Balneário Camboriú, 18 de Maio de 2013
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CINERAMA BC

Livro discute adaptações da literatura para o cinema

A Fundação Cultural Badesc e a Cultura Inglesa lançam no dia 17 de abril, quarta-feira, às 19 horas, o livroEnsaios sobre literatura, teatro e cinema, escrito por professores, diretores e artistas. A edição é organizada por Anelise Reich Corseuil, Daniel Serravalle de Sá, Leon de Paula, Maria Brígida de Miranda e Maria Cecília de Miranda Nogueira Coelho.

A publicação é um dos resultados do programa Cinema, Chá e Cultura, realizado desde outubro de 2008 na Fundação. O projeto é dedicado à exibição de filmes adaptados de obras literárias anglófonas. Os encontros são mensais, com um convidado que apresenta e debate as relações entre literatura, especialmente a dramática, e cinema. A cada sessão é servido um chá feito ao modo inglês, oferecido pela Cultura Inglesa.

O livro reúne 16 textos sobre as obras apresentadas nos encontros. São comentários dos filmes sob perspectivas amplas, que podem servir de motivação a outros estudiosos, professores, artistas e educadores, que desejem discutir e utilizar o cinema também como ferramenta pedagógica. Os artigos apresentam abordagens sob o ponto de vista da literatura, filosofia, teatro, pintura, artes visuais e artes marciais, refletindo a pluralidade de enfoques.

"Embora tratem de filmes de gêneros diversos, oriundos de obras literárias de vários autores, os artigos – comentários ou críticas – reunidos nesta coletânea formam um conjunto muito especial, por representarem relatos das muitas sessões de exibição e comentários de filmes memoráveis no projeto “Cinema, chá e cultura”, escreve a professora Thais Flores Diniz, da Universidade Federal de Minas Gerais, na apresentação do livro.

Além dos artigos dos organizadores do livro, os outros textos foram escritos por Anna Stegh Camati, Bernadete Limongi, Celso Nunes, Fátima Costa Lima, Fernando Simão Vugman, Kerrie Sinclair, Lúcia Sander, Margarida Baird, Maria de Lourdes Alves Borges, Mauro Pommer e Talita Esquivel.

Em 2012, a FCBadesc publicou em parceria com a Escola Brasileira de Psicanálise, seção Santa Catarina, o livro Psicanálise vai ao Cinema, sobre filmes exibidos neste projeto no cineclube da casa.

O quê: lançamento do livro Ensaios sobre literatura, teatro e cinema, organizado por Anelise Reich Corseuil, Daniel Serravalle de Sá, Leon de Paula, Maria Brígida de Miranda e Maria Cecília de Miranda N. Coelho. Quando: quarta-feira, dia 17 de abril, às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Quanto: gratuito.

Escrito por André Gevaerd, 12/04/2013 às 13h58 | andre@cineramabc.com

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Teu filme na tela de Floripa

Abertas inscrições do FAM2013 -- 17º Florianópolis Audiovisual Mercosul.

O FAM2013 será de 14 a 21 de junho no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina com o patrocínio da Petrobras e realização da Associação Cultural Panvision.

Ao longo destes 16 anos, o FAM consolidou-se como uma das principais janelas para o cinema do Brasil e Mercosul, reafirmando sua dimensão internacional. Mais uma vez o Florianópolis Audiovisual Mercosul -- Festival e Fórum - cumpre seu papel de mostrar e discutir o que é esse cinema que está nas telas latino americanas. Prestigiado com a presença de diretores, produtores, distribuidores, exibidores, escritores, atores e toda a gama de artistas e profissionais do audiovisual, que participam da exibição de seus filmes e dos encontros setorizados, atualizando projetos, solidificando parcerias e firmando compromissos futuros.

