Jornal Página 3
Coluna
Puxando Rede
Por Fabiane Diniz

Fabrício disse "a indicação política pode vir"

Por que a prefeitura faz tanto concurso se é pra distribuir carguinho pra políticos, filiados e apoiadores de campanha? Tá ai uma dúvida minha.

Matéria de hoje no Página 3 "Fabrício nomeia mais 34 e apenas 6 são de carreira"

Quero lembrar aos eleitores na próxima vez ficarem atentos as pequenas linhas dos discursos.

Fabrício Oliveira disse no seu discurso, e só não viu quem não quis, que "a indicação política pode vir, com conhecimento, com preparo". Não se enganem. A gente na verdade tem esperança, mas é coisa nossa.. Veja no vídeo quando o prefeito faz a afirmação acima

Escrito por Fabiane Diniz, 11/01/2017 às 10h26 | fabdiniz@gmail.com

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Castanheira está na área

Foi pro Facebook o que nas outras redes já era comentado, a atuação do novo secretário de segurança da cidade de Balneário Camboriú, Gabriel Castanheira, em um caso no Paraná. 

O vídeo é chocante mesmo, e é só perguntar que ele explica o que aconteceu, e o porquê. Em resumo o caso era pessoal, aconteceu dentro do condomínio em que mora, com a família dentro da casa, ao qual impediram o seu acesso.

Vou passar um pano sim, porque pessoalmente, em entrevista feita pelo Página 3 achei bastante razoável, com boa experiência, e principalmente bons planos e boa vontade em trabalhar na segurança da cidade.

Atuou no mesmo cargo em Araucária e os crimes lá caíram, é um ponto bem positivo se tratando de segurança.

E no caso do vídeo específico, ele foi absolvido. Então, tem uma carta de crédito, depois dos 100 dias de governo voltamos a falar.

 

Escrito por Fabiane Diniz, 21/12/2016 às 08h56 | fabdiniz@gmail.com

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The OA

Final de ano está ai com suas festas habituais agendadas, muitas confraternizações, felicitações a Jesus, e é também um momento delicado para alguns, que assim como eu, tem aquela vontade de estar com as pessoas que ama por perto mas que nem sempre é possível, a obrigação de felicidade faz brotar no coração aquela típica dose de sentimentalismo, de saudosismo, de infância.

E nesse clima, com as emoções a flor da pele, descobri “The OA”, série original Netflix que tem a americana Brit Marling como roteirista, diretora e protagonista. E foi nessa tripla jornada que a deusa Brit entregou um lindo conto de esperança, que fica entre a ficção e a fantasia. Bem na verdade ela divide as tarefas de direção e roteiro com Zal Batmanglij.

The OA, abre sua história inesperadamente após 58 minutos de introdução. A primeira temporada tem um total de 8 episódios, e cada um deles encerra com um convite para assistir o próximo. A trilha sonora é fantástica.

De todas as críticas que li teve bastante gente não gostou, até por ter episódios longos, as vezes lentos, então é por sua conta e risco. Não quero entrega spoilers dessa série, pode ser fatal. Por isso tente não ler muito sobre ela. E quem assistir volta com uma opinião. Boa série.

Escrito por Fabiane Diniz, 20/12/2016 às 15h17 | fabdiniz@gmail.com

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Menu em tablets, sim ou não?

Lembro que a última vez que fui a São Paulo, entrei em uma padaria, e o garçom me deu um tablet para escolher o meu café. Ele me entregou o dispositivo e saiu caminhando entre as mesas. "Ei, volta aqui, me ajuda", foi a vontade de gritar no meio do salão, mas como era uma dessas cafeterias chiquetosas -na Trigo's a gente tem umas liberdades- e estava lá por convite, não pegava muito bem.

 

Resolvi me aventurar. Abri o tablet e era um cardápio com uma infinidade de opções, nada muito diferente dos impressos. Nele eu podia escolher o lanche, o suco, o café, a torta -vai gordinha-, também podia modificar os lanches, com ou sem ovos, com ou sem azeitonas essas coisas, lembro que era bem completo. Fiz meus pedidos e logo depois veio outro garçom pra entregar os pratos.

Foi um sucesso, apesar da novidade. Não estamos acostumados com novidades, elas agitam as coisas. O comodismo é sim atraente, pena que com ele a gente perde muitas oportunidades e experiências bem bacanas.

Mas entrei no assunto porque estou em uma padaria aqui em Blumenau, dessas também chiquetosas e puxei na memória que nunca vi na nossa região alguém servir menu em tablet como foi aquela vez em São Paulo. E até que ando bastante por aí. E por que? No máximo por aqui os garçons usam os tablets pra passar os pedidos pro atendimento da cozinha, mas é só.

 Será que não pegou muito bem a moda?

Você, conhece algum restaurante da região que atenda com menu em tablet? Escreve pra mim (aqui meu email fabdiniz@gmail.com), porque se sabe de algum, eu quero conhecer. 

Atualização:

Recebi aqui indicação de que no Guacamole tem, e que é bem legal. Confesso que a última vez que fui ao Guacamole a pista de skate era mato. Aguardo mais sugestões.

Escrito por Fabiane Diniz, 14/12/2016 às 11h03 | fabdiniz@gmail.com

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Nova direção

Somos aqui no Página 3 uma equipe pequena, caseira e dedicada. Por sermos poucos nossa união é indispensável para o trabalho seguir nos moldes que estamos acostumados, com a excelência que habitualmente desejamos alcançar. Nesse processo, a organização e a distribuição de tarefas é fundamental para que as coisas funcionem sem sobrecargas.

