Balneário Camboriú, 25 de Maio de 2013
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Dedo na Moleira

E como fica?

O prefeito está numa correria para inaugurar obras antes que entre no prazo que a lei eleitoral proíbe. É irônico que algumas dessas obras como a ponte, o teatro e a estação de esgotos pudessem estar prontas antes se não tivéssemos perdido mais de um ano no início do governo quando estes projetos ficaram parados.
 

Fazer com pressa custa mais caro, ontem havia sete veículos do paisagismo do município, à noite, com as equipes plantando arbustos no entorno da ponte e faturando horas extras.
 

Mas, o que eu gostaria de saber é outra coisa, o que será feito com o hospital Ruth Cardoso. No final de semana o ex-secretário da saúde Spósito e o presidente do Conselho de Saúde, Brito, manifestaram que não confiam no atual gestor do hospital, Eroni Foresti.
 

Foi o ex-secretário do atual prefeito que falou isto, foi o presidente do Conselho -que conhece muito do que aconteceu no saco sem fundos do Hospital Santa Inês, antes administrado por Foresti- quem afirma a desconfiança.
 

A prefeitura está promovendo um festival de compras sem licitação para tocar o Ruth Cardoso e se essas compras são comandadas por um profissional posto sob suspeição –não minha, mas do ex-secretário e do conselheiro- algo precisa ser feito.

Além disso, tenho informações seguras que no aspecto médico o Ruth não melhorou grandes coisas, continua sem cumprir as tais metas tão cobradas da Cruz Vermelha.

Sei que é difícil resolver questões como a do hospital, mas poderiam ao menos tentar, quem sabe soltando menos foguete em obra construída com dinheiro da população e dedicado mais tempo à busca de soluções para a saúde desta mesma população.

Escrito por Waldemar Cezar, 04/07/2012 às 18h46 | waldemar@camboriu.com.br

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