São quatro mostras com inscrições abertas sendo todas elas de caráter competitivo. Conheça as principais diferenças entre as mostras:
Mostra Catarinense, todas as categorias, exclusiva de Santa Catarina, até 30 minutos de duração, exibição em suporte digital.
Mostra de Curtas Mercosul, todas as categorias, até 30 minutos de duração, exibição em suporte digital e 35mm.
Mostra DOC-FAM, um espaço exclusivo para documentários, com duração superior a 30 minutos (médias e longas-metragens), exibição em suporte digital.
Mostra Infanto-Juvenil, dedicada a temática infanto-juvenil, todas as categorias e duração, exibição em suporte digital e 35mm.

As inscrições prosseguem até dia 16 de abril. Informações, regulamento e ficha de inscrição: www.panvision.com.br<http://www.panvision.com.br>
Aguarde para breve as novidades da edição deste ano.

Escrito por André Gevaerd, 16/03/2013 às 08h27 | andre@cineramabc.com

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Esquenta a produção audiovisual em Santa Catarina.

Depois da realização de seu primeiro curta-metragem, ‘Quinta Coluna’, selecionado pelo Edital de Curtas-metragens da Cinemateca Catarinense, e filmado em Pomerode, Carlos Daniel Reichel não parou mais de somar conquistas.  

Com o projeto de seu segundo curta, ‘Garoto VHS’, Reichel conquistou novamente o edital da Cinemateca. Ele e sua equipe estão desde meados de fevereiro em pré-produção, e começam a filmar amanhã em Balneário Camboriú e Itajaí.

O filme fala sobre lembranças através da história do Garoto VHS, um jovem tímido que tem no lugar da cabeça uma câmera, com a qual filma momentos marcantes de sua vida através de seu ponto de vista.

As filmagens serão em 5 diárias, e a cabeça do Garoto VHS será de verdade, desenvolvida pelo artista Roger Matua, com cabos, botões e controle remoto para manipulação. E inclusive um cabo que liga a camêra ao coração do menino.

Depois do curta, Carlos Daniel dá continuidade ás oficinas de realização do 3º Festival Cinerama.BC, onde ao lado de Guilherme Meneghelli, ministra a oficina desde a primeira edição do evento. Passado o festival, Reichel segue para os Estados Unidos onde conquistou uma bolsa para cursar pós-graduação em roteiro de cinema durante 2 anos numa universidade americana. O Garoto promete!

Escrito por Barbara Sturm, 14/03/2013 às 15h37 | barbara@cineramabc.com

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Fotografia em DSLR

Aqueles que procuram pelos saberes cinematográficos sabem que qualquer tipo de informação é preciosa e que não podem deixar espaço para a preguiça.

Nessas minhas "vasculhadas" por informação disponível sobre cursos na região "topei" com a Semana da Fotografia que acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de março de 2013, Centro de Convenções Cine Itália e reunirá um seleto grupo de profissionais brasileiros para falar sobre fotografia de casamento, newborn, gestante , book,  vídeos de casamento, moda, gestão de negócios fotográficos, ensaios de noivos, still, sensual, direito autoral, direção de modelos e iluminação.

E como fotografia também é cinema... No evento os segredos de Daniel Torraca, um especialista em vídeo de casamento com câmeras DSLR, estarão a disposição do púlbico.

Desde pequeno Daniel foi fascinado pela fotografia, mas aos 16 anos começou a trabalhar com vídeo, e desde então não parou mais. Nos últimos anos se especializou em vídeo de casamento, sempre primando pela inovação estética e a introdução de novas tecnologias. Atualmente é diretor da April Vídeo, produtora pioneira em gravar casamentos inteiros com a Canon 5D Mark II no Brasil. Seus vídeos encantam pela beleza, dinamismo e precisão na captação das imagens e na perfeição na edição de cada cena.

www.aprilvideo.com.br

Escrito por André Gevaerd, 26/02/2013 às 15h58 | andre@cineramabc.com

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Audivisual e Economia Criativa - Um Certo Olhar

A economia criativa torna-se prioridade no plano de expansão de governos já desenvolvidos e vêm chegando com cada vez mais força nas terras tupiniquins. Isso acontece pois os países que investem minimamente em seu potencial verificam um crescimento que está acima da média de qualquer outro modelo de negócio.
Esse tipo de economia ainda é um tanto incompreendido. Trata-se de agregar valor a um produto a partir de uma idéia. Não é estranho escutar importantes lideres desta vertente afirmarem frases um tanto controversas como é o caso do "guru" John Howkins: "A Economia Criativa precisa de pessoas malucas"
Me interessei pelo assunto e, Maluco ou não, fui atrás de um modelo de negócio inovador que segue esta linha de pensamento. Acabei me encontrando com Felipe Gini, um dos criadores da (F) Filmes.
 
