Jornal Página 3
Coluna
Falando nisso
Por Marlise Schneider

Em frente

Não acredito em fada madrinha, nem em Papai Noel, coelhinho da Páscoa ou milagres...mas acredito em mudança, desde que a faxina geral continue, doa a quem doer. Precisamos dar um basta na roubalheira descarada que afundou esse país, atacar de frente e sem parar a corrupção. Só assim construiremos um país mais justo e seguro. Eu acredito nisso.

Já vi muita coisa acontecer, mas nunca vi tanto larápio engravatado atrás das grades e isso não pode parar.

Se formos por esse caminho, tenho fé e volto a apostar em um país melhor para todos.

Vamos em frente.

Escrito por Marlise Schneider, 12/05/2016 às 08h54 | lisi@pagina3.com.br

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Será que vale a pena?

Jornalistas e colunistas são achincalhados porque tornam públicas suas opiniões. Pessoas que pensam diferente se acham no direito de 'massacrar', escrevendo coisas estúpidas e às vezes inacreditáveis, e sempre junto aquela coisa de interior...acham que o profissional está recebendo algum benefício, uma grana, um jabá, se vendeu...como se ele não fosse cidadão, não pensasse, não tivesse ideias próprias.

Sei que em ano eleitoral o bicho pega, sempre foi assim, há 25 anos cobrimos eleições aqui e hoje já estou dialogando com meus botões e dizendo 'tomara que outubro passe logo'. Mas nesses últimos dias, com a política nacional pegando fogo parece que as coisas se adiantaram. Leio opiniões raivosas e descabidas. Alguns são até conhecidos. Que eu tinha em alto conceito, não porque pensam diferente, mas pela forma como reagem, com grosserias e estupidez. Decepção total, a falta de respeito com o ato livre de pensar, de dizer e de escrever. Tempos de internet aceleraram essa falta (ou seria excesso?) de liberdade.

Todos têm o direito de pensar.

Todos têm o direito de divergir.

Todos têm o direito de pensar diferente.

Todos têm o direito de opinar.

Todos têm o direito de expor o que acreditam.

E todos têm o dever de respeitar a opinião do outro.

Isso - no meu entendimento - é democracia. 

Escrito por Marlise Schneider, 29/03/2016 às 13h38 | lisi@pagina3.com.br

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Eu vou...


Sempre participei de movimentos, passeatas, reivindicações seja em grêmios estudantis ou em diretórios acadêmicos ou nas ruas mesmo, vestindo camisetas, carregando faixas ou pintando a cara. Sempre achei (e continuo achando) que são movimentos legítimos quando protestam em busca de melhorias, quando pedem a volta do desenvolvimento, seja ele econômico, social, cultural e acho que são necessários quando pedem o fim da roubalheira, essa pouca vergonha que estamos vivendo e que está paralisando o país.

É para isso e por isso que sempre fui e vou de novo. E vou com muita esperança. Com fé de que podemos sim voltar a nos orgulhar muito dessa terra.

São tempos livres, a democracia permite esses atos de protesto, saudáveis, das pessoas de bem, que só querem direitos garantidos e recuperar a cidadania, que está seriamente abalada. Quem viveu nos tempos da ditadura, sabe bem a diferença. E esta diferença é muito grande. Não vamos pedir a volta da ditadura, quem faz isso, está seriamente equivocado.

Vamos para a rua manifestar que queremos um país livre e não subordinado a essas quadrilhas de empresários e políticos corruptos que só pensam neles e na fortuna...dinheiro...dinheiro....dinheiro...vamos nos manifestar e apoiar o juiz Sérgio Moro. Essa semana ele colocou claramente aos brasileiros, que há duas chances, dois caminhos a seguir: ou varrer toda essa lama pra debaixo do tapete como sempre e deixar tudo como está...ou encarar de frente e tornar esse Brasil um país sério.

Vamos nos manifestar pela dignidade. Por um país sério, livre dessa roubalheira que todos estamos cansados de engolir.

OBS - E com tudo isso que ficamos sabendo, continuo achando que não sabemos da missa a metade!!!!

