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Além da ação do Ministério Público, tramitam processos individuais com o mesmo conteúdo. Segundo informou o Banco do Brasil no mês passado, a desvalorização de cotas dos fundos foi uma medida preventiva após a constatação de que parte dos créditos era de baixa qualidade, o que levou a instituição a fazer provisões de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões por prováveis perdas. "Uma sucessão ou incorporação não justifica alteração drástica no modo de administrar que ocasione prejuízos aos consumidores", avaliou o promotor. A ação ingressou no dia 3 de novembro e a liminar foi emitida no dia 6. O BB pode recorrer ao Tribunal de Justiça do Estado. A liminar determina o cumprimento imediato do crédito aos correntistas, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de atraso. O MP decidiu mover a ação após receber reclamações de correntistas, que também procuraram o Procon. A BBDTVM, subsidiária que administra os fundos, considerou que os ativos foram lançados pelo Besc pelo valor de compra, mas o "tempo deteriorou" os papéis pela perda de qualidade do crédito, inadimplência do emissor ou falta de garantias.
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