Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Tinha 30?

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 13/06/2017 às 14h06 | waldemar@camboriu.com.br

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Eleitoral,a justiça feita de acordo com a cara do freguês

(Publicado no Página 3 impresso do mês de maio) - No final de outubro passado a Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas divulgou o relatório ‘Índice de Confiança na Justiça’ mostrando que o Poder Judiciário Brasileiro gozava de credibilidade com apenas 29% das pessoas entrevistadas em sete estados e no Distrito Federal.

Dois em cada três desses brasileiros não confiavam na justiça pátria.

Embora a pesquisa não tenha avaliado este aspecto é razoável supor que parte de descrédito decorra do comportamento da Justiça Eleitoral já que algumas decisões parecem ser tomadas de acordo com a cara e o bolso do freguês.

Até a semana passada setores políticos e jurídicos nacionais se assanhavam com a tese que mesmo tendo a chapa Dilma Temer chafurdado no lodaçal do dinheiro clandestino, no Caixa 2 abastecido pelas grandes empreiteiras, a culpa seria só dela e não dele.

Essas teses flutuam ao sabor das conveniências e do dinheiro disponível para investir em pareceres jurídicos.

Até as pedras das ruas sabem que o entendimento é consolidado, o candidato e seu vice respondem solidariamente, quando um é cassado o outro também dança.

Os argumentos por uma nova interpretação seguiam pelo caminho do interesse dos “golpistas” como dizem o PT e seus aliados e no “veja bem a economia está se ajeitando, é do interesse nacional manter o presidente Temer...”.

A prova definitiva da desmoralização da Justiça Eleitoral veio depois do estouro dos irmãos Wesley e Joesley quando o discurso virou do avesso e o Tribunal Superior Eleitoral passou a ser apontado como a maneira constitucionalmente correta de resolver a crise “tudo dentro da lei”, cassando Temer no julgamento das contas de campanha que terá início no próximo dia 6.

Ninguém sabe o que vai ocorrer, basta um ministro pedir vista e a coisa ficará parada porque no nesse absurdo universo jurídico os pedidos de vista podem funcionar como cemitérios de processos em favor de que tem poder e dinheiro para sepultá-los. 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 11/06/2017 às 09h06 | waldemar@camboriu.com.br

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Feira é livre

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 08/06/2017 às 17h48 | waldemar@camboriu.com.br

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No bar ninguém é melhor do que Temer

 

Nessa altura do campeonato parece não haver dúvidas que Michel Temer não possui um atributo fundamental para o exercício da Presidência, a reputação ilibada.

Nem ele nem Dilma, gêmeos univitelinos das urnas contaminas pela roubalheira que aflige a Nação.

No bar escuto falarem que o Brasil precisa de estabilidade; que Temer é o fiador dessa estabilidade e que o Congresso Nacional não tem um nome para suceder o atual Presidente numa eleição indireta.

Primeiro que não existe estabilidade alguma, o PIB do Brasil cresceu 1% no primeiro trimestre enquanto o da China aumentou 6,9%.

Nosso crescimento foi decorrente do sucesso da agricultura, portanto sazonal. As melhores estimativas são que o Brasil cresça 1% em todo o ano de 2017 e as piores ficam em 0,3%.

Façamos conta certinhas: o PIB acumulado nos últimos quatro trimestres (Março/16 a Março/17) foi negativo em 2,3%.

Comemorar isso é o mesmo que, como diz o carioca, fazer churrasco na laje porque o primo saiu da cadeia.

Temer não é estabilidade de nada, as três últimas semanas revelaram um Presidente que possui assessores carregadores de malas com propinas; que se encontra à noite em palácio com um empresário chefe de quadrilha e admite, depois de negar, que levou a família à Bahia no avião desse mesmo patife.

Num cenário de sujeira vindo à tona diariamente, podemos acordar uma bela manhã com a revelação que foi Temer quem matou Odete Roithman.

Ele não é a estabilidade e sim uma caixinha más surpresas.

Por fim, temos 513 deputados federais e 81 senadores, nenhum deles pode dirigir o Brasil?

Em verdade numa eleição indireta qualquer brasileiro (ou brasileira) adulto pode se candidatar; somos mais de 100 milhões e querem me convencer –no bar- que nenhum é melhor do que o Temer?

Então deixem ele lá, azar o nosso.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 07/06/2017 às 14h33 | waldemar@camboriu.com.br

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Atraso inaceitável

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 07/06/2017 às 11h46 | waldemar@camboriu.com.br

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Quatro já foram, só faltam 14

 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 27/05/2017 às 06h38 | waldemar@camboriu.com.br

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