(esq. para dir. Raphael Beltran e Felipe Gini)
 
Abaixo coloco uma breve conversa por e-mail que apresenta um pouco melhor a empresa e o empresário:
 
AG - O que é a (F)?
 
FG - Somos um think-tank (http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_de_ideias) de produções audio-visuais que investe em capital criativo & inteligencia coletiva; nosso foco são as soluções estratégicas baseadas nos principios fundamentais do marketing. Nossa intenção é integrar toda a cadeia cultural e produtiva em nossos produtos/projetos, de forma a não depender de departamentos de publicidade, nem a sazonalidade das leis de incentivo ou editais. Falei bonito, né? Mas esse é nosso posicionamento, com uma pitada de floreio. ;)
 
AG - O formato da (F) permite trabalhos autorais ou apenas prestação de serviços como complementação de outros produtos? Como?

FG - O formato da (F) permite todo tipo de serviços, damos preferencia pelos formatos autorais e com grande potencial de licenciamento, mas isso não nos impede de adequa-lo a produtos pré-existentes. Partindo da ideia de metodologia e estratégia, tendo a economia criativa como motor propulsor, qualquer projeto pode ser transformado em 2.0.
Além da parte gerencial onde aplicamos esse formato de industria, temos também uma metodologia especifica para a ficção 2.0, que é uma teoria extensa, mas bastante obvia, ela está disponivel no site da (F).
 
(420 - série - Essa foi a primeira série de ficção 2.0 do mundo, onde o formato transmedia é levado ao extremo; são 12 personagens, mais de 30 perfis em redes sociais e uma narrativa tanto on-line (virtual) quanto off-line (realidade).)
 
AG - Qual é o verdadeiro potencial de produção que você enxerga hoje? E daqui a cinco anos?

FG - O potencial do nosso pais para esse tipo de produções é enorme, somos um dos gigantes de conectividade do mundo, e a penetração desse mercado (internet rápida) ainda é infima, não vou "cuspir" numeros, mas acredito tanto nas possibilidades que deixei meu trabalho de redator publicitario para abrir uma empresa com esse foco. Espero que com as politicas publicas de inclusão social, a internet, assim como,  a tv paga, passem a ter um peso maior no mercado de midias e comunicação, mas, como digo por ai - sem medo, nem rabo preso - os dinossauros da comunicação estão morrendo e só depois de vermos alguns CEO's e Presidentes de grandes companias a sete palmos, a transformação do mercado nacional será exponencial, brademos: "cinema independente, ou morte". Em cinco anos como o crescimento e explosão da demanda por conteudo nacional são visiveis a curto prazo, acredito que as produções nacionais deixem de ter sempre os mesmos sobrenomes.
 
AG - Você é parte de uma nova geração de produtores que traz idéias bem diferentes para o mundo profissional. Na sua opinião, o que muda na maneira como o audiovisual era produzido e como você quer produzir?
 
