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Aliado de Cunha diz que depoimento irá mostrar inocência de Temer
EBC.
Carlos Marun.
Carlos Marun.

GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O vice-líder da bancada federal do PMDB, Carlos Marun (MS), disse nesta quarta-feira (14) que o depoimento do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à Polícia Federal irá "corroborar" a inocência do presidente Michel Temer em inquérito contra ele.

Aliado do peemedebista preso, Marun disse que "há muito tempo não tem contato" com Cunha e que a delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS, "vale tanto quanto uma nota de dois reais e trinta e sete centavos". Para ele, o depoimento não irá agravar a situação do presidente, investigado por corrupção, obstrução de Justiça e formação de organização criminosa.

Cunha chegou na manhã desta quarta-feira (14) à sede da Polícia Federal em Curitiba para prestar depoimento no inquérito contra o presidente.

"Não acredito que agrave [a situação do presidente]. Tenho a convicção de que o presidente não tem responsabilidade em nenhuma das situações que lhe acusam. E tenho a convicção de que o depoimento de Eduardo Cunha vai simplesmente corroborar isso que estamos dizendo", afirmou.

O inquérito foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin para apurar se o presidente cometeu irregularidades com base na delação premiada de executivos da JBS. Os empresários Wesley e Joesley Batista entregaram aos procuradores uma gravação em que, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República), o presidente dá aval à compra do silêncio de Cunha.

Na semana que vem, a expectativa é de que a PGR apresente denúncia contra o presidente. Para Marun, que se reuniu nesta quarta-feira (14) com Temer, o plenário da Câmara deverá barrá-la "por mais de 300 votos".

"A convicção é de que essa denúncia não será considerada pelo Parlamento. As bases são frágeis, provas pífias e as circunstâncias de sua obtenção são controversas. É uma denúncia que não tem a mínima chance de prosperar", disse.

O presidente teve encontro nesta sexta-feira (14) para discutir a pauta de votações até o recesso parlamentar, que deve ter início em 18 de julho. Segundo Marun, a partir da próxima semana, a base aliada voltará a buscar votos para a reforma previdenciária.

Ele acredita que o governo peemedebista conta atualmente com cerca de 260 votos. O mínimo necessário para aprová-la é 308 votos. "Nós perdemos a onda positiva, mas temos condições de fazer com que essa onda positiva volte", disse.

Nos bastidores, a expectativa realista do Palácio do Planalto é de que as mudanças na aposentadoria fiquem apenas para agosto. ,,

 


Quarta, 14/6/2017 12:45.


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