Jornal Página 3
Coluna
Puxando Rede
Por Fabiane Diniz

Prefeitura, vagas só para (homens)?

Dessa vez foi a assessoria da prefeitura que deu uma bola fora, mas foi lá longe mesmo. Em um grupo de Vagas de Comunição a prefeitura ofertou uma vaga de emprego só para homens, o que é proibido por lei. Não se pode anunciar emprego com o gênero como requisito, álias não se pode requisitar vagas com distinção nenhuma, nem só para homens, nem só para brancos, nem só para jovens, e nem mesmo só para casados ou solteiros. 

Gente, mais cuidado com isso! O print chegou aqui! Que papelão...

 

Escrito por Fabiane Diniz, 08/05/2017 às 18h39 | fabdiniz@gmail.com

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Odebrecht ou Odebras?

Tá na rede, no Youtube.. Gregório Duvivier, um dos criadores do canal "Porta dos Fundos", recém lançou programa no melhor estilo noticiário de bancada. A emissora que ajudou a empreender o projeto é a HBO Brasil. GregNews, como é chamado o programa, aparentemente foi criado para falar do cotidiano da política nacional.

Gregório que virou celebridade, e como uma, adorado por alguns e odiado por outros, logo no primeiro episódio fala sobre Lula, Dória, Direita, Esquerda, desvios, caixas 2 e caixa doooooois ... E também, claro, como as empresas nacionais vêm ao longo dos anos patrocinando a política brasileira.

Tá aí, com vocês, GregNews!

GregNews, toda sexta às 22h na HBO Brasil

Escrito por Fabiane Diniz, 08/05/2017 às 10h58 | fabdiniz@gmail.com

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Muso do Impeachment

 

Hoje faz um ano que o Fabrício Oliveira virou meme nacional como o Muso do Impeachment ..  que momento!

Escrito por Fabiane Diniz, 17/04/2017 às 10h20 | fabdiniz@gmail.com

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Dicas para identificar notícias falsas

Desde o ínicio do mês o Facebook, com o apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio, tem divulgado uma lista com 10 itens para ajudar a identificar notícias falsas, aí está ela:

  1. Seja cético com as manchetes. Notícias falsas frequentemente trazem manchetes apelativas em letras maiúsculas e com pontos de exclamação. Se alegações chocantes na manchete parecerem inacreditáveis, desconfie.
  2. Olhe atentamente para a URL. Uma URL semelhante à de outro site pode ser um sinal de alerta para notícias falsas. Muitos sites de notícias falsas imitam veículos de imprensa autênticos fazendo pequenas mudanças na URL. Você pode ir até o site para verificar e comparar a URL de veículos de imprensa estabelecidos.
  3. Investigue a fonte. Certifique-se de que a reportagem tenha sido escrita por uma fonte confiável e de boa reputação. Se a história for contada por uma organização não conhecida, verifique a seção "Sobre" do site para saber mais sobre ela.
  4. Fique atento a formatações incomuns. Muitos sites de notícias falsas contêm erros ortográficos ou apresentam layouts estranhos. Redobre a atenção na leitura se perceber esses sinais.
  5. Considere as fotos. Notícias falsas frequentemente contêm imagens ou vídeos manipulados. Algumas vezes, a foto pode ser autêntica, mas ter sido retirada do contexto. Você pode procurar a foto ou imagem para verificar de onde ela veio.
  6. Confira as datas. Notícias falsas podem conter datas que não fazem sentido ou até mesmo datas que tenham sido alteradas.
  7. Verifique as evidências. Verifique as fontes do autor da reportagem para confirmar que são confiáveis. Falta de evidências sobre os fatos ou menção a especialistas desconhecidos pode ser uma indicação de notícias falsas.
  8. Busque outras reportagens. Se nenhum outro veículo na imprensa tiver publicado uma reportagem sobre o mesmo assunto, isso pode ser um indicativo de que a história é falsa. Se a história for publicada por vários veículos confiáveis na imprensa, é mais provável que seja verdadeira.
  9. A história é uma farsa ou uma brincadeira? Algumas vezes, as notícias falsas podem ser difíceis de distinguir de um conteúdo de humor ou sátira. Verifique se a fonte é conhecida por paródias e se os detalhes da história e o tom sugerem que pode ser apenas uma brincadeira.
  10. Algumas histórias são intencionalmente falsas. Pense de forma crítica sobre as histórias lidas e compartilhe apenas as notícias que você sabe que são verossímeis.
Escrito por Fabiane Diniz, 12/04/2017 às 17h28 | fabdiniz@gmail.com

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A fonte é pessoal

Recente estudo da Associação Americana de Jornalismo, projeto ‘Media Insight’, divulgou pesquisa onde explica um pouco do porque notícias são mais vistas e mais compartilhadas através de um emissor confiável e/ou famoso, do que direto das fontes real; por experiência me convenceu, e o resultado não me causou espanto. 