Escrito por Marlise Schneider, 11/03/2016 às 16h26 | lisi@pagina3.com.br

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Tá tudo certo...

 Eu sempre acho que grandes concentrações de público são uma oportunidade para manifestações pacíficas. 

Pensei que o Carnaval seria uma dessas oportunidades.

No meio da folia, da alegria, da festa, mostrar que nem tudo vai bem, que nossa economia está um caos, que estamos preocupados com o futuro, que o governo está sem direção, que não sabemos direito o que vai acontecer, que a inflação está escancarada por todos os lados...

Pensei que uma dessas grandes escolas de samba levaria para a passarela essa preocupação, essa indignação com a corrupção aviltante que tomou conta, encenaria a nossa triste realidade. Teria o reconhecimento do público.

Pensei que talvez no meio daquela multidão que assistiu desfiles em São Paulo e no Rio, alguém levantasse uma faixa em nome da população indignada com tanta roubalheira...Teria o reconhecimento do público.

Pensei que talvez nos famosos carnavais de rua de Salvador, Recife...alguém...teria o reconhecimento?

Foram só pensamentos. Na hora da folia não tem que lembrar de abacaxis, pepinos, problemas...fica pra depois.

O depois é agora.

O que será que nos espera depois da folia? 

Escrito por Marlise Schneider, 10/02/2016 às 17h26 | lisi@pagina3.com.br

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Bem vindo 2016

Chegar no final de um ano é sempre motivo para comemorar. Afinal chegamos lá. 

A oportunidade de começarmos um novo ano é mais um bom motivo para comemorar. Afinal somos privilegiados.

Então vamos aproveitar essa 'dupla' comemoração e agradecer por ambas asoportunidades que tivemos. Agradecer é bom. Faz bem. 

Vamos também elevar nosso pensamento positivo. Afinal tivemos um ano 'pesado' na política, na economia, na saúde, na segurança, no meio ambiente, nas relações, nos comportamentos, mas não vamos desanimar. Um ano não pode ser pior do que o outro.

Pensar positivo é o primeiro passo. 

O segundo é olhar para os lados em todas as situações. Não estamos sozinhos em lugar nenhum. 

E por último, encher nossos corações de amor e de respeito aos nossos próximos e aos dos outros também. Isso faz engrandecer. Faz valer a pena. 

Então mãos à obra. Boa sorte e FELIZ 2016

 

Escrito por Marlise Schneider, 31/12/2015 às 12h08 | lisi@pagina3.com.br

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Tudo de bom...

Todos os anos nesta época uma confusão de sentimentos toma conta...o Natal é uma data de alegria, de festas, de chegada, de coisas novas, de recomeço, mas sinto uma estranha sensação que mistura alegria e tristeza, é possível isso?

Alegria por tudo que a data representa e por estar com minha família e meus amigos.

Tristeza por não ter mais a extensão toda dessa família...os Natais de infância tinham avós, pais, tios, padrinhos, primos, era muita gente...muitos deles não estão mais por perto, sinto saudades imensa. Sinto tristeza porque não os temos mais...sinto alegria por todos que temos hoje ao nosso lado! Confuso...

Além destas questões, bem pessoais, tem outras à nossa volta, que driblamos todos os dias e que angustiam porque falam do nosso presente e do nosso futuro. E como disse o tenista Guga Kuerten essa semana...por favor, sejam honestos, vamos lutar por nosso país....um clamor que virou rotina no meu dia-a-dia...eu tenho fé, mas tem dias que desconfio até do que acredito, porque parece que tudo à nossa volta está contaminado com essas coisas ruíns...

Quero clarear meus sentimentos.

Quero continuar acreditando que nosso país tem jeito.

Quero seguir confiante na justiça, nos 'Moros' que a vida nos apresentou.

Quero olhar para mais direções.

Quero pensar que tudo vai melhorar.

Quero desejar um 2016 do 'BEM'

E vai ser.

 

Escrito por Marlise Schneider, 18/12/2015 às 15h41 | lisi@pagina3.com.br

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