Jornal Página 3
Colunistas
Cidade

Pontos de milho e churros precisam se adequar às normas sanitárias para continuar funcionando  


Política

Houve muita discussão e até pedido de retirada do projeto


Cidade

Ele lança campanha nacional de atrativos do Sul do país 


Cultura


Geral


Cidade

Data será comemorada neste sábado (26), com um jantar no Complexo Cristo Luz.


Agora Balneario

São esperadas quase duas mil pessoas de diversos países


Cidade

Com isso o município passará a gerenciar o uso e a ocupação 


Publicidade

Empresa desponta também no atendimento ao atacado  


Publicidade

Leia a publicação do Convention Bureau 


Geral

Saída será no dia 28


Aliado de Cunha diz que depoimento irá mostrar inocência de Temer
EBC.
Carlos Marun.
Carlos Marun.

GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O vice-líder da bancada federal do PMDB, Carlos Marun (MS), disse nesta quarta-feira (14) que o depoimento do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à Polícia Federal irá "corroborar" a inocência do presidente Michel Temer em inquérito contra ele.

Aliado do peemedebista preso, Marun disse que "há muito tempo não tem contato" com Cunha e que a delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS, "vale tanto quanto uma nota de dois reais e trinta e sete centavos". Para ele, o depoimento não irá agravar a situação do presidente, investigado por corrupção, obstrução de Justiça e formação de organização criminosa.

Cunha chegou na manhã desta quarta-feira (14) à sede da Polícia Federal em Curitiba para prestar depoimento no inquérito contra o presidente.

"Não acredito que agrave [a situação do presidente]. Tenho a convicção de que o presidente não tem responsabilidade em nenhuma das situações que lhe acusam. E tenho a convicção de que o depoimento de Eduardo Cunha vai simplesmente corroborar isso que estamos dizendo", afirmou.

O inquérito foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin para apurar se o presidente cometeu irregularidades com base na delação premiada de executivos da JBS. Os empresários Wesley e Joesley Batista entregaram aos procuradores uma gravação em que, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República), o presidente dá aval à compra do silêncio de Cunha.

Na semana que vem, a expectativa é de que a PGR apresente denúncia contra o presidente. Para Marun, que se reuniu nesta quarta-feira (14) com Temer, o plenário da Câmara deverá barrá-la "por mais de 300 votos".

"A convicção é de que essa denúncia não será considerada pelo Parlamento. As bases são frágeis, provas pífias e as circunstâncias de sua obtenção são controversas. É uma denúncia que não tem a mínima chance de prosperar", disse.

O presidente teve encontro nesta sexta-feira (14) para discutir a pauta de votações até o recesso parlamentar, que deve ter início em 18 de julho. Segundo Marun, a partir da próxima semana, a base aliada voltará a buscar votos para a reforma previdenciária.

Ele acredita que o governo peemedebista conta atualmente com cerca de 260 votos. O mínimo necessário para aprová-la é 308 votos. "Nós perdemos a onda positiva, mas temos condições de fazer com que essa onda positiva volte", disse.

Nos bastidores, a expectativa realista do Palácio do Planalto é de que as mudanças na aposentadoria fiquem apenas para agosto. ,,

 


Quarta, 14/6/2017 12:45.




publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: jornal@pagina3.com.br