Jornal Página 3
Calçadão continua sem regras e mudanças serão discutidas novamente
Renata Rutes Henning
Calçadão é tipo terra de ninguém.
Calçadão é tipo terra de ninguém.

O Calçadão da Avenida Central continua como nas temporadas anteriores: barulhento, com lixo mal resolvido e sem nenhuma regra.

O passeio é ocupado por mesas e cadeiras de restaurantes e bares que fazem o que bem entendem.

A previsão é que isso mude nesse ano. O prefeito Fabrício Oliveira ordenou que até o Carnaval sejam intensificadas as rondas policiais e fiscalizações no local.

Relembre

Há tempos se discute a necessidade de se reestruturar o ponto mais famoso de Balneário Camboriú. No ano passado, foi inclusive criada a Associação dos Comerciantes do Calçadão de Balneário Camboriú (ACCBC), especialmente para tratar desse assunto. Os comerciantes se reuniram com os vereadores e arquitetos da prefeitura, mas nada saiu do papel.

A ideia é demarcar espaço para a entrada e saída de carros (de moradores e hóspedes de hotéis do Calçadão) e de mesas e cadeiras, além de construir uma cobertura.

Os comerciantes se inspiraram até no Passeio San Miguel (privado e organizado) e pensaram em fazer uma praça de alimentação compartilhada. 

Reunião com o prefeito

O advogado que representa a ACCBC, Juliano Cavalcanti, foi convocado junto com os comerciantes, que foram representados pela vice-presidente da entidade, a participarem de uma reunião com o prefeito Fabrício Oliveira.

O encontro aconteceu ontem (10), e também contou com a presença da Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria de Segurança, Procuradoria Geral, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Planejamento Urbano e Conselho Tutelar.

Juliano explica que o objetivo foi tentar encontrar uma maneira para qualificar o Calçadão e seu entorno, que hoje estão abandonados. “Discutimos a necessidade de estabelecer um horário de funcionamento para os estabelecimentos comerciais do local. Pois no verão eles ficam abertos até tarde e atrapalham os moradores. Mas ainda não chegamos a um acordo”, comentou.

Outro ponto discutido foi a segurança já que há muitas denúncias sobre tráfico, uso de drogas, furtos e outros delitos. “Dentro disso, falamos sobre a venda de bebida alcoólica para menores, que é um problema antigo e conhecido por todos. A associação se colocou a disposição para colaborar com o poder público”, acrescentou.

O advogado disse ter percebido que o prefeito Fabrício quer resolver essa situação e espera que isso aconteça ainda neste ano, para que na próxima temporada o Calçadão esteja de cara nova.

“O MP pede demarcação do espaço para carros e das mesas e cadeiras, que hoje geram conflitos. Vamos tomar essas providências. Analisaremos cada comércio do Calçadão e ver o que podemos fazer. Há comerciantes que gostariam de colocar mesas e cadeiras e que hoje não podem porque não há espaço”, finalizou.


Quarta, 11/1/2017 11:04.

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