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O espectro do velório e tchau querida!

A entrevista, pela manhã (18), no Palácio do Planalto, com líderes do Governo, tinha o espectro de um velório onde se viam e ouviam, dentre outras carpideiras, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), José Guimaraes (PT-CE), Aelton Freitas (PR-MG), Silvio Costa (PTdoB-PE) etc., com semblantes nauseabundos e olheiras profundas, em decorrência da derrota acachapante sofrida, na votação do impeachment.

Ora, direis a comunista de araque Jandira Feghali, do alto de sua soberba: a presidenta está tranquila, não se abalou, é uma guerreira (ou guerrilheira?). A verdade é que a presidente finge não ter se abalado, mas quem assistiu à tarde (18) à sua coletiva à imprensa, pôde ver uma presidente tensa e com dificuldade de responder convincentemente aos questionamentos da imprensa.

A luta da sociedade democrática de bandeira não vermelha continuará em todo o país, em defesa da Pátria contra os vendilhões da República e governos corruptos. Não adianta os baderneiros dos sem terra, ou seja, o “exército” de Stédile, bem como as centrais comunistas sindicais saírem às ruas para tentar intimidar aqueles que são contra os mensalões, os pixulecos, os petrolões etc., porque terão a merecida resposta da sociedade pacífica e apolítica, no mesmo diapasão da votação de domingo (17), ou seja, com a mesma intensidade e vibração com que 367 deputados dobraram 137 abutres contrários ao impeachment.

O Brasil não tem mais lugar para quadrilha de corruptos, seja de que partido for. E cada um que tenha cometido irregularidade - Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann, Fernando Collor etc. - será, paulatinamente, chamado para responder por seus atos.

Assim, tchau querida Dilma Rousseff, pois o Senado não fará outra coisa senão convalidar o entendimento de crime de responsabilidade da presidente da República, tão bem e didaticamente fundamentado pelos juristas Hélio Bicudo, Janaina Paschoal e Miguel Reale Júnior, bem como eficientemente relatado pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que mereceu o aval de 367 deputados. E como disse a senadora Ana Amélia (PP-RS): “Nossos país precisa retomar o crescimento econômico, superando a paralisia que gerou mais de 10 milhões de desempregados e afetou direitos básicos, como saúde, educação e segurança”.

 

Escrito por , 23/04/2016 às 00h07 |

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Movimento baderneiro do MST

O MST é um movimento de inspiração marxista, que desafia a democracia e a ordem social, desdenha as Forças Armadas, e, apoiado pelo PT, PCdoB, PSOL e comunistas dos direitos humanos, tem veladas intenções de controlar o país.

O MST finge defender interesses de minorias sociais dos sem terra. O seu objetivo, entre outros, é sim ver as propriedades divididas na forma do sistema bolchevique. 

O MST não deseja reforma agrária nenhuma, senão o PT, há mais de 13 anos no poder, já teria realizado. O que o MST quer é se apoderar de propriedades rurais produtivas. Terra crua para trabalhar, sem benfeitorias, não interessa ao MST.

O MST é um movimento sustentado pelo governo do PT para servir de seu apoio. Tanto que Lula já ameaçou se valer do “exército” de Stédile. E a prova cristalina está, neste momento, quando o MST faz manifestações pelo país contra o impeachment de Dilma Rousseff.

Quando os baderneiros do MST invadem propriedades privadas, prédios públicos ou interrompem estradas, protegidos veladamente pelo governo petista, bem como por defensores comunistas dos direitos humanos, o movimento apenas está se exercitando perante a sociedade como demonstração de “força” e intimidação do país. 

Gostaria de ver o desempenho subversivo do MST na Inglaterra, na Alemanha ou nos Estados Unidos da América, pois lá, certamente, levariam uma grande lição.

Nenhum movimento social urbano tem a ousadia de invadir propriedades privadas, instituições públicas ou bloquear estradas pelo país, de forma desafiadora e reiterada, como vêm fazendo os transgressores dos sem terra. 

E o país precisa ficar atento. A recém-ministra substituta da Casa Civil, Eva Chiavon, que já passou pelo Ministério da Defesa, pasme, é esposa de “Chicão”, o número dois do MST.

Assim, já está passando da hora de as Forças Armadas porem um fim nesse “exército” subversivo do MST.

 

Escrito por , 16/04/2016 às 00h09 |

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Dilma Rousseff, dura lex, sed lex , impeachment já!

Parlamentares contrários ao impeachment, quer por fidelidade ao partido, quer por interesse solerte na distribuição de cargos, não percam a oportunidade de passar o Brasil a limpo, bem como não se transformem em traidores da Pátria ao permitir que o país continue sendo administrado por governo incompetente, que não respeita regras brasileiras, que usa recursos ilegais para campanha política e que sabia das falcatruas arquitetadas  no subterrâneo da República.

