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Elètra

Elètra pergunta, Eduardo Phillipps responde

Foto: Adriel Douglas

 

Durante a produção dos textos do caderno especial do aniversário de Camboriú, procurei entrevistar alguns dos empresários que se destacaram pelos seus empreendimentos na cidade vizinha e um deles foi o Eduardo Phillipps, um dos sócios do Green Valley e Maria's. Como no impresso somos regidos pelo espaço, algumas partes ficaram de fora, mas a Elètra traz a entrevista na íntegra. Phillips falou no dia em que recebeu a notícia de que o GV havia sido escolhido como 2º melhor clube do mundo, comentou sobre a história dos clubes, obras, novidades e sobre um projeto de festival para o final do ano. Confere aí! 

 

 

Como você avalia hoje a escolha que vocês fizeram de construir o clube em Camboriú?

 

Eduardo Philipps - Nosso envolvimento com entretenimento noturno, em Camboriú é de longa data, há aproximadamente 17 anos, através do festejado e renovado Rancho Maria’s. Após um longo estudo, que durou praticamente dois anos, concluímos que o lugar certo era, justamente, ao lado de onde nos já estávamos. Nesta nossa região, conseguimos estar próximos as cidades mais movimentadas e ainda desfrutar de belezas naturais, em meio a mata, aliada à segurança e comodidade. Então nossa intuição, em conjunto com o estudo, estava certa. Camboriú tornou-se o lugar ideal.

 

Antes do GV havia apenas o Maria’s que era referência pela vida noturna em Camboriú. Logo quando vocês abriram, víamos muita confusão na imprensa divulgando que a casa era em Balneário, mas hoje vemos que isso mudou. Por que você acha que isso acontecia?

 

Eduardo Philipps - O Green Valley começou a ser divulgado fora do estado e fora do Brasil, o que não aconteceu com o Maria's que era mais uma festa regional, mesmo assim hoje temos um grande cuidado com a imprensa em relação ao Green Valley para preservar a identidade do club quanto a sua cidade natal, Camboriú. Mas ainda assim muitas vezes temos que pedir correção em matérias ou notas. Na verdade é comum que as pessoas, em especial de outras regiões do estado ou de outros estados brasileiros, confundam Balneário Camboriú e
Camboriú.

 

Você acredita que hoje isso seja diferente de alguma forma porque o GV ajudou a mostrar ao mundo que cidade Camboriú é?

 

Eduardo Philipps - Camboriú sempre teve muitos potenciais, onde podemos destacar o turismo rural, grande eventos de Gideões entre outros. É claro que desde a inauguração do Green Valley a cidade vem se evidenciado cada vez mais, pois estamos conseguindo trazer várias pessoas do mundo todo. Fazemos questão de frisar que nosso club fica em Camboriú porque é um município que nos acolheu, que faz parte da nossa história e que hoje é o berço do 2º Melhor Club do Mundo. É claro que isto está trazendo boas consequências para todas as cidades vizinhas.

 

Hoje vocês têm mais do que um super clube, é uma marca. Fala um pouco do caminho que foi para conseguir isso.

 

Eduardo Philipps - O caminho foi percorrido com muito trabalho e dedicação em tudo que fizemos. Desde a concepção do Green Valley nossa ideia era oferecer uma coisa que ainda não existia. Embora o ritmo eletrônico estivesse em ascensão, o publico vinha se sofisticando e era também crescente a necessidade de novidades. Acho que o fato de o Green Valley ser ligado à natureza também deu uma cara particular ao club.

 

Uma das peculiaridades de vocês é que sempre estão com novidades, tanto na estrutura, buscando inovar nas atrações. Como funciona esse processo de pesquisa Eduardo? Vocês se baseiam nas coisas que outros clubes vêm oferecendo? Ouvem o público?

 

Eduardo Philipps - Esse caminho quem nos dá é o publico. Toda adaptação da casa, toda atração contratada, tudo o que programamos e executamos é pra atender um público que espera cada vez mais do Green Valley e que em troca nos dá o posto de detentores da “melhor plateia do mundo” segundo alguns grandes DJs da cena. O jeito Green Valley de fazer a música eletrônica também tem muitas referências internacionais que, aliadas ao jeito caloroso dos brasileiros, acabou gerando este estilo particular.

 

Ouvi falar que vocês estão com planos para 2012 na área das reformas na casa. Tem como adiantar o que poderá mudar no Green Valley?

 

Eduardo Philipps - Reforma é uma constante que sempre vai nos acompanhar, já que sempre estamos atentos nas necessidades dos nossos clientes. Entre várias coisas que faremos, o que posso adiantar é a nova decoração no interior do Lounge.

 

E em longo prazo, vocês já fazem planos para a casa. O que Camboriú e o mundo podem esperar do Green Valley?

 

Eduardo Philipps - Um dos principais planos para a casa é sempre nos manter vivos e entre os melhores para o público. Nossa Tour com decoração própria é uma das coisas que temos muita vontade de implantar pelo Brasil, mas no momento estamos com um projeto de um super festival eletrônico em nossa região no mês do aniversario do Green Valley, mais especificamente nos dias 16 e 17 de novembro.

 

É isso, fica à vontade para fazer mais algum comentário sobre o trabalho de vocês, esse momento dos negócios da noite e da cidade também.

 

Eduardo Philipps - Primeiro, gostaria de agradecer ao Página 3 pelo convite desta entrevista e reconhecimento da importância de um club como o Green Valley para a cidade de Camboriú e região. Com relação aos negócios da noite e da cidade, o que fica claro é que nossa região esta se profissionalizando cada vez mais e quem ganha com isso é o público que recebe em troca entretenimento com qualidade.
 

 

 

 

Escrito por Dani Sisnandes, 10/04/2012 às 11h04 | danikahc@gmail.com

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