Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Pouco é importante?

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 15/03/2017 às 17h15 | waldemar@camboriu.com.br

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Passarela Laranjeiras

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 15/03/2017 às 10h25 | waldemar@camboriu.com.br

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Os estrangeiros

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 14/03/2017 às 13h30 | waldemar@camboriu.com.br

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Audiências públicas e Emasa

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 13/03/2017 às 14h31 | waldemar@camboriu.com.br

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Uber é sem volta

Uber é imbatível

Publicado por Waldemar Cezar Neto em Sexta, 10 de março de 2017

 Link do vídeo


Comparativo de preços aproximados.

 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 10/03/2017 às 14h59 | waldemar@camboriu.com.br

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Aqui se rouba, aqui se paga

Na sexta-feira fui a Florianópolis, no aniversário do amigo de um amigo e o aniversariante, que tinha chegado de Paris, comentou que os preços dos restaurantes na ilha estão insuportáveis, mais caros do que na capital francesa.

Achei um pouco de afetação até saber minutos depois que o aniversariante, professor universitário, estudou em Paris, é podre de rico e viaja regularmente à França.

Chegaram outros professores na conversa, também moradores de Florianópolis e as reclamações contra os preços “extorsivos” nos restaurantes daquela cidade prosseguiram.

Aqui em Balneário Camboriú encontrar alguém disposto a reclamar dos preços dos restaurante é fácil, bem fácil. Somos especializados em "furtos" do mar.

Cobram 15 numa cerveja que custa menos de 5 no mercado.

Cobram 60 numa pescadinha que custa 10.

Aqui alegam que o aluguel é caro, o que provavelmente é verdade, mas isso não tem importância para o consumidor, ele vai procurar onde é mais econômico, por exemplo, Itajaí ou Rio de Janeiro.

Ontem a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Santa Catarina divulgou que para a maioria (70%) dos empresários do setor a temporada foi "pior ou muito pior" do que no ano passado -que já não foi grande coisa.

Nossos empresários não enxergam o que os rodeia: O McDonald´s vende sanduiches a menos de 10, o Subway faz a mesma coisa... o negócio de alimentos precisa se adaptar à capacidade financeira da clientela.

O cliente que passou na porta e não entrou é uma mesa perdida, se a clientela está fraca experimentem baixar o preço, oferecer pratos mais em conta.

Um empresário com dois restaurantes famosos na cidade me disse dia desses que verão ou inverno para ele não faz diferença, o preço é sempre o mesmo, com os reajustes quando necessário.

Seus restaurantes vivem lotados.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 06/03/2017 às 11h53 | waldemar@camboriu.com.br

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