Pois bem, ao ficarem do lado de Dilma Rousseff, não se esqueçam de que o Brasil miserável continua miserável diante de nossos olhos. Basta percorrer qualquer cidade brasileira para ver a quantidade de pessoas desempregadas e vivendo em condições de extrema pobreza.

O governo não pode nos enganar dizendo que o país teve avanços. Avanços em quê? No ilusionismo de pobres poderem ter moradia e carro próprios, viajarem, frequentarem shopping center etc., e agora terem de enfrentar a realidade crua do desemprego em massa, sendo obrigados a devolver ou ficar com dividas impagáveis por aquilo que compraram em nome de uma política irresponsável e politiqueira do governo federal do PT?

O tripé principal da nação brasileira, EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA PÚBICA, continua sem resposta positiva do governo petista, que há mais de 13 anos no poder não foi capaz soerguer este pais. Ao contrário, levou a nossa economia à bancarrota, com a volta da inflação, desemprego, fechamento de empresas, perda do grau de investimento etc. Utilizou pedadas fiscais para garantir a sua reeleição, alocando recursos ilegais no Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.

Não existe golpe contra o Governo. Golpe o governo deu no Brasil ao não cumprir as suas promessas de campanha e mentir ao povo brasileiro. Golpe foi se reeleger com dinheiro sujo do petrolão, levar a Petrobras à quase insolvência (fechou 2015 com prejuízo de 35 bilhões de reais), desrespeitar as leis fiscais, não aceitar a decisão do TCU, que, por unanimidade de seus ministros, desaprovou as contas de 2014, de Dilma Rousseff. Ou, então, que se desative o tribunal, caso este, como se depreendeu da fala do advogado-geral da República, José Eduardo Cardozo, não tenha mais credibilidade para coadjuvar o Congresso Nacional, como está previsto na Constituição Federal.

Por que Fernandinho Beira-Mar está preso por cometimento de irregularidade, e a presidente da República não pode pagar por seus ilícitos praticados? Pedala fiscal é crime, e a presidente já confessou a sua prática em nome, segundo ela, de uma boa causa. Só o advogado Cardozo e o pessoal do PT não veem crime. Um ladrão quando surrupia alguém comete delito passível de punição. Um condutor de veículo quando desobedece a uma regra de trânsito está também sujeito à punição.  Por que a presidente Dilma Rousseff, que, confessadamente, cometeu pedalada fiscal, não pode se sujeitar às cominações legais correspondentes?

Então, todos os demais juristas, advogados, pessoas do povo, bem como o relator do processo de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que viram crime nas pedalas fiscais, são golpistas e estão errados? Não pode ser considerada uma pessoa honrada, na administração pública, quem desrespeita regra fiscal. Se no passado o crime era negligenciado, agora ele passou a ser cobrado, está correto e ponto!

Se estamos em plena democracia e os fatos arrolados levam ao afastamento da presidente, seria um grande equívoco e um contrassenso constitucional  alguém lembrar "que se a presidente Dilma sair, quem assumira é o  vice-presidente, do PMDB e, caso o vice-presidente sofra o mesmo processo de impeachment, Eduardo Cunha assume”. 

Ora, no jogo democrático temos que respeitar as regras. O legislador constituinte, quando votou a Constituição, votou para que ela fosse cumprida, sem questionar possíveis atropelos ou situação de pessoas que venham a exercer, em qualquer situação, a presidência da República.

 

 

Escrito por , 13/04/2016 às 00h15 |

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Bate-boca na comissão do impeachment

Era plenamente dispensável a convocação da acusação e da defesa para se manifestar preliminarmente acerca do processo de impeachment na Câmara Federal, pois a Comissão  teria de qualquer forma de apreciar os fundamentos pró e contra exarados no processo, e não as argumentações orais de cada lado. Assim, ter-se-ia evitado todo esse bate-boca desnecessário inicial.

Ademais, é fundamental que o Congresso Nacional respalde a função primordial do TCU, estabelecida no Art. 71 da Constituição Federal, o qual recomendou que a Casa Legislativa Federal rejeitasse as contas de 2014 da presidente da República, por irregularidades (pedala fiscal). Desacatar as recomendações do tribunal equivale a considerá-lo sem importância, e, assim sendo, melhor seria que o TCU fosse extinto.

Por outro lado, José Eduardo Cardozo exerceu o seu papel de Advogado-Geral da União ao defender o Governo. Só que ele se esqueceu de que não estava em sala de aula tentando convencer uma plateia de imberbes calouros de Direito.

É necessário, entretanto, não cair na lábia esperta do Advogado-Geral, pois os seus argumentos sofísticos não podem contrapor ou sobrepor, por exemplo, uma decisão técnico-jurídica do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou “pedalada” fiscal.

