Jornal Página 3
Coluna
Mobilidade Urbana BC
Por Henrique da Silva Wendhausen

MULHERES QUE PEDALAM POR AI.

 

Vivemos em pleno século 21 e ainda discutimos o racismo, a homofobia, HOMENS QUE AINDA BATEM EM MULHERES e o porquê que as mulheres devem ganhar igual aos homens pelos mesmos serviços prestados. Na minha humilde opinião nunca deveria de ser assim, por que somos conceituados como seres racionais e inteligentes, portanto nunca deveríamos chegar a estas atitudes preconceituosas que difamam a imagem de nossos semelhantes.

Orgulho-me muito vendo as mulheres ocupando os espaços que antes eram só dos homens (ainda somos um país de machistas) e um deles é pelo uso da bicicleta. O que antigamente não era comum, hoje já faz parte da paisagem.
 
As mulheres estão descobrindo a liberdade que este simples equipamento proporciona, além de outros benefícios como a melhora na saúde, a rapidez com que o ciclista consegue se deslocar de um ponto ao outro sem precisar ficar preso nos engarrafamentos e muito mais coisas positivas que posso citar sem ter medo de errar.
 
A bicicleta por si só já é feminina em sua denominação, o que passa a ideia de um equipamento frágil, ledo engano. Igual as mulheres ela demonstra robustez nos levando aos nossos destinos sem falhas e muitas vezes carregando o triplo ou mais que seu próprio peso.
 
Aqui em Balneário Camboriú podemos ressaltar as ações executadas pelo grupo de mulheres “ELAS NO PEDAL”, que se reúnem toda última quarta feira de cada mês na Praça AlmiranteTamandaré, para dar apoio e incentivar as mulheres que não possuem experiência a dar as suas primeiras pedaladas. É de iniciativas como esta que estamos precisando, fazendo com que cada vez mais as mulheres se sintam seguras a possam pedalar por ai.
 
Hoje vemos vários grupos de mulheres pedalando pelo mundo a fora, quer seja nas grandes cidades ou no interior ou ainda em competições e dando a volta ao mundo, coisa antes inimaginável.
 
Para encerrar, posso afirmar que mais uma vez as mulheres deram uma bela demonstração, ao saírem por ai pedalando, de que não existem barreiras pela qual elas não consigam ultrapassar, existe sim é o preconceito dos ditos homens que não valorizam o ser mulher.
 
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 19/02/2016 às 10h36 | h.s.wendhausen@gmail.com

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