Jornal Página 3
Política

Prefeitura ainda não divulgou quem o substituirá 


Cidade

Proibição dos fogos barulhentos visa proteção de crianças, idosos e animais. 


Cidade

Vereadores e governo perderam a oportunidade de discutir com a comunidade e melhorar a proposta 


Educação


Cultura

Shows começam às 20h e a entrada é franca


Esportes

Uma nova frente fria passará por SC nesta semana


Esportes

O circuito mostrou que veio para ficar


Esportes

Desempenho não correspondeu e será avaliado em reunião


Política


Publicidade


Publicidade

Resort de Balneário Camboriú terá programação especial para crianças e adultos


publicidade

Motorista da Expressul passou mal enquanto trabalhava

Um motorista da Expressul, de 40 anos, teve uma crise conversiva na manhã de hoje (19), enquanto dirigia um ônibus da empresa, no Interpraias. 

O socorrista do Samu, Renaldo Marquatto, explica a crise foi desencadeada porque o homem está passando por problemas familiares e ficou bastante nervoso. Por sorte, ele conseguiu estacionar o ônibus e nenhum passageiro se feriu.

Ele foi previamente socorrido por outro colega motorista, que o massageou enquanto o Samu não chegava.

“Foi uma crise conversiva, uma crise nervosa. Quando chegamos vimos que a jugular externa, uma veia do pescoço, estava batendo, o que indicava que ele estava bem”, ressalta Renaldo.

Ele foi encaminhado ao Pronto Atendimento (PA) do Bairro da Barra, foi medicado com calmantes e passa bem.

Renaldo lembra que há diferença entre a crise convulsiva e a conversiva. Convulsiva é a que afeta quem tem epilepsia, por exemplo. A pessoa torce os membros, vira os olhos. Pode ter traumatismo craniano, atinge o sistema nervoso.

“Você pode colocar fogo em uma pessoa durante essa crise e ela não sente e não lembra de nada. Ela demora de cinco a 30 minutos para recobrar a consciência”, exemplifica.

Já a conversiva, que foi a que o motorista teve, é algo emocional. A principal diferença é que a pessoa lembra, sente e ouve tudo.

“Tanto que quando chegamos para atendê-lo, eu me aproximei e disse pra ele ‘sei que tu está bem, estou vendo teu pulso, fala comigo’ e ele já me respondeu. Não é que a pessoa esteja fingindo, mas há aqueles que se aproveitam, sim. Por exemplo, quando chega o caixão de algum parente há aqueles que se jogam no chão, desmaiam. É o conhecido ‘ataque dos nervos’”, informa.


Quarta, 19/4/2017 11:35.


publicidade






publicidade





Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: jornal@pagina3.com.br