Jornal Página 3
Coluna
Puxando Rede
Por Fabiane Diniz

Jade, Quem?

O cara se diz jornalista, comenta eleições municipais de todas as cidades do mundo (Brasil), menos a que ele mora (Balneário Camboriú). Configura o ditado "não tem nada de bom pra falar do meu candidato, então melhor ficar quieto", será?

Jade Martins além de ser sucessão do governo desastroso de Edson Pirica Dias tem o fato de ser desconhecida na cidade, eu pergunto sobre a Jade nas ruas e as pessoas me respondem, “quem?”

Publicamos esses dias no Facebook uma das promessas de campanha do PMDB, eles falavam em um pacote de obras para os Municípios. Mas se em oito anos não conseguiram arrumar os buracos da Biguaçu. Sei não essas promessas ai.

Na Vila Real tem ruas que são só buracos, muitas, sofro em ir de carro 'praquelas' bandas, ruas como a Dom Daniel (foto). Vila Real é ali do ladinho, aproveita e promete mais isso também.

Mara Alice

Aliás, em toda a campanha da Jade pode ser inserida a frase “não conseguimos em 8 anos, mas... agora vai“

Já o Fabrício continua na campanha das selfies. Nunca vi alguém tirar tanta selfie na vida, depois das eleições deve procurar um tratamento pra se livrar dessa droga.

E o Pavan, Propositivo? Ele deve estar adorando que as campanhas começaram a esquentar os ânimos dos exércitos. Ele é bom em se fazer de vítima (brasileiro adora uma vítima), e baita carismático, vai dizer! Só isso explica porque todo mundo fala da pensão que ele recebe como ex-governador, fazem até drama na narrativa, mas o eleitor do Leonel nem dá bola! Só pode ser o carisma, não tem?

E o Japa, Prof. Ozawa foi o único que comentou sobre a inauguração da Passarela da Barra. Ponto pra ele!

 

Leia também:

 

Escrito por Fabiane Diniz, 08/09/2016 às 11h58 | fabdiniz@gmail.com

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Os anônimos da campanha política

Após nota de repúdio do presidente do PSDB de Balneário Camboriú, Junior Pavan, a página de humor no FB "BC da Deprê", que foi por Junior associada a outra página, "Click Camboriú"; mudou de nome. Agora ela chama Balneário BC. O site da página foi removido do ar pelos autores.

Quanta credibilidade!

Não é de hoje que anônimos fazem ataques a candidatos políticos em tempos de campanha. Recentemente Fabricio de Oliveira denunciou uma página com conteúdo difamatório, segundo ele (não vi pra dizer se era mesmo), e também de autores anônimos.

Em uma campanha passada, um outro assessor do Piriquito usando o pseudônimo Ricardo Schnuffler, também gostava de disparar calúnias pela rede.

Em todos esses casos, os "anônimos" foram descobertos.

Os tempos mudam, o modus operandi continua o mesmo. Enquanto à luz do jogo todos pedem uma campanha limpa, nas sombras é só sujeira.

Precisamos definir, anônimos serão aceitos?

 

Escrito por Fabiane Diniz, 07/09/2016 às 08h16 | fabdiniz@gmail.com

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Uber em Floripa

Fui a Porto Alegre e tive minha primeira experiência com o Uber. E ontem fiquei sabendo que ele está pronto para descer aqui pertinho, em Floripa.

Minha amiga Rita Helena, que viaja muito mais do que eu e pra todo lado do mundo, também usou o Uber pela primeira vez, mas ela testou o serviço no Rio de Janeiro, durante as Olímpiadas, período que prometia aquele caos e bagunça pela cidade. “Que maravilha, Uber é vida!”. foram as palavras que ela usou pra definir o serviço. 

Estou a ponto de concordar com a Rita. Economicamente é uma maravilha mesmo. E são rápidos, chamou-chegou.

Entramos em Porto Alegre e o local que nos hospedamos -casa de amigos- não havia garagem, era um desses apartamentos antigos que ficam nos centros das grandes cidades, sem lugar para carros.

A saída foi deixar em um estacionamento próximo. Foi a última vez que o vimos durante nossa estadia ali. Só andamos de Uber, pra cima e pra baixo.

As saídas ficaram entre R$10,00 e R$12,00, para irmos a locais que não eram possível ir a pé.

Por aqui, ainda sem o Uber, peguei um táxi na quinta-feira e achei bem caro se for comparar, um curto trajeto custou R$25,00.

As duas corridas foram noturnas.

Nos dois serviços os motoristas foram atenciosos e gentis. Os carros Uber e o táxi eram novos.

No Uber não existe troca de moedas, na hora do pagamento o aplicativo debita do cartão.

Estava pensando, será que um dia chega em Balneário Camboriú?