FG - O audiovisual no Brasil sempre foi considerado um mercado de "panelinha", que caminhava entre tres receitas, as filhas da Globo Produções, as filhas de Glauber Rocha e as filhas da Pu...bli (com trocadilho mesmo). Por muitos anos o mercado de produtoras, por conta da pouca penetração de exibidores, sejam elas salas de cinema, sejam canais de televisão, dependia de publicidade e leis de incentivo para gerar receita/lucro. Assim, a TV e o Cinema nacional sempre foram produzidos pelos mesmos profissionais que fazem os comerciais de margarina, e que muitas vezes eram obrigados a engolir seco para ter seu pé de meia e produzir um filme independente. Mas a "tal" nova lei de cotas nacionais veio para tentar mudar esse panorama, digo essa "tal", porque na ponta do lápis não muda muita coisa, os canais continuam dando preferencia pelas grandes produtoras e os grandes nomes, ainda assim, vejo que não há mão de obra especializada em conteudo para televisão e os filmes feitos aqui são tratados como se fossem obras primas, sem produtividade e sem integração. Esse cenario vai mudar quando as marcas patrocinadoras, perceberem que o audio-visual pode ser mais rentavel do que muitos mercados, pois a obra produzida tem proteção autoral, isso significa que pode gerar receita por quase 50 anos.
Meu grande diferencial em comparação com os produtores da velha escola é que eu não fiz cinema, por isso não piso em ovos quando tenho que aumentar a rentabilidade do que considero um produto, cortar custos e comercializar de forma "fria" produtos de uma obra audio-visual não me doem como em muitos profissionais da area. Enquanto o mercado quer fazer historia, eu quero fazer dinheiro. Pode soar capitalista demais essa afirmação, mas foi assim que construiram muitos mercados no mundo. Mas isso não significa que eu não gaste do meu bolso, e não da empresa, com mecenato, investindo em produtos que não vão gerar retorno financeiro, como clipes.
 
(Na Garrafa - videoclipe cheio de referencias estéticas e com uma direção de arte impecável, esse foi o primeiro grande clipe que produzimos e ele está nas primeiras colocações do TOP10 da MTV há 2 semanas.)
 
AG - Como você enxerga a existência das leis de incentivo e editais para este novo formato de produção?

FG - Infelizmente ainda não existem politicas de incentivo para esse novo formato, mas ainda assim, com um pouco de “samba” conseguimos enquadrar em algumas leis o formato como parte do plano de comunicação do projeto incentivado. Já no caso dos editais, como sempre, eles são pontuais e muito especificos, não vou entrar nesse tema pois é extenso e acabarei bradando farpas desnecessarias – ao menos por enquanto.
 
AG - Para esse formato de produção o FSA consegue suprir as "necessidades" deste novo formato de produção?
 
FG - O FSA, como é sabido por muitos, é um mecanismo muito promissor, mas infelizmente ainda esbarramos no mesmo problema das leis de incentivo e dos editais, onde, este formato, só se enquadra com um pouco de samba. Ainda falta muito chão aqui no Brasil para que as politicas publicas se deem conta do potencial da inclusão digital como meio de comunicação de massa e difusão de cultura com qualidade.
 
(Cristina - curta mostra docudrama sobre a historia real de Cristina, uma mulher que busca seu pai pela Europa durante 2 anos. Seleção oficial do Circuito Off de Veneza, do Festival de Tiradentes e do OstiaFilmFest, ganhou o prêmio de melhor curta no festival Isola de Cinema.)
 
AG - Gostaria de terminar com um pouco sobre sua trajetória antes de criar a (F)
 
FG - Noooossa, essa é uma pergunta que me remonta tantas paixões quanto angustias.
 
1 - Primordios
Francamente, sou um grande apaixonado por televisão, desde muito pequeno os castigos que recebia do meu pai eram relacionados aa TV. Uma semana sem televisão era o preço de uma nota baixa. Ela sempre foi uma de minhas paixões, e o principal meio de informação que tive durante muito tempo. Sempre tive facilidade para oratoria e hoje vejo no formato audio-visual o apice desse meu talento. Nunca gostei de ler, mas sempre adorei escrever, nunca gostei de estudar, mas sempre adorei aprender. Mas, me desviei destas paixões: a televisão, a escrita e a oratoria, pois na época da minha formação o “ “glamour” das grandes marcas globalizadas me pegou de jeito. - aqui seus leitores começam a desconfiar da minha “etica”
 
2 – Formação
Sou formado em Propaganda & Marketing pela Universidade Paulista, pós graduado em Adminstração pela Universidad Pompeu Fabra e sou Mestre em criatividade publicitária pela Miami Ad School. Comecei minha carreira profissional com 17 anos logo que entrei na faculdade, foram quase 10 anos trabalhando e estagiando como redator publicitário, tive muitos mestres na profissão e a grande parte deles sempre me apontou o mercado como decadente, além de me aconselharem a encarar a comunicação como algo socio-cultural; foi assim, que no meio do caminho de Santiago de Compostela - que não tinha uma pedra - decidi nunca mais pensar para criar desejo, mas sim, desenvolver um modelo de comunicação que supre as necessidades dos receptores, tornando sua mensagem um produto intrinssicamente necessario ou tornando a comunicação audio-visual em um movimento socio-cultural. - nossa que cara chato, pensaram os que me leem.
 
3 – Transformação
Como tenho a formação de marketing anterior ao meu conhecimento pratico de publicidade, pesquisar por vários mercados e seus fatores (macro e micro) em busca de oportunidades de negocio é algo habitual aa minha metodologia profissional. Em meio à essa pesquisa, em 2009 entrei em contato com o formato transmedia e vislumbrei nessa oportunidade um grande nicho de mercado. Assim resolvi produzir a primeira série do genero no brasil, chamada 420.
 
4 – Paixão
Ao me dar conta do potencial desse mercado pouco explorado aqui no Brasil, comecei a fazer um benchmarking das principais produtoras do pais e percebi que todas elas tinham um mesmo modelo de negocio, que depende de leis de incentivo e publicidade para gerar receita, assim, passei a pesquisar outras empresas fora do Brasil que tivessem um modelo mais rentavel e encontrei algumas muito interessantes, como a Starlighrunner e a conhecida Endemol, dentre outras. Assim, criei junto a 3 socios a (F) Filmes. Essa é minha principal estratégia de negocio: pesquisar, adequar, integrar e melhorar.
 
(O que eu quero, o que você quer - spin off / Dando continuidade a narrativa da série 420, esse curta ganhou o prêmio de melhor ator no CineMube e foi "dirigido" por uma das personagens da série 420. O que nos deu a certeza das possibilidades de trazer para a vida real, as personagens da ficção.)
Escrito por André Gevaerd, 15/02/2013 às 09h32 | andre@cineramabc.com

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Mostra de Cinema Infantil abre inscrições

Estão abertas as inscrições para a 12ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que ocorre de 28 de junho a 14 de julho no Teatro Governador Pedro Ivo Campos, na capital catarinense. Podem participar da seleção curtas-metragens nacionais de todos os gêneros e formatos, direcionados ao público infanto-juvenil e inéditos em Santa Catarina.

 
O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no sitewww.mostradecinemainfantil.com.br. Todo o processo é online, incluindo o envio de cópias dos filmes. O prazo de inscrições vai até o dia 21 de março e a relação das obras selecionadas será divulgada a partir de 23 de abril.
 

O Melhor Filme eleito pelo Júri Oficial e o Melhor Filme escolhido pelo público infantil receberão o prêmio aquisição da TV Brasil no valor de R$ 10 mil cada um.O Fim do Recreio, de Vinicius Mazzon e Nélio Spréa, do Paraná, Disque Quilombola, de David Reeks, de São Paulo, foram os premiados de 2012.
 
 
 
"Desde 2008, os curtas da Mostra Competitiva são também encaminhados para a Programadora Brasil, que seleciona títulos para este projeto do governo federal, e faz circular o cinema brasileiro em escolas, universidades, cineclubes e centros culturais”, diz Luiza Lins, diretora da Mostra.
 
Além dos curtas nacionais, o festival exibe curtas e longas-metragens internacionais, médias e longas brasileiros nas sessões especiais e de pré-estreias. Na última edição, mais de 120 mil crianças participaram do evento, que tem como objetivo a inclusão social, o fortalecimento e a circulação do cinema infantil brasileiro.
 
A Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis é uma realização da Lume Produções Culturais com apoio do Núcleo de Ação Integrada e patrocinadores.
Escrito por André Gevaerd, 25/01/2013 às 10h54 | andre@cineramabc.com

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