Jornal Página 3
Coluna
Falando nisso
Por Marlise Schneider

Tudo parado. De novo


Depois do espetáculo olímpico que durou duas semanas e que empolgou quem curte e até quem não curte esportes, começa hoje outro espetáculo - show da vida - lá nos confins do planalto, com direito a muro e tudo o mais.

Nunca esquecendo que nós estamos pagando tudo isso e ainda temos que assistir políticos nojentos, corruptos e sujos posando de salvadores da pátria! Uma palhaçada! Que dá Ibope né?

Enquanto os engravatados, ilustres senhores que decidem as coisas nesse país estão lá promovendo esse espetáculo grotesco por vários dias (com seus salários maravilhosos garantidíssimos) nós continuamos ralando, driblando a crise, tentando não afundar com ela...e rezando para que as coisas voltem a caminhar pra frente, torcendo para que o país encontre seu rumo. Sim, porque enquanto durar esse espetáculo tudo pára, o país pára e nós? Assistimos.

 

Escrito por Marlise Schneider, 25/08/2016 às 09h01 | lisi@pagina3.com.br

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Assim será. Mais 25

Hoje é um dia muito, mas muito especial para nós do Página3, afinal de contas, um projeto despretencioso que começou em 1991 está completando 25 anos. É tempo.

Tem chão andado.

Tem historia contada.

Tem Balneário Camboriú registrada.

Em fotos.

Em textos.

Em entrevistas.

Em eventos.

Em denúncias.

Em coisas boas.

Em coisas não tão boas.

O mais importante é que a proposta inicial - de ser uma 'ponte' entre a informação e a comunidade é a mesma até hoje, 25 anos depois.

Aos trancos e barrancos, muitas vezes abaixo de ameaças, o jornal conseguiu manter de pé sua proposta, desenvolvendo um jornalismo honesto, sempre defendendo Balneário Camboriú.

E assim continuará.

Escrito por Marlise Schneider, 26/07/2016 às 17h55 | lisi@pagina3.com.br

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Parabéns Balneário

Em julho de 1988 quando viemos morar em Balneário Camboriú, encontramos uma cidade ainda pequena, com cara de interior, porque com exceção do centro, os bairros ainda tinham pouco trânsito. Lembro que para levar nossas filhas para o colégio Peart, passávamos pela Terceira Avenida, cheia de terrenos baldios e muito mato, pouco movimento, quase nenhum, era preocupante. Tanto que resolvemos colocar as meninas em uma condução escolar porque parecia mais seguro.

A Quarta Avenida então...era pior ainda, quase nada ali...longos espaços vazios...lembro que falavam do 'sítio' do Dr.Spósito, considerado um 'explorador' , tipo primeiro habitante, daquela que hoje se tornou uma importante avenida da cidade, abrindo caminho para os bairros.

Estranhei bastante porque no Rio morava em frente à Galeria do Leme e dentro dela tinha o teatro Villa Isabel, o Villa-Lobos pertinho, tudo ali, só atravessar a rua...e sempre com peças boas...e aqui não tinha nada disso. Senti falta.

Mas tinha coisas 'iguais', por exemplo, no Leme era só caminhar uma quadra, atravessar a Atlântica e chegar na praia. Aqui foi assim também, caminhava um pouo mais, mas atravessando a Atlântica, já estava na praia. Naquele tempo levava as meninas sempre para praia e ela parecia limpa. Não havia trânsito, era fácil atravessar as ruas. Elas patinavam até a Tuti´s Pão pelo asfalto da Brasil, buscando aquele pãozinho redondinho, que existe até hoje...

A cidade é cativante e bonita por natureza. Conhecia de passagem, mas morar é diferente, o olhar muda e veio a necessidade de participar da vida comunitária, conhecer pessoas, fazer amigos e três anos depois da chegada, estávamos lançando um jornal na praia, o Página3 que na próxima terça-feira, dia 26, completa 25 anos.

As meninas cresceram, viveram sua adolescência, curtiram Baturité, Barra Sul (lembra Belline?) e hoje têm filhos que nasceram na praia.

A raiz está profunda. A paixão pela cidade não tem mais volta. Todos da família aprenderam a zelar por este lugar que hoje está festejando seus 52 anos. Queremos continuar cuidando de ti e te protegendo sempre.

Por isso, parabéns Balneário Camboriú que amo para sempre.

Escrito por Marlise Schneider, 20/07/2016 às 11h02 | lisi@pagina3.com.br

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A TOCHA EM BALNEÁRIO

Apesar dos manifestos contrários que vi nas redes, penso que a passagem da tocha olímpica por Balneário Camboriú foi importante. 

