.451 venezuelanos já foram transferidos para outras cidades brasileiras, segundo as contas do governo. A adesão é voluntária e quem manifesta interesse em participar recebe vacinas, passa por exames de saúde e tem a documentação regularizada, com a emissão de CPF e Carteira de Trabalho.

Equipes do Acnur (Alto Comissariado da ONU para Refugiados) identifica os interessados e o perfil das vagas disponíveis nas cidades que manifestam condições para abrigo, além de apoiar a melhoria da infraestrutura desses locais. A Agência da ONU para as Migrações (OIM) orienta os migrantes. O UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas) e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) trabalham na conscientização das pessoas e mobilização do setor privado para absorver a mão de obra refugiada.

Além dessas ações, as autoridades locais e a coordenação dos abrigos se organizam com integrantes do governo federal para garantir atendimento de saúde, matrícula de crianças em escolas, ensino da Língua Portuguesa e cursos profissionalizantes para essas pessoas.


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