Durante anos em nossas reuniões, algumas com a presença de convidados da área e amigos, os quais gostamos de ouvir, debatemos o futuro do jornalismo e consequentemente o do Página 3. Vínhamos decididos que o Online merecia maior dedicação. Porém existiam algumas dificuldades nos arranjos comerciais para que o jornal se tornasse um novo produto, agora mensal.

O chefe, Waldemar Cezar Neto, fez com que acontecesse, se dedicou com afinco e junto com nossos parceiros comerciais fez com que o ‘sonho’ se tornasse realidade. E é pra onde estamos indo, para uma nova direção.

Já estamos há muitos anos com o Online, fazendo cobertura diária de Balneário. O que muda agora é simples, não vamos dividir conteúdo com o impresso. Quem ganha é o leitor, é a cidade, que pode contar com nossos jornalistas todos os dias, quase que exclusivamente para o noticiário virtual.

E essa foi uma semana bem agitada. A ansiedade de toda nossa turma estava lá no alto, foi o tempo para absorver as mudanças, um caminho sem volta, é decisão tomada, agora vai!

Recebi a notícia de que nossas ideias estavam se tornando um fato, era segunda-feira, 7 da manhã, quando chegou uma mensagem do Marzinho, de que havia chegado a hora, ele escreveu “TEREMOS MUITO TRABALHO PELA FRENTE” seguido de uma carta aos nossos leitores, e como não podia ser diferente, respondi, “Demorou, VAMOS NESSA!”.

Começamos um processo de limpeza, de ajustes, tarefa em cima de tarefa pra deixar tudo pronto. Não por sorte, mas por profissionalismo puro, sabemos o que estamos fazendo e por esse motivo único, dará certo.

Ainda existem várias reuniões para 2017, ano 1 da segunda fase do Página 3. E posso dizer que estamos animados, que temos muitas ideias, que as cabeças pensantes dessa equipe estão a mil por hora.

Vamos levar o maior número de informações da cidade para o leitor, conteúdo com a credibilidade que o Página conquistou durante todos esses 25 anos em que esteve atuante junto à comunidade. É conteúdo de quem faz jornalismo uma vida toda e de quem faz do jornalismo sua vida.

Vou parando por aqui, agradecendo ao nosso diretor Marzinho, e a editora chefe Marlise, que foram nossos mestres nesse percurso.

E segurem os cintos, surpresas virão por aí!

 

Escrito por Fabiane Diniz, 09/12/2016 às 18h36 | fabdiniz@gmail.com

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Por que sempre tenho razão?

JÁ SE PERGUNTOU?

Vivemos em uma bolha cibernética, é isso mesmo. Cada pessoa tem sua própria bolha online, um local de conforto e sem confrontos. E como isso acontece?

Todos os grandes sites de buscas e redes sociais como Google e Facebook trabalham com algoritmos (um robô com uma sequência de regras) que servem para entregar conteúdo similar ao que tem acessado.

O Google acha que está ajudando, todos acham que estão ajudando. Funciona da seguinte forma: quando você faz uma pesquisa ele te gera uma lista com algumas opções, você escolhe e quando faz escolhas isso vai gerando algoritmos de entrega. Pode notar, se acessou um site de compra de materiais esportivos, por um bom tempo é isso que ele vai te apresentar pelos sites que navegar.

O Facebook também tem seu próprio algoritmo, que diferente do Google, não está claro o funcionamento, e fazem mudanças constantes nele. Igualmente sabe qual conteúdo você curte, publica, compartillha, mais comenta e assim, sabendo de tudo isso colocam no topo no seu mural  publicações dos amigos com o qual ele entende que irá se identificar.

Por que parece que todo mundo está concordando com você, que as pessoas pensam todas iguais a você, que sempre está com razão sobre tudo?

Porque os algoritmos fazem com que você não veja opiniões diferentes das suas. E isso pode ter causa letal no mundo. As minorias são prejudicadas, sem direito à defesa; a maioria entra em estado de loop. Se repetem, se cumprimentam, compartilham das mesmas opiniões, são os maiorais.

Políticos em geral podem se beneficiar, e fazem isso com o esquema que os algoritmos de hoje proporcionam. Basta olhar para a maioria, se fixar nela e montar campanha em cima das opiniões dela.

Mesmo que essa cortina de ilusão criada pelas redes sociais, de que está sempre certa, seja preconceituosa, que não goste de pobre, de gente de cor e de gente diferente da maioria.

Ajuda sempre se a economia não estiver lá essas coisas. É o gás ideal para botar fogo em tudo.

Assim, essa é a bolha que você pode estar vivendo, quando se perguntar porque sempre tem razão, está aí a explicação. Mas olha, tem muito mundo lá fora.

Tem mais

O Facebook também faz com que pessoas entrem em conflitos, jogando como publicação sugerida notícias 'contra' tudo o que defende, e com isso seguram pessoas brigando lá dentro da plataforma. Eles admitiram essa semana, junto com o Google, que não têm cuidado com propagação de notícia falsas e devem mudar seus robôs para frear blogs que espalham boatos que geram medo. O que especialistas dizem ser um dos motivos que elegeu Donald Trump nos Estados Unidos.

 

Escrito por Fabiane Diniz, 16/11/2016 às 10h49 | fabdiniz@gmail.com

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