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PÁGINA 3 / Brasil
Saldo de emprego formal é positivo em 56,1 mil; comércio fecha 5,8 mil vagas

Sexta, 20/4/2018 14:06.

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MAELI PRADO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os dados de geração de emprego formal no país em março, divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, mostram desaleração da criação de vagas na comparação com janeiro e fevereiro.

Foram 56,1 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, abaixo do saldo positivo registrado em janeiro (82,8 mil) e fevereiro (65 mil). O comércio fechou 5,8 mil postos de trabalho com carteira.

Apesar disso, foi o melhor março desde 2013, e o primeiro positivo desde 2015. No mesmo mês do ano passado, o saldo foi negativo em 63,6 mil vagas, na série sem ajuste.

No acumulado do ano, foram geradas 204 mil vagas com carteira, um crescimento de 0,54% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O setor que mais gerou vagas foi serviços, com um saldo positivo de 57,3 mil empregos formais.

Em segundo lugar, vem indústria de transformação (+10,4 mil), construção civil (7,7 mil) e administração pública (3,6 mil).


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Página 3

Saldo de emprego formal é positivo em 56,1 mil; comércio fecha 5,8 mil vagas

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Sexta, 20/4/2018 14:06.

MAELI PRADO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os dados de geração de emprego formal no país em março, divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, mostram desaleração da criação de vagas na comparação com janeiro e fevereiro.

Foram 56,1 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, abaixo do saldo positivo registrado em janeiro (82,8 mil) e fevereiro (65 mil). O comércio fechou 5,8 mil postos de trabalho com carteira.

Apesar disso, foi o melhor março desde 2013, e o primeiro positivo desde 2015. No mesmo mês do ano passado, o saldo foi negativo em 63,6 mil vagas, na série sem ajuste.

No acumulado do ano, foram geradas 204 mil vagas com carteira, um crescimento de 0,54% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O setor que mais gerou vagas foi serviços, com um saldo positivo de 57,3 mil empregos formais.

Em segundo lugar, vem indústria de transformação (+10,4 mil), construção civil (7,7 mil) e administração pública (3,6 mil).


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