Ouvi muitos questionamentos sobre esse assunto nos últimos dias, quase sempre focando em grana. Ou perguntando quanto a prefeitura pagou para trazer a tocha para cá? Outros afirmando que a prefeitura pagou milhões para isso...outros questionando se o Marzinho, o editor do Página3, que foi um dos condutores, pagou e quanto pagou para carregar a tocha...outros querendo saber se é verdade que para ficar com a tocha, o condutor teria que desembolsar R$ 1 mil ou R$ 2 mil...bom foram muitos questionamentos e aqui quero dizer publicamente que ninguém pagou nada, até porque seria uma 'honra comprada' e o jornal jamais pagaria...aliás o jornal sempre criticou aqueles 'prêmios' que as pessoas ou empresas ganham...se pagarem por eles, é claro!

*O Marzinho foi convidado pela Coca-Cola para representar a imprensa da cidade.

*Prencheu um questionário, confirmou presença. Não cobraram nada.

*Meses depois chegou uma caixa enorme, contendo um par de tênis e mais um monte de badulaques, inclusive uma tocha para montar e guardar de recordação. Sem custo de nada.

*Na última semana, a organização entrava em contato seguidamente, lembrando que estava chegando o momento. De graça.

*Às 7h da manhã desta terça-feira, 12 de julho, a organização alertou: "Está na hora. Chegou a hora". Sem custo algum.

*Às 8h fomos até o Teatro Bruno Nitz. Lá estavam 17 dos 34 condutores. Todos recebendo um pacote com o 'uniforme' branco/verde/amarelo para vestir. Ninguém cobrou nada.

*Fizeram um sorteio entre os condutores. Um deles poderia levar a tocha para casa. Sem custo algum. O Marzinho foi sorteado.

*Ele foi o número 26. O ônibus deixou ele na Avenida Atlântica esquina com Rua 3700. Quando desceu foi um tumulto. Até ele ficou assustado com a gritaria, todo mundo empurrando para tirar foto com ele...meu Deus, minutos de celebridade...Tudo de graça!

*Depois correu 200m (o que faz uma academia, hein Edmilson?!!!)...e nesse curto trechinho todo mundo gritando o nome dele. Muita emoção. Tudo sem custo algum.

*Enfim, foi uma experiência diferente. Não custou nada. E ficará para sempre em nossas memórias. Com certeza.

Então por aqui vai um OBRIGADO COCA COLA pelo convite! Que também não custou nada.

E por aqui vai um recado e um conselho para esses 'raivosinhos' do Facebook que só criticaram, falaram mal e principalmente informaram errado: usem esta maravilha tecnológica para o BEM...para divulgar o que é real...não para jogar m... que isso não contribuiu com nada, viu?

Escrito por Marlise Schneider, 12/07/2016 às 15h05 | lisi@pagina3.com.br

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Eu não falei com ele

Alguém aí falou com o Sérgio Machado?

Fico imaginando o que tem de político com caganeira hoje por essa Brasília afora...

Enquanto eles ficam desmentindo jornalistas, são sempre inocentes, fazem sempre tudo dentro da lei, nós que a cada dia acordamos com mais um solavanco, continuamos assistindo esse terror político que se instalou no alto comando do país, que deveria ser o nosso exemplo. Essa vergonha nacional que paralisou nossa economia, nosso crescimento, nossa esperança.

Estamos pisando em ovos, sem saber qual será o próximo passo. Há quanto tempo estamos nessa? Há quantos anos estão nos roubando descaradamente?

O que mais está por vir?

Para um recém empossado ministro que começa falando em 'retomada' querer paralisar a Lava Jato deve ter muita, mas muita merda ainda pra vir à tona. Ele se 'licenciou' ora vejam só...parece até que tá fazendo um favor para o país....Vai prá casa Jucá e não volte nunca mais. Assim como todos os que virão à tona nos próximos dias...querer mexer com a Lava Jato não vai dar certo. O povo está alerta. Não vai permitir.

A minha fé, pelo menos, não conseguiram destruir ainda.

Eu acredito.

Eu continuo trabalhando e querendo deixar um país melhor para meus filhos, meus netos...e isso não se faz roubando. Em nenhum lugar do planeta.


 

Escrito por Marlise Schneider, 24/05/2016 às 09h21 | lisi@pagina3.com.br

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Em frente

Não acredito em fada madrinha, nem em Papai Noel, coelhinho da Páscoa ou milagres...mas acredito em mudança, desde que a faxina geral continue, doa a quem doer. Precisamos dar um basta na roubalheira descarada que afundou esse país, atacar de frente e sem parar a corrupção. Só assim construiremos um país mais justo e seguro. Eu acredito nisso.

Já vi muita coisa acontecer, mas nunca vi tanto larápio engravatado atrás das grades e isso não pode parar.

Se formos por esse caminho, tenho fé e volto a apostar em um país melhor para todos.

Vamos em frente.

Escrito por Marlise Schneider, 12/05/2016 às 08h54 | lisi@pagina3.com.br

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