Bastante tem se falado sobre o assunto das Ilhas Malvinas, um tema que provoca muitas reações no povo argentino e que voltou a ocupar espaço na agenda política e diplomática dos países envolvidos.
Trazer de novo o capítulo ao presente tem vários significados, sobretudo desde o estrato político. A exploração do petróleo na costa do arquipélago ajudou a reavivar a disputa pelo território.
Na Argentina, a questão virou um assunto vox populi que mexe com a sensibilidade e a identidade do povo.
Dias atrás, O Reino Unido chegou a enviar um moderno submarino de guerra à região junto à visita (desnecessária) do príncipe William para exercícios de rotina.
As medidas foram fortemente recriminadas pelo governo argentino, que as classificou de ¨militarização¨ do Atlântico Sul, chegando a reclamar formalmente à ONU.
Penso que está certo tanto o justo reclamo, como o caminho diplomático escolhido perante a paz. Toda possibilidade bélica seria absurda e retrógrada.
Mas alguns setores estão preocupados de que o problema seja tratado como estratégia política para disfarçar outras dificuldades mais graves do país e se aproveitar da situação para fins meramente políticos e partidários, mexendo com a emotividade da sociedade.
No Facebook li uma curiosa reflexão de um tal Jose Luís sobre o pleito, e diz o seguinte:
A comunidade mundial precisa dizer a Inglaterra que não estamos na era pré-histórica e que também já acabou o período colonial, a escravidão, caravelas e do domínio de Portugal e Espanha no mundo. De forma que é chegada a hora da ONU, ser mais firme e imparcial no tratamento às ilhas Malvinas, sendo que o Reino Unido, se reporta á Revolução e diz que as terras são suas e a Argentina pela localização alega não abrir mão do território. Sugestão: Não havendo consenso, então que a ilha seja de interesse de todos os países ou de tombamento internacional para a fome da África.
E guerra, nunca mais.
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