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Imobiliária Imperador festeja 33 anos de praia

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Sexta, 11/3/2016 8:49.

Na quinta-feira passada (3), a Imobiliária Imperador completou 33 anos. “É hoje a mais antiga da praia”, comemorou o dono e corretor de imóveis desde 1981, Milton Danton Mendes, o ‘Paixão’ como ficou conhecido na praia. Catarinense de Lages, ele chegou a Balneário em 1976 para estudar Direito e realizar o sonho dos pais. Formou-se, mas decidiu nem começar carreira, ‘quando vi que só pobre ia pra cadeia, não era pra mim esse caminho’.

Conheceu o ramo imobiliário em 1979 como escriturário da imobiliária DK, de João Kleis e Luiz Dário Cesário Pereira. Dois anos depois já era corretor e no dia 3 de março de 1983 abriu sua própria imobiliária, onde trabalha até hoje, auxiliado pela filha Michelly Mendes, também corretora de imóveis. Em 1992 Milton foi um dos fundadores da Associação dos Corretores de Imóveis (ACIBC), que presidiu por seis anos consecutivos.

Corrida do ouro

Falante e cheio de histórias pra contar, Milton começou na época que ficou conhecida como ‘a corrida do ouro’, início da década de 80, quando aconteceu o ‘boom’ argentino. “O prédio estava só começando e eles já compravam ele todo no papel. Só o Schultz (construtor que foi prefeito da praia) tinha 50 corretores vendendo pra argentino, era o Walter Barichello, o Mato Grosso, o Henrique Imóveis, Vaccaro, Kasapi e muitos outros”, relembra, dizendo que quando ele começou havia ‘umas 50 imobiliárias e uns 300 corretores na praia’. Entre elas, destacou a Nacional Imóveis, do corretor José Alberto Busatto, que hoje trabalha com Milton.

As construtoras da época, além do Schultz, eram a Embraco, Basualdo, Paulo Caseca, Sulina, Essege, depois vieram a Teknica, a San Remo, a Embraed, a Pecon, a Nascimento&Noveletto e tantas outras.

Altos e baixos

Depois da euforia, que deixou muitos corretores e construtores ricos na praia, veio a ‘maré baixa’. “De 85 a 95 eles começaram a vender os imóveis que haviam comprado para fazer dinheiro e levar pra Argentina. Vendiam qualquer coisa, o dólar estava super valorizado aqui”, disse Milton.

“Sempre tem altos e baixos e não foram poucos. O segredo é a persistência. No momento da alta, somos formiguinhas, guardamos para os momentos de crise”, detalhou dizendo que foi essa perspicácia e a honestidade que garantiram sua permanência no concorrido mercado.

Mercado é bom

Nessas três décadas ele viu de tudo, corretor se dando muito bem, corretor fracassando, imobiliária abrindo, outras falindo. O mercado não mudou, todo dia tem gente abrindo e gente fechando. O segredo? “Não dar o passo maior que a perna e trabalhar sozinho, porque vi imobiliárias com grandes equipes tendo que fechar as portas, a Patriarca, a Visão, a Tolentino e outras. Claro que tem as exceções, o Décio Imóveis trabalha com equipe e está no mercado até hoje. Mas independente disso tudo, o nosso mercado é sempre bom pra compra, pra venda e a construção civil está sempre se modernizando, porque o cliente hoje está exigente, quer qualidade, quem não tem, não se estabelece”, afirmou o corretor.

O preço

Milton reconhece que o valor dos imóveis é alto e diz que não vai baixar. “Quem determina o preço é a ganância do dono do terreno e as construtoras mantem o preço elevado, porque o CUB sobe mês a mês. O que acontecem são ofertas, promoções, mas os preços baixar isso não vai acontecer”.

O comprador

“Nosso comprador é essencialmente brasileiro, é o pai do estudante que primeiro aluga, se o filho aprovou, ele vai comprar o imóvel. Também o aposentado, que sonha em morar na praia quando encerra sua carreira de trabalho”.

Sobre Balneário

“A cidade caminhou para onde imaginei, mas ninguém imaginou na época que o crescimento seria tão rápido e tão brusco’, disse Milton, que sempre participou da vida comunitária.


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