Ora, a corte de contas do país foi instituída para quê? Não foi para auditar as contas públicas, coadjuvando o Congresso Nacional? O seu corpo não é formado por pessoas de idoneidade moral e de reputação ilibada, bem como por detentores de notórios conhecimentos jurídicos, técnicos econômicos e financeiros ou de administração pública, conforme preceitua o Art. 73 e parágrafos da Constituição Federal?

Logo, causa perplexidade a tentativa de o Governo Federal, através de seu Advogado-Geral da União, de pretender descaracterizar a decisão proferida pela suprema corte de contas do país, que, de forma categórica e por unanimidade de seus ministros, recomendou ao Congresso a rejeição das contas do governo Dilma Rousseff em 2014?

 

Escrito por , 05/04/2016 às 23h35 |

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Cerca de 400 mil pessoas nas manifestações pró-Dilma/Lula

Brasília concentrou o principal esforço mobilizador do PT, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e organizações aliadas, na tentativa de impedir o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Estimativas apontam para menos de 400 mil pessoas no conjunto do país.

Trata-se de manifestação pífia, pois representa adequadamente apenas 31% da população que apoia o governo corrupto do PT e de DILMA LULA ROUSSEFF.

Os outros 69% da população, conforme pesquisa recentemente divulgada, que não aprovam o governo e desejam o impeachment de Dilma, são representados por mais de 6 milhões de brasileiros, que no domingo de 13/03/2016 saíram espontaneamente às ruas do Brasil para pedir o afastamento de Dilma Rousseff, a prisão de Lula e a extinção do PT.

 

Escrito por , 01/04/2016 às 21h40 |

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A OAB versus o motim da claque petista

Os senhores golpistas petistas, que querem transformar este país em uma república do pixuleco, já foram surpreendidos nas ruas pela manifestação maciça e espontânea do povo brasileiro, inclusive de ex-petistas – suplantando a minoria vermelha e comunista arregimentada por sindicais e pelo “exército” do líder do MST, João Pedro Stédile -, que não aceita mais ver o país ser comandado por um governo incompetente e corrupto no mais amplo sentido: inflação; desemprego; fechamento de empresas; perda do grau de investimento; pedaladas fiscais; TSE (contas da campanha de 2014 irregulares); bancarrota da Petrobras (petrolão) e por decisões tomadas por seu Conselho Administrativo, presidido por Dilma Rousseff (Em 2015, a estatal fechou com o maior prejuízo de sua história: 35 bilhões de reais); as incriminações de Delcidio do Amaral contra Dilma, Lua, PT, por si sós, já recomendam o afastamento da presidente; o pedido de impeachment bem fundamento por Hélio Bicudo, Janaina Paschoal e Miguel Reale Júnior; e agora o novo pedido de impeachment operado pela OAB, firmado por esmagadora maioria de seus advogados.

É patética a lamentação da camarilha petista e de partidos da base de apoio ao considerar golpe o pedido de impeachment da presidente. No entanto, o PT jamais considerou golpe os pedidos de impeachment de COLLOR e FHC. Agora os molecotes querem falar em golpe?

A ministra do STF, Cármen Lúcia, já declarou que o pedido de impeachment é constitucional, idem Dias Tóffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Luís Roberto Barroso etc. O STF, formado por juízes íntegros e independentes, contrariando LULA, não vê, portanto, nenhum golpe.

Tentativa de GOLPE é o que se viu hoje (28), na Câmara Federal, onde a OAB, em pleno exercício democrático de direito, estava sendo impedida de protocolar o seu pedido de impeachment contra DILMA ROUSSEFF por uma corja de políticos mequetrefes, ordinários e traidores da Pátria, que dão sustentação ao governo corrupto e não desejam ver o país ser passado a limpo: Vanessa Grazziotin (PT-AM), Jandira Feghali (PT-RJ), Humberto Costa (PT-PE), Gleisi Hoffman (PT-PR), Lindbergh Farias (PT-RJ), suplente Wadih Damous (PT-RJ), Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP), Maria do Rosário (PT-RS), Bohn Gass (PT-RS), Henrique Fontana (PT-RS), José Guimarães (PT-CE), Afonso Florence (PT-BA), Sibá Machado (PT-AC) e outros indecoros parlamentares.

GOLPE moralizador é o que o país está tentando dar na corrupção e nos larápios da República, que desviaram recursos da SAÚDE, EDUAÇÃO E SEGURANÇA PÚBLICA, como LULA e JOSÉ DIRCEU, os quais deviam ficar sempre trancafiados para o bem do Brasil. Porque Fernandinho Beira-Mar está pagando por seus crimes, e o mesmo não pode ocorrer com políticos e ex-políticos corruptos?

Escrito por , 29/03/2016 às 13h58 |

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