Escrito por Fabiane Diniz, 06/09/2016 às 14h34 | fabdiniz@gmail.com

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PM lança bombas contra manifestantes

Polícia do Alckmim tem uma meta de bombas pra gastar mensalmente. Fornecedor faz churrasco no domingo e assiste TV torcendo pra ouvir boooommm

As manchetes seguem a linha "PM atira bomba e acaba com protesto pacífico contra Temer em SP" OI? 

 

Escrito por Fabiane Diniz, 05/09/2016 às 11h12 | fabdiniz@gmail.com

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Pavan entra no bueiro e marca ponto na internet

 

Depois do vídeo do candidato do PSDB, Leonel Pavan tirando -de joelhos- um monte de sujeira de um bueiro em Balneário Camboriú, os outros candidatos vão ter que repensar a forma de usar essa internet loka nessas eleições. É viral.

Dá uma olhada!

Escrito por Fabiane Diniz, 02/09/2016 às 13h04 | fabdiniz@gmail.com

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Estamos cada vez mais atentos

Quando as coisas eram feitas por debaixo dos panos, e algumas ainda são, poucas pessoas sabiam quando um funcionário era ‘fantasma,’ até porque ele não aparecia, não é mesmo? Quem sabia da ‘maracutaia’, a guardava a sete chaves, fazia segredo.

Também era fácil criar um ambiente de terror; porque quando a informação caía nas mãos de um jornalista começava-se então uma espécie de caça às bruxas, até chegar na fonte, e chegavam nela.

Por sistema de eliminação sempre conseguiam saber quem tinha entregado o esquema à imprensa. E nesses casos familiares sofriam todo tipo de retaliação psicológica (difamações) e empregatícia (dispensas), notem que existe sim uma escala hierárquica de comando, de terror no crime.

O terror e o medo são mais fortes que a compaixão e a benevolência. Impulsionam exércitos e dão objetivo à vida. É natural, orgânico. Desde os primórdios o homem está entregue à própria sorte e historicamente precisa se defender, e a família.

E mais, desde bem pequenos somos incorporados no sistema feudal da sociedade, como quando nos diziam “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Pois então!

Podem dizer que as coisas não são bem assim, que é exagero. E é verdade, gosto de elevar tudo na potência máxima, e talvez por isso não me espanto com quase nada. Até dia desses.

Pro meu espanto, vejam só, ainda nos dias atuais tentam nos pintar como abobalhados, desinformados. E o Brasil não é mais o mesmo do tempo da colonização, senhores! O país mudou, o mundo mudou, a internet mudou o jeito de se enxergar o outro.

Transparência

Ninguém está longe dos olhos atentos e curiosos dos jornalistas, dos eleitores, do cidadão. Os portais de transparência estão aí para nos dar exatamente o que tentaram esconder por décadas em arquivos nos porões dos prédios governamentais.

Hoje quando um político emprega um funcionário fantasma, a folha está online, a comprovação é feita na hora. Também não precisamos confirmar com 20 fontes pra saber da existência, ou não, de um empregado em um determinado departamento.

Acostumem-se com isso e comecem a agir dentro da lei, larguem mão de dar jeitinho nas coisas, de querer tirar um troco em cima da coisa pública. Porque serão pegos. Mais cedo ou mais tarde, serão pegos.

Se fossemos colocar em gráfico o tanto de denúncias que o Página 3 já fez durante os últimos 25 anos, e o tanto de condenações geradas a partir desses casos, seria um pouquinho desmotivador.

Mas o crime, ele compensa?

Não podemos contar com a justiça, infelizmente ainda não, ela é lenta e oferece muitas brechas por onde os larápios costumam se embrenhar.

Em um cenário apocalíptico -e verídico-, acabam como filhos abençoados pela santa mão do martelinho, ou por uma dezena deles. Porque o que não falta é instância pra onde re’correr’.

E isso fortalece também a ideia de que a denúncia estava errada, quando não está, discurso que gostam de usar e fazer, pobres coitados alvos de mentiras descabidas. (momento de dó).

Alguns desses santos censuram jornais de chegar às repartições. Outros gritam pelas esquinas que os jornais estão a trabalho de um inimigo imaginário, em geral tirado do terror criado em cima de algum aspecto econômico, um bicho papão qualquer.

Esqueçam, estamos cada vez mais atentos, suportamos mais de uma vez o medo e o terror.

É costume que pode mudar

Recebo propostas de publicações que são feitas pra parar e pensar, com que tipo de gente essas pessoas estão acostumadas? Alguém realmente publica isso?

“Cada um tem seu preço”, é mais um dos mantras equivocados que nos fazem parecer fracos.

Exijam respeito, façam-se ser respeitados e não é com ameaças, plantando terror que isso vai acontecer. Cada vez mais estamos longe dessa prática.

Estamos seguros e empoderados com a transparência.

Escrito por Fabiane Diniz, 02/09/2016 às 09h44 | fabdiniz@gmail.com

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