“Quem relata a história, e não quem conta a notícia é o que importa para os leitores”

Para metade de um grupo de pessoas a fonte escolhida para compartilhar a notícia foram oito celebridades, incluindo Oprah e Dr Oz, eles comentaram a notícia. Já a outra metade ficou com o feed direto da DailyNewsReview.

Quando perguntados sobre o teor do texto, a metade que chegou a notícia através do link dos famosos disse acreditar no conteúdo, mas boa parte não sabia nem do que realmente se tratava, havia lido apenas o comentário da matéria que a celebridade fez ao compartilhar. Sente só o drama, duvida disso? Eu não.

Também mostrou que é mais propenso a compartilhar o conteúdo quem recebe o link do ‘famoso’, a fonte é pessoal.

Analisando os resultados parece que já desconfiavamos ou sabíamos desses detalhes há muito tempo. É verdade, estamos cientes disso.

Em 2016, dentro do mesmo projeto, a Associação havia chegado a conclusão que os americanos são altamente céticos em relação às notícias encontradas nas mídias sociais.

Mas como mostra o estudo dessa semana, as pessoas que compartilham a notícia são muito mais influentes do que haviam percebido.

Alguém que compartilha pode mudar a opinião do leitor mais do que o jornal que publicou pela primeira vez. 

“Tudo isso sugere que a credibilidade de uma organização jornalística, tanto como empresa quanto como postagens individuais, é afetada significantemente pelos tipos de pessoas compartilhando o conteúdo nas mídias sociais, como o Facebook.”

 “Os compartilhadores agem como embaixadores não oficiais para a marca, e a credibilidade dos participantes pode influenciar as opiniões dos leitores sobre a fonte relatora”.

Ainda, a metade que recebeu a notícias compartilhada por uma celebridade lembrou quem foi, mas apenas 2 de 10 sabia a fonte real da notícia.

Ano passado Donald Trump foi eleito nos EUA, e a imprensa daquele país associa sua eleição a uma enxurrada de notícias falsas, criadores de factóides em sites como Facebook e Google. No Brasil algumas pessoas têm o mesmo entendimento quanto ao impeachmente da ex-presidente Dilma Rousseff. Impulsionado diretamente através das redes sociais, Facebook principalmente.

Facebook e Google estão procurando uma forma de combater essa prática. Mas nesse caso, como tirar a opinião das pessoas influenciadoras? É censura.

A “Pós verdade” já é bastante discutida, as pessoas acreditam em uma verdade que elas criam e quando confrontadas com outros fatores e argumentos, se negam a acreditar. Então, tá!

Escrito por Fabiane Diniz, 30/03/2017 às 10h30 | fabdiniz@gmail.com

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Taxistas x Uber

Na noite de sexta-feira, táxi fecha carro do Uber e não deixa circular na Barra Sul em Balneário Camboriú.

Caronas filmaram o evento.

Prefeito diz que Uber não está registrado e por enquanto é ilegal

Em Florianópolis recentemente carros do Uber foram apreendidos no exercício da atividade, em Curitiba os taxistas faziam terror em cima dos Ubers, até que um deles foi preso e as coisas se acalmaram. Em outras capitas serviços idênticos ao Uber, como o Cabify ganham cada vez mais espaço.

A maioria das pessoas que conheço que usam Uber, não usavam táxi porque achavam caro. E quem usava táxi não deixa de usar porque tem o motorista que gosta, é amigo, está sempre no ponto e outras vantagens. Além de ter a concessão para transporte pago.

Então vamos todos acalmar os ânimos, e não nos envergonhem! Porque essa atitude da noite passada, é vergonhosa.

Nada justifica a  violência.

 

Escrito por Fabiane Diniz, 11/03/2017 às 13h34 | fabdiniz